Mostrar mensagens com a etiqueta X-Men. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta X-Men. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Lançamento G.Floy: Novos X-Men Vol.3 - Ómega

 



A run de Grant Morrison e Frank Quitely foi memorável e a G.Floy em bom tempo resolveu dar-lhes a edição que mereciam, e completa. Não esquecer que esta série já tinha sida publicada em Portugal quase toda pela Devir (não publicaram o último...) em formato TPB normal. Agora temos livros duplos em formato oversize de capa dura. Um mino! :)

Fiquem com a nota de imprensa deste penúltimo volume:



Novos X-Men Vol. 3 - Ómega 

Argumento de Grant Morrison e arte de Frank Quitely, Keron Grant, Phil Jimenez e Chris Bachalo 

 Uma das melhores séries de sempre dos X-Men está de volta, neste terceiro volume cheio de acção e revelações que te irão surpreender. Vindos da imaginação de Grant Morrison, este tomo tem na arte nomes não menos fabulosos como Frank Quitely, Keron Grant, Phil Jimenez e Chris Bachalo. 

  O Instituto do Professor Xavier é um santuário, um lar para jovens mutantes oprimidos por um mundo que não os compreende. Mas o inimaginável acontece quando um dos alunos assume o nome de Kid Ómega, e decide conquistar a escola. Entretanto, a relação entre Emma e Ciclope ameaça causar mais uma fenda profunda entre mutantes, que irá ameaçar os X-Men. Mutante contra mutante numa explosão de violência... poderá a escola sobreviver? Na segunda parte desta saga, Wolverine, Ciclope e o enigmático mutante conhecido como Fantomex viajam para o outro lado do mundo à procura da chave para o seu passado, e da revelação dos segredos mutantes. Mas o que irão encontrar no interior do misterioso e letal programa Arma X será bem mais assustador do que os seus piores pesadelos. 

  Por vezes, os maiores inimigos dos mutantes são... outros mutantes! 

 Este é o terceiro volume que colecta toda a fase escrita por Grant Morrison, em quatro edições de luxo de capa dura e formato prestige

Os Novos X-Men, foi uma das sequências mais inovadoras na história dos X-Men de uma forma que nunca mais foi replicada. A série renovou quase tudo sobre a equipa dos super-heróis mutantes mais famosos da Marvel, desde os seus uniformes até seu status público, e introduziu uma série de novas ideias que a franquia explorou a partir de então. 




Novos X-Men Vol. 3 - Ómega 
Argumento de Grant Morrison Ate de Frank Quitely, Keron Grant, Phil Jimenez e Chris Bachalo
Reúne os títulos New X-Men #134-145 
G. Floy Studio Portugal 
Formato deluxe (19 x 28), capa dura 304 pgs. a cores. 
PVP: €30 ISBN: 978-83-66589-19-3.

 Lançamento nas bancas a 4 de Novembro










Boas leituras






segunda-feira, 11 de março de 2019

Autores: John Byrne


Um dos meus autores preferidos, John Byrne foi o primeiro artista que segui a sério, procurando as revistas com os seus trabalhos, mesmo que fosse em personagens que nem conhecia bem.

Não tenho a certeza do primeiro trabalho que vi de Byrne, nunca fui muito de prestar atenção a quem escrevia/desenhava, mas tenho ideia de ter sido algum Luke Cage/Punho de Ferro, mas sei que o que mais me marcou foi o encontro do Aranha com o Capitão Britânia. Depois li uma história dos X-Men na Saga da Fénix Negra, e foi com a sua pequena (mas memorável) fase mo Hulk, que fiquei para sempre seu fã.

John Byrne nasceu a 6 de Julho de 1950, em Inglaterra, crescendo no Canadá (mudou-se para lá com 8 anos) e era um ávido leitor de comics, tanto DC como Marvel, começando o seu trabalho na indústria em 1973, como freelancer na Charlton e fazendo alguns fill-ins para a Marvel. Começou a ser chamado regularmente e desenhou diversas edições de Iron Fist, Champions e Marvel Team-up, muitas delas escritas por Chris Claremont.

Já fora da Charlton, começava a receber cada vez mais trabalho da Marvel e foi com Claremont que teve uma fase memorável com os X-men, um título que pouco vendia na altura, mas que tinha começado a receber alguma atenção de autores como Len Wein e Dave Cockrum. A dupla Claremont/Byrne funcionava bem, e começaram a aparecer histórias atrás de histórias fantásticas, Proteus, Dark Phoenix, Days of Future Past e personagens como as do Clube do inferno ou a Tropa Alfa.


Notava-se a predilecção de Byrne pelo pequeno Wolverine, dando-lhe sempre algum destaque, e exigindo a sua presença na equipa, criando muitos dos elementos que ajudaram a que se tornasse o personagem mais popular da Marvel a dada altura.

Começaram a trabalhar com os mutantes em X-Men #108, de Dezembro de 1977, e no #114 começou a aparecer como co-autor, deixando de ser apenas um desenhista. Mesmo assim era pela sua arte que era conhecido e no final da década de 70, e começo de 80, desenhava também histórias na revista Avengers (com argumentos de David Michelinie) e no Capitão América, fez uma série de histórias com o seu amigo Roger Stern, muito elogiadas pelos fãs e pela crítica.

De 1981 a 1986 entrou para revista que o fez apaixonar-se pelos comics, Fantastic Four, e no quarteto fez uma obra prima, escrevendo e desenhando, com arte final de Terry Austin. Foi uma fase elogiada por todos, com momentos que marcaram a equipa para sempre, e mudando várias coisas como o ter acabado com o edifício Baxter, o mudar a cor dos uniformes, o ter introduzido a Mulher-Hulk para o lugar do Coisa, ou o ter dado mais destaque à Sue Storm, tornando-a na Mulher Invisível.



Ao mesmo tempo, ajudou a criar a revista para a equipa que tinha criado nos X-Men, a Tropa Alfa, numa série de números bem interessantes de se seguir, com bons confrontos e uma arte fantástica. Isto apesar de dizer que não era um grande fã da sua própria criação, mas mesmo assim foi uma série acima da média do que se fazia na altura.

Byrne estava bem instalado, apesar de uma relação conflituosa com Shooter, o editor-chefe, que fez com que saísse abruptamente da companhia, e deixando uma série de histórias com o Hulk por concluir, com o autor Al Milgrom a terminar essa fase. Uma pena, porque foram poucos números, mas cheios de acção, com um Byrne em forma tanto na arte como na construção de história. Em poucos números ele separa o Hulk do Banner, casa-o com a Betty e faz com que meio universo Marvel persiga o golias verde.

Naquilo que foi uma mudança controversa, Byrne acaba por ir para a DC, incumbido de fazer um revamp na personagem principal da companhia, o Super-Homem. Aí produz uma fase odiada por uns, amada por outros, mexendo bastante no status quo do herói, reduzindo-lhe os poderes, ou a sua intensidade, no seu passado como Superboy, eliminou a fortaleza da solidão e tornou-o o único kryptoniano do universo DC.


Clark Kent tornou-se menos pamonha, e Lex Luthor tornou-se um homem de negócios com um ódio visceral ao homem de aço, isto tudo numa fase onde o autor experimentou muita coisa, e muitas mantiveram-se durante anos, e usados em outras mídias como nas séries televisivas.

Byrne fez também a mini-série Lendas, que ajudava a introduzir novas personagens no universo DC depois de Crise, mas manteve-se sempre pelo universo do Superman no seu tempo na DC. Em 1989, e com Shooter fora do comando, volta à Marvel, para os Vingadores da Costa Oeste.

Para além dos Vingadores, cria também uma revista da Mulher-Hulk, num tom mais cómico que tornou a personagem muito popular. mas problemas com os editores fazem com que saia cedo da revista. Byrne pega em Namor e também faz uma série de histórias fora do que estávamos habituados com a personagem.

Estes foram os seus últimos trabalhos regulares na Marvel, depois começou a fazer trabalhos criados por si, de raiz, em diversas companhias, nunca nada com muito sucesso. Voltou à DC em 1995, para uma série de histórias com a Mulher-Maravilha, e reinterpretando o quarto mundo de Jack Kirby, numa série regular que teve 20 edições.



Nesta altura Byrne fazia trabalhos para as duas companhias, fosse só como desenhista (como no Homem-Aranha de Howard Mackie), fosse como escritor e desenhista em várias  minis como
 X-Men Hidden years ou Superman & Batman: Generations.

No começo de Século, o seu trabalho aparecia mais na DC, em Liga da Justiça, Patrulha do Destino ou mesmo Super-Homem, que voltaria a desenhar. Na segunda década, começa a trabalhar mais para a IDW, em revistas de séries de TV como Star Trek ou Angel.

Felizmente pudemos acompanhar quase todo o seu trabalho do Século XX na editora Abril, e ter assim conhecido um dos melhores autores de BD Norte-Americana.







sexta-feira, 22 de junho de 2018

Lançamentos Goody:

Deadpool 3 (de 4)
Deadpool 4 (de 4)
X-Men Série I Vol.7







A Goody mandou para as bancas portugueses entre o dia 12 e o dia 19 de Junho estes 3 títulos, terminando assim a mini-série Deadpool.

Fiquem com as imagens e informação sobre os 3 títulos:



X-Men Série I Vol.7



IMPÉRIO SECRETO CHEGA AOS MUTANTES

O impacto de ter um agente infiltrado da Hidra aos comandos da S.H.I.E.L.D., e a decidir os destinos dos Estados Unidos, está a atingir a comunidade mutante como seria de esperar. Steve Rogers, através de um regime totalitário e impiedoso, colocou já os Inumanos em centros de detenção espalhados pelo país e negociou com Emma Frost (que tenta evitar a todo o custo ter o mesmo destino dos Inumanos) a criação de uma nova nação soberana para todos os mutantes - Nova Tian. Steve Rogers quer sobretudo ganhar tempo e não abrir demasiadas frentes de batalha nesta altura, mas os planos da Hidra para Nova Tian estão longe de ser pacíficos... restando agora saber qual será a resposta dos Heróis mutantes a tudo o que se está a passar com este Capitão América.



INCLUI:

X-MEN: GOLD (2017) #7 – POR MARC GUGGENHEIM E KEN LASHLEY

X-MEN: BLUE (2017) #7 – POR CULLEN BUNN E CORY SMITH; ASTONISHING

X-MEN (2017) #1 - POR CHARLES SOULE E JIM CHEUNG

OLD MAN LOGAN (2016) #17-18 – POR JEFF LEMIRE E ANDREA SORRENTINO


Dados Técnicos
Dimensões: 168 x 260 mm
Encadernação: capa mole
Nº pág.:128













Deadpool 3



SER OU NAO SER MADCAP . Steve Rogers, o velho Capitão América, acaba de vez com o Esquadrão de Unidade dos Vingadores para se concentrar no seu maquiavélico plano da Hidra, que acaba por envolver todos os super-heróis… mesmo os desbocados. Mas não ser Vingador deixa Wade, o nosso querido Deadpool, com mais tempo para a sua família… ou melhor, deixaria se não existisse um tal de Madcap a assombrar cada um dos seus passos. Como se não bastasse tudo isto a relação com a bela Shiklah continua pautada por múltiplos momentos românticos, que acabam na sua generalidade com Deadpool a ser esventrado com o primeiro objeto encontrado pela Rainha dos Demónios. Ah, e ainda falta a sua fi lha, que teima em não reconhecer Deadpool como pai. Aguentará Deadpool tamanha pressão ou entrará numa espiral assassina?
Esperem… isto é um livro do Deadpool. Ele vai entrar numa espiral assassina por certo.




Volume 3 inclui:

DEADPOOL (2016) #21 a #24, #26 a #27 — POR GERRY DUGGAN, MATEO LOLLI, PAOLO VILLANELLI, SCOTT HEPBURN,
SEAN IZAAKSE e SALVA ESPIN.

Calendário lançamentos:
Volume 01 > 22-05-2018
Volume 02 > 05-06-2018
Volume 03 > 12-06-2018
Volume 04 > 19-06-2018




Dados Técnicos
Dimensões: 168 x 260 mm
Encadernação: capa mole
Nº pág.:128





Deadpool 4




DIVÓRCIO LITIGIOSO. Que a relação da Shiklah com o Deadpool não estava bem… já nós sabíamos. Que a mulher de Deadpool já tinha esventrado Wade de todas as formas e feitios, também já tinhamos lido em várias das aventuras anteriores. Agora que a Shiklah, além de ter a sua cama sempre ocupada com todo o tipo de espécies, viria a invadir Nova Iorque com a sua legião de monstros, é que foi uma novidade capaz de colocar em causa o futuro da humanidade. Uma das maiores sagas independentes de Deadpool é assim publicada pela primeira vez em Portugal, num arco completo que testa mais uma vez a capacidade do nosso herói desbocado em, constantemente, fazer aquilo que não está correto.

Volume 4 inclui:
DEADPOOL (2016) #28 e #29 — POR GERRY DUGGAN E SALVA ESPIN
SPIDER-MAN/DEADPOOL (2016) #15 E #16 – JOSHUA CORIN ESCOTT KOBLISH
DEADPOOL & THE MERCS FOR MONEY (2016) #9 E #10— POR CHRISTOPHER HASTINGS E IBAN COELLO




Calendário lançamentos:
Volume 01 > 22-05-2018
Volume 02 > 05-06-2018
Volume 03 > 12-06-2018
Volume 04 > 19-06-2018


Dados Técnicos
Dimensões: 168 x 260 mm
Encadernação: capa mole
Nº pág.:128


Boas leituras







quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Lançamento G.Floy: Uncanny X-Force Vol.1
A Solução Apocalipse




Têm à venda mais um título desta editora, G,Floy, que penetra com este livro no mundo dos X-Men.
Mais uma vez no formato Oversized Hard Cover, como foi decidido para todos os comics.

Fiquem com a nota de imprensa da editora:



UNCANNY X-FORCE Vol. 1: A SOLUÇÃO APOCALIPSE

Argumento de RICK REMENDER, e arte de JEROME OPEÑA, ESAD RIBIC, RAFAEL ALBUQUERQUE e LEONARDO MANCO.

Os X-Men não matam... Mas quando Apocalipse regressa, Wolverine sabe que só existe uma solução: reunir a mais secreta das equipas de mutantes, uma equipa que nem o líder dos X-Men sabe que existe, a X-Force. Wolverine, Deadpool, Arcanjo, Fantomex e Psylocke terão de destruir En Sabah Nur, mas conseguirão sobreviver ao assalto dos Cavaleiros Finais de Apocalipse? E conseguirão tomar a decisão de matar um Apocalipse renascido, quando ele não passa de uma criança inocente?

E que fazer quando uma onda de Deathloks, espalhadas por todos os mundos e probabilidades, passados e futuros, decidem atacar a X-Force, para matar um homem que não devia nunca ter existido, e que está no caminho da sua vitória final? A palavra de ordem dos Deathloks é: Fantomex tem de morrer!

O que é a X-Force?

Houve muitas equipas de mutantes que usaram o nome X-Force, mas apenas uma delas seguiu o conceito que leva às histórias que irão ler neste volume: a de uma equipa de mutantes que leva a cabo as missões secretas, as black ops, as infiltrações e assassinatos, que outros membros dos X-Men não aceitariam levar a cabo, um grupo capaz de tomar as decisões moralmente dúbias que a maioria dos super-heróis seriam incapazes de tomar, um grupo de mutantes cuja alma foi já profundamente tocada pela violência e pelo mal, e que não hesitam diante nada para proteger a sua raça...

Rick Remender, um dos mais brilhantes argumentistas contemporâneos, concebeu esta série que teve um sucesso imenso, sobre uma equipa secreta de X-Men que funciona como um grupo de assassinos mutantes que destroem as ameaças ao Homo Superior por quaisquer meios necessários. O presente volume inclui dois grandes arcos de história, que funcionam de modo independente, e que não necessitam de grande conhecimento prévio para serem lidos - embora esta edição inclua um dossier que explica quem são as personagens, e alguns dos momentos importantes anteriores; A Solução Apocalipse (com desenho de Jerome Opeña, e de Leonardo Manco no preâmbulo), e Nação Deathlok, com desenho de Esad Ribic - e uma curta história (Reavers) com desenho de Rafael Albuquerque. Todas estas histórias seguem o modelo de uma missão secreta da equipa de anti-heróis que constituem a X-Force: Wolverine, Psylocke, Arcanjo, Fantomex e Deadpool.





A colecção Uncanny X-Force está prevista para 4 volumes no total, com um desenho (discreto!) de lombada.

Reúne as duas sagas de Uncanny X-Men: Apocalypse Solution e Deathlok Nation; UNCANNY X-FORCE #1-7 e #5.1, WOLVERINE: ROAD TO HELL e X-MEN SPOTLIGHT.

Formato Comic Deluxe (18,5 x 28), 224 páginas a cores, capa dura.
ISBN 978-84-16510-45-0
PVP: 16,99€




Boas leituras




sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Lançamento Levoir: Universo Marvel Vol.9: X-Men - Dias de Um Futuro Esquecido


A Levoir apresenta um dos livros mais importantes da história dos X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido.
É o volume #9 da colecção que está a sair com o jornal Público, e garantidamente é imperdível!
Foi também o livro em que foi baseado o último filme dos X-Men. Irei fazer uma crítica a este livro para a semana.
:)

























Fiquem com a nota de imprensa da Levoir, e algumas páginas.

X-MEN: DIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO

O mais terrível dos mundos... um futuro em que os Sentinelas, máquinas capazes de detectar, perseguir e destruir mutantes, devastaram a Terra, e em que os X-Men são a última esperança de toda a humanidade... até morrerem! Resta uma única hipótese, uma arriscada missão ao passado, para impedir o pior dos futuros.

























Chris Claremont e John Byrne assinam aqui um dos maiores clássicos da Marvel, uma história justamente considerada pelos fãs como das
melhores sagas dos X-Men de sempre, e que inspirou o recente filme com o mesmo título. Este volume inclui também uma série de histórias adicionais do mesmo período, incluindo a primeira história a solo de Kitty Pryde.

























Boas leituras

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Capas: Uncanny X-Men #251


Grande capa de Marc Silvestri para esta revista dos X-Men!
Estávamos no ano de 1989, com Chris Claremont à frente deste título dos X-Men. A história chama-se "Fever Dream", e o desenhador da revista foi o mesmo da capa: Marc Silvestri!
Tem tudo, esta capa. Wolverine prostrado numa crucificação em forma de "X" como convém numa revista desta série. Foi uma história de alucinações...


Boas leituras

terça-feira, 10 de julho de 2012

X-Men: Children of the Atom (Os Filhos do Átomo)

Coloquei à disposição dos leitores deste blogue três opções para o post seguinte, e foi este que foi o escolhido (com poucos votos, é certo...).
Os Filhos do Átomo, próximo livro da colecção Heróis Marvel , é a origem da formação
inicial dos X-Men recontada por Joe Casey e Steve Rude no final dos anos “90”. Este TPB no original encontra-se completamente esgotado, e será com certeza um bom livro para esta colecção. Não é uma estória nova, mas ao fim e ao cabo também não é material novo.
Casey teoricamente deveria ter colocado temporalmente a estória nos anos “60”, aquando do surgimento dos X-Men, mas o anacronismo dos computadores e outra tecnologia baralha isto… e também penso que alguns destes X-Men originais não estão bem construídos psicologicamente, caso mais graves: Bobby e Jean Grey! Então esta importante personagem feminina dos X-Men está mesmo pobre… Para além disso acho que falhou um pouco na profundidade que deveria ter dado a elementos de ódio racista e na suposta parte policial da estória, que poderia ser mais bem aproveitada.
Não contando com estes pormenores menos bons do livro, acho que esta origem recontada se lê muito bem, os estigmas sociais relativos aos mutantes estão lá todos, e os polos Professor Xavier / Magneto funcionam bem. As sementes manipuladoras do Professor estão bem claras nesta estória, e não, ele não é assim tão bonzinho como faz querer parecer…
Acho que Steve Rude se portou muito bem artisticamente, com um traço retro a fazer lembrar os antigos artistas da Marvel que fizeram estória nos anos “60”.
É claro que foi muito conveniente colocar três dos originais X-Men na mesma escola secundária, facilita a acção centrada no Professor.
Os mutantes começam a ser perseguidos em todo o lado devido a vários acidentes, e os bullies da escola iniciam o seu trabalho começando a perseguir mutantes. Xavier começa os seus contactos com mutantes nesta mesma escola (excepto Jean Grey e mais tarde o Anjo), assim como o racista/xenófobo/nazi William Metzger começa a recrutar os seus soldados anti-mutantes. Xavier tem um aliado no FBI, o agente Duncan, que o apoia na tentativa de escudar os novos mutantes.
Basicamente é isto… recrutamento, treino e união da primeira equipa de X-Men!
Os dois momentos que eu adorei graficamente tiveram como protagonista o Anjo. A primeira vez que o livro nos mostra o Anjo a voar, e mais tarde fugindo a um Sentinela estão muito bons, e ficaram-me na retina!
A capa que eu coloquei no topo é da colecção “Heróis Marvel ” e a original (referente a esta crítica) está aqui em baixo, as páginas apresentadas também são retiradas do original, visto que ainda não tenho acesso ao livro.




Boas leituras

TPB
Criado por: Joe Casey e Steve Rude
Editado em 2000 pela Marvel
Nota: 7 em 10

Disqus Shortname

sigma-2

Comments system

[blogger][disqus][facebook]