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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Red Hood and The Outlaws #1


Este post podia-se chamar “Os Norte-Americanos e o Sexo”.
Mas não… é apenas um post sobre um comic (revista de BD) que saiu na fornada dos 52 novos títulos da DC. E nem é um bom comic…
Mas os norte-americanos gostam de chamar a atenção para a sua pureza virginal, e o comic (que nem é um bom comic) em três posts que eu li sobre ele, somados, teve cerca 900 comentários… COMO É QUE É POSSÍVEL!!!!!!??????????
Tudo isto porque uma extra-terrestre, Kory (Starfire) tem neste relaunch da DC um perfil completamente novo, e é uma mulher sexualmente desinibida que não confunde amor com sexo mas gosta deste e é ela que escolhe o seu parceiro de brincadeiras, que neste caso até é o parceiro e amigo do namorado!
Isto vale 900 comentários em 3 posts?????
Estes americanos são loucos! Então… uma mãe queixa-se que o filho de 7 anos comprou este comic e ficou transtornado por ver uma das suas personagens preferidas a portar-se como uma p*** (traduzindo…). Esta senhora esqueceu-se de ver o “rate” do comic e qual idade dos leitores, ou seja, se era para o seu filho ou não! Não está lá a dizer que era para 7 aninhos!
Mais, logo no início há uma carnificina mas disto ninguém falou! Ou seja… sexo = pecado inominável (mesmo que nem sequer se veja nada, apenas implícito), violência = virtude angelical (e vamos ensinar as nossas crianças de 7 anos como a arrancar uma cabeça em 3 passos)!
Eu presumo que a DC quando fez este “relaunch” do seu universo tenha feito um estudo, e deve ter reparado que os consumidores de comics preferenciais neste momento estão numa faixa etária mais elevada. Isto sou eu a especular, mas não deve fugir muito a isto…
Qual é a palavra mais procurada no Google? SEX!
Ok… então vamos pôr uma cenas mais “hot” e desinibidas para atrair pessoal mais velho! É puro marketing? Claro! Comics é negócio!
Agora se esta série é boa? Não sei… apenas saiu este comic (uma dúzia de páginas), e com isto não posso fazer, ou formar uma opinião. Se eu gosto deste novo perfil da Starfire? Não!
Mas não pelos motivos invocados pela grossa maioria dos “comentadores”. Apenas porque a tornaram impessoal e sem respeito pela humanidade em geral. Ora isto é tudo menos a Starfire que eu conheci… não sei gosto desta!
A estória vou escusar-me de comentar por agora, a arte é perfeitamente mediana. Não é daquelas que mais me agrada, excepto quando retratam a Starfire em posições de “pin up” profissional! Hahahahhahahahha
Gostei da introdução daquela sociedade secreta (All Cast), da nova relação entre o Arsenal (antigo companheiro de Green Arrow) e Jason Todd (Red Hood). Mas fico-me por aqui.
Digamos que de todos os que eu li foi o que menos me convenceu. Mas como já disse anteriormente, é apenas uma dúzia de páginas.
De qualquer maneira... fraquito começo!

Boas leituras

Revista (Comic)
Criado por Scott Lobdell e Kenneth Rocafort
Editado em 2011 pela DC Comics

terça-feira, 15 de setembro de 2009

52


52.
52 semanas sem a “santíssima trindade” do universo DC: Superman, Batman e Wonder Woman.
Este é uma série de quatro livros dos quais eu tenho alguma dificuldade em falar ou criticar. São muitos “plots”, é a ligação de muitas das pontas soltas, que já vêm da Infinite Crisis e Indentity Crisis já não falando dos inúmeros “twists” dentro da própria série.
É um exemplo de como se pode fazer uma série de inegável e aclamada qualidade, e no fim ser um sucesso comercial também. Temos apenas heróis de segundo e terceiro plano em diversos arcos que se vão interligando ao longo destas cinquenta e duas semanas em tempo real. Para isto contribui fortemente a escolha dos quatro argumentistas: Mark Waid, Geoff Johns, Grant Morrison e Greg Rucka.
É impressionante como a diferente narrativa que cada um delas imprime à estória se consegue harmonizar, apesar dos diferentes estilos de cada um. Toda a estória, nos vários momentos diferentes, com heróis e teatros distintos, se consegue manter sempre num alto nível ao longo de 1112 páginas, no conjunto dos quatro livros.
A arte, como seria de esperar, varia muito de qualidade e de estilo, ou não estivessem oito diferentes artistas de serviço a esta série.
No primeiro livro aparece um Booster Gold que tenta ocupar o lugar do Super Homem em Metropolis, como sendo o herói número 1. Para isso serve-se de Skeets, o seu parceiro robot, e do seu conhecimento do futuro. Mas este Booster Gold está ao serviço de marcas conhecidas, fazendo-lhe publicidade com “badges” no seu fato dourado. Tudo corre bem até ele falhar um acontecimento onde os três grandes heróis deveriam aparecer. Aqui ele desconfia que, ou Skeets está a funcionar mal, ou a linha temporal tinha sido alterada. No entanto continua na sua cruzada comercial, até aparecer um verdadeiro herói: Supernova! Este é mais poderoso, e não está ao seviço de grandes grupos comerciais. Aqui começa o declínio de Booster Gold. A descoberta da identidade de Supernova lá mais para a frente, é um delicioso “twist”… Booster Gold descobre que pode ter sido ele a quebrar a linha temporal.
Temos Lex Luther a fabricar o seu grupo de super-humanos (Infinity, Inc.) e a vender super poderes a qualquer pessoa. Como contraponto moral existe Steel, esse sim moralmente parecido com o Super-Homem. Por outro lado Renee Montoya em conjunto com o Question, começa a investigar actividades do Intergang. No espaço estão Animal Man, Adam Strange e Starfire, perdidos desde a Infinite Crisis. E também a partir deste evento, os desaparecidos Green Lantern Alan Scott e parte dos Teen Titans reaparecem, mas com muitas mazelas. Ralph Dibny, ainda amargurado e deprimido pela sua perda (Identity Crisis), procura uma maneira de trazer a sua amada esposa à vida, e tenta servir-se da magia para esse efeito.
Black Adam inicia uma cruzada à sua maneira com vista à eliminação de super-vilões, e inicia uma coligação entre Kahndaq e uma série de países com regimes políticos duvidosos, para fazer contraponto ao resto dos super-heróis. Entretanto são reunidos na ilha de Oolong um verdadeiro grupo de cientistas loucos e sanguinariamente depravados, "The Science Squad", com vista à criação de aberrações mortíferas.
Assim se monta o teatro da série, em que no segundo volume abranda um pouco, para uma explosão de acção no terceiro volume. O quarto livro é o grande final da série, em que tudo volta ao sítio, terminando com a World War III que podia ter o nome de “o mundo contra Black Adam”. A controversa figura da Batwoman homossexual é apresentada aqui nesta série, sendo ela um antigo amor de Renee Montoya (também protagonista na série 52). Deu que falar nos EUA há umas semanas atrás!
:D
Boas leituras!

TPB
Criado por: Mark Waid, Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka, Joe Bennett, Mike McKon, Jack Jadson, Chris Batista, Darick Robertson, Ruy Jose, Justiniano e Keith Giffen
Editado em 2007 pela DC Comics
Nota : 9,5 em 10

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