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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Lançamento Levoir: Sandman
Mestre dos Sonhos



A Levoir vai publicar em português a partir de6 de Outubro a grande e maravilhosa série Sandman. Por inteiro! Em capa dura!
Aqui o je ficou maravilhado... :)

Esta obra, assim como Watchmen, fez saltar a Nona Arte do rótulo "para crianças", para uma maturidade reconhecida. Quando começou a sair nos EUA, uma grande franja de leitores não consumidores normais de BD, sobretudo mulheres, reconheceu nesta obra um brilho acima da média, e fez dela um dos maiores best sellers da Banda Desenhada.
O principal personagem da obra é Morfeu, o Senhor dos Sonhos. Logo no princípio, no primeiro arco de história, Morfeu é capturado por engano num ritual em que o objectivo era capturar a sua irmã, Morte, por um Mago que queria viver para sempre.

Tomem atenção a esta apresentação por parte da Levoir:

Sandman

O primeiro volume Sandman, Mestre dos Sonhos de Neil Gaiman, Prelúdios e Nocturnos entrou na gráfica com 232 páginas. A partir de 6 de Outubro, a LEVOIR e o jornal Público vão lançar a Edição integral da série original do SANDMAN escrita por NEIL GAIMAN. São 11 volumes em edição de coleccionador, capa dura, dos quais 8 inéditos em português de Portugal, um volume por semana a 11,90€.

Considerada a melhor série de sempre do selo editorial americano VERTIGO.

Os livros são:
1.-Prelúdios e Nocturnos
2.-Casa de Bonecas
3.-Terra do Sonho
4.-Estação das Brumas
5.-Um Jogo do Ti
6.-Fábulas e Reflexões
7.-Vidas Breves
8.-A Estalagem no Fim do Mundo
9.-As Benevolentes 1
10.-As Benevolentes 2
11.-A Vigília

O que dizem de SANDMAN:

"Neil Gaiman is, simply put, a treasure house of story, and we are lucky to have him in any medium." - Stephen King

"The greatest epic in the history of comic books" - Los Angeles Times Magazine

"Clever, witty and beatufully rounded off."- Time Out



Boas leituras




terça-feira, 26 de maio de 2015

Vertigo: Pré-Vertigo Parte 4
A história que antecede o selo: 1989




O ano de 1989 foi bastante fértil no que diz respeito às sementes da Vertigo. Com capa de Janeiro, foi lançada uma nova série que rapidamente se tornaria o ex libris da linha de revistas mais adultas da DC, e fixando o terror e fantasia gótica como géneros preferenciais dessa linha. Recrutando um jornalista completamente desconhecido chamado Neil Gaiman, a editora Karen Berger permitiu-lhe escrever duas personagens obscuras e, à altura, esquecidas.

A primeira foi Black Orchid. A Orquídea Negra era um heroína com poderes, pouco conhecida, que tinha aparecido brevemente em antologias. Gaiman resolveu ligá-la a outros heróis com temas relacionados com vegetais, como o Monstro do Pântano, escrevendo a sua origem definitiva, mas a história era bem mais intimista graças à arte pintada de Dave McKean. Editada numa mini-série de três edições em formato prestige, a primeira edição ainda surgiu com a data de 1988, mas como a DC estava em processo de revisão das datas de publicação mostradas na capa, saiu ao mesmo tempo que as primeiras revistas com capa de 1989. A encadernação de Black Orchid já teve lugar na Vertigo, seguindo-se uma nova série mensal em 1993, mas já sem Gaiman.

Praticamente ao mesmo tempo, Gaiman também lançou uma nova série mensal com o título Sandman. Embora ostensivamente inspirado tanto no personagem dos anos 40 (Wesley Dodds) criado por Gardner Fox como no super-herói do anos 70 (Garrett Sanford) de Joe Simon e Jack Kirby, o Sandman de Gaiman é a personificação do conceito de sonho. Durante os 75 números da série, acabou por se tornar uma das mais premiadas e prestigiadas séries de banda desenhada de sempre, com a escrita mais desenvolvida e mais inovadora nas editoras grandes. Apesar do uso de sombras, do ambiente gótico e de um personagem principal baseado visualmente no cantor Robert Smith, a história de Sandman não era nada pessimista, antes pelo contrário, até porque as várias personagens (desde a personificação da Morte a Lucifer, um dos três senhores do Inferno), sejam principais ou secundárias, têm todas personalidades bem magnéticas. A Morte, Lucifer e os Dead Boy Detectives, personagens lançados nesta série, tiveram direito a séries no futuro, e Gaiman também soube repescar alguns conceitos anteriores, incluindo Caim e Abel (os apresentadores das revistas antológicas dos anos 70, House of Mystery e House of Secrets) e Matthew Cable, ex-marido de Abigail Holland (esposa do Monstro do Pântano), agora transformado num corvo.

Em Fevereiro, foi a vez de Grant Morrison receber mais um título. A partir do número 19, o escritor escocês foi nomeado para a revista Doom Patrol, que também passou para a linha de material mais adulto, e deixou completamente de lado as histórias de super-heróis que eram comuns anteriormente. Em vez disso, Morrison pegou no lado mais estranho das histórias originais dos anos 60 (a Patrulha do Destino era composta por heróis com falhas óbvias, como o Robotman, a Mulher Elástica ou o líder deficiente físico, Niles Caulder), avançando numa direcção mais psicadélica, com novos membros ainda mais estranhos, e uma equipa de vilões, a Irmandade de Dada, que representava a inspiração cultural usada nestas histórias, onde o nonsense era normal e o invulgar tratado como lugar-comum. Morrison continuou no título até ao número 63, precisamente um mês antes da entrada na Vertigo, mas Rachel Pollack manteve o mesmo espírito até ao cancelamento da revista, no número 87.

Em Março foi a vez de se iniciar a nova-série do herói aviador Blackhawk (Falcão Negro). No entanto, agora o título Blackhawk referia-se a uma equipa de aviadores, com as histórias a continuarem no seguimento da mini-série de Howard Chaykin e de um segmento regular na antologia Action Comics Weekly. Martin Pasko escreveu a maior parte das histórias, com Rick Burchett como artista regular. As histórias lidaram regularmente com o clima paranóico anti-comunista do pós-Segunda Guerra, espionagem e ciência proibida, mas sempre integrado num ritmo constante de acção e aventura, o que não afastou o título da etiqueta para adultos, mesmo com uma arte que por vezes se podia considerar mais apropriada para a caricatura humorística do que para a violência da série. Blackhawk teve direito a 16 números e um anual.

Quem tinha etiqueta para adultos era a mini-série Skreemer, de Peter Milligan e Brett Ewins, com seis números publicados a partir de Maio. Com uma premissa original, Skreemer segue a ascensão ao poder do mafioso Veto Skreemer, num mundo pós-apocalíptico onde  há espaço para o horror, mas num ambiente de história de crime, já que o poder formal está concentrado nas mãos do crime organizado e o território é activamente disputado por gangues armadas. No entanto, o próprio Skreemer acaba a lutar para manter o seu degradante império. Skreemer foi integrado na Vertigo quando um encadernado foi finalmente publicado em 2002.

Os heróis pulp da Street & Smith regressaram à DC em 1989, com a publicação de uma nova série do Sombra em Setembro. Depois do mal recebido ciborgue da era moderna, as histórias voltaram ao ambiente normal dos anos 30 no título The Shadow Strikes, com Gerard Jones a escrever a maior parte das histórias, tendo Eduardo Barreto e Rod Whigham sido os artistas regulares. A revista durou até 1992, com 31 números e um anual, replicando fielmente o ambiente das histórias originais do Sombra, mas com alguma influência da linha mais adulta da DC. Antes disso, em Julho, a DC lançou uma mini-série de dois números em formato prestige do título Justice Inc., por Andy Helfer e Kyle Baker, com o detective Richard Benson (que aparecia nas histórias pulps como The Avenger) a ver-se envolvido numa conspiração que envolve a CIA.

No final do ano, a DC trouxe de volta ao activo Desafiador (Deadman). Apesar de visualmente interessante, graças à sua aparência criada por Carmine Infantino, a personagem, cujo verdadeiro nome é Boston Brand, sempre teve histórias formulaicas, em que a sua situação como um fantasma controlado pela deusa Rama Kushna o colocava no papel compulsivo de possuir o corpo de pessoas vivas com o intuito de resolver crimes. No entanto, em Deadman: Love after Death, uma mini-série de dois números em prestige format escrita por Mike Baron e desenhada por Kelley Jones, Brand finalmente dedica tempo a si próprio e às suas necessidades. Jones também modificou a aparência do Deadman para ficar mais parecido com um esqueleto. Esta história nunca foi reimpressa na Vertigo, mas colocou-o no limiar da linha adulta.

Este ano também viu Jim Starlin regressar às sagas cósmicas, não na sua antiga casa, a Marvel, mas na rival DC. Starlin tinha ido para lá para matar Robin nas páginas do Batman, mas teve a oportunidade de criar um novo épico, Gilgamesh II. De início, a história parece lembrar a do Superhomem, com um alienígena enviado para a Terra vindo de um planeta destruído. Na verdade, o alienígena não parece tão humano como Kal-El e acaba por usar as suas capacidades físicas e intelectuais para chegar ao topo do regime corporativista que domina o planeta. É nessa fase que Gilgamesh Bonner, como foi baptizado, descobre que há outro igual a ele, Otto, e a partir daqui a história segue a estrutura do épico de Gilgamesh, com Otto a fazer o papel de Enkidu, excepto no final, que vê Gilgamesh sacrificar-se no submundo (um rasgo na realidade) em vez de salvar Otto. Gilgamesh II nunca foi reimpresso em inglês, das poucas obras de Starlin nessa condição.

Mais uma vez, e também no fim do ano, Batman voltou a aproximar-se da linha adulta com a graphic novel Arkham Asylum, escrita por Grant Morrison e pintada por Dave McKean. O estilo irreal coaduna-se bem com a história, passada no asilo de criminosos de Gotham City, onde Batman deve enfrentar todos os seus inimigos. Além desta história, a linha Batman ganhou algumas adições onde se podiam contar histórias fora da continuidade geral, nomeadamente a antologia Legends of the Dark Knight, lançada em Novembro, e o que se passou a considerar o primeiro livro da linha Elseworlds, Batman: Gotham by Gaslight.

Finalmente, 1989 foi também o ano de lançamento de uma nova linha de livros, de autores independentes, e com uma tendência mais experimentalista, denominada Piranha Press, cujas edições não tinham qualquer logótipo da DC na capa. As primeiras edições foram a graphic novel The Sinners, the Alec Stevens, a série antológica Beautiful Stories for Ugly Children, de Dave Louapre e Dan Sweetman, Etc., de Tim Conrad e Michael Davis, e Gregory, de Marc Hempel. Algum material da Piranha Press, nomeadamente Epicurus the Sage, de William Messner-Loebs e Sam Kieth, e Why I Hate Saturn, uma graphic novel de Kyle Baker, acabaram por ser republicados na Vertigo, anos depois. A Piranha Press continuou a editar até 1994, quando deu o seu lugar à semelhante Paradox Press.







Conheça ou recorde as partes anteriores:
Parte 3: Vertigo Pré-Vertigo: A história que antecede o selo: 1988
Parte 2: Vertigo Pré-Vertigo: A história que antecede o selo: 1986-1987
Parte 1: Vertigo Pré-Vertigo: A história que antecede o selo: 1982-1985

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Sandman Overture #2 adiada para o ano e algumas páginas de Sandman Overture #1


Infelizmente a revista bi-mensal Sandman (nova série) foi adiada. Deveria sair em Dezembro, mas Neil Gaiman justificou-se:

Sure. I understand your disappointment and sympathise. We’re both really sorry about the delay. It’s unprofessional, and is mostly due to the giant signing tour I was on from June, and me not getting script written on the tour, with knock-on effects. We’re hoping it’ll be the only delay though.
(Retirado do site Bleeding Cool)

Ficam com a maravilhosa capa de J.H. Williams III para esta segunda revista e........ o Leituras de BD tem uma surpresa para esta noite!
"Ofereço" aqui Sandman: Overture #1 para quem não comprou, ou ainda não leu:

Sandman: Overture #1





















































J.H. Williams III é um espectáculo, certo?
:D

(Sinto a Batwoman tãooooo orfã...)

Boas leituras

terça-feira, 2 de julho de 2013

Capas: The Sandman - Overture #1


É assim. Vamos assistir ao renascer de uma mítica série em 30 de Outubro, 2013. A série é Sandman, e será escrita por Neil Gaiman (claro) com arte de JH Williams III.
De qualquer modo, esta primeira capa é lindíssima!


Não sei se será bom trazer esta série de novo... tenho medo que seja apenas uma maneira de ganhar dinheiro com a fama de uma das melhores séries da BD norte-americana. Sandman tinha ficado fechada e finalizada, portanto não percebo este reviver da série...

Espero que o objectivo seja mesmo a reconstrução do selo Vertigo da DC Comics, na era pós Karen Berger, visto que foram anunciadas mais séries que irão pontificar nesta nova Vertigo. A saber:

  • Hinterkind: Ian Edginton e Francesco Trifogli
  • The Discipline: Peter Milligan e Leo Fernandez
  • The Dead Boy Detectives: Toby Litt e Mark Buckingham
  • Suiciders: Lee Bermejo
  • Coffin Hill: Caitlin Kittredge
  • The Witching Hour: Kelly Sue DeConnick, Cliff Chiang, Lauren Beukes, Emily Carroll, Matthew Sturges, e mais alguns...

Em relação a este Sandman, Neil Gaiman disse ao periódico norte-americano:
"Williams‘s pages in Overture are the most beautiful pages I have ever seen in periodical comics, I ask him to do the impossible, and he gives me back more than I asked for.”

Melhor elogio que este é difícil, mas ao mesmo tempo colocou a fasquia muito alta para o desenhador da Batwoman!

Do lado direito têm o poster promocional do título.

Boas leituras

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Ilustração: Death por JH Williams III


JH Williams III parece que vai ser o desenhador do esperado Sandman Zero, com argumento de Neil Gaiman.
Este desenhador é por demais conhecido com o seu trabalho em Promethea e Batwoman, portanto esperamos umas "double spread pages" fenomenais, que já são a sua imagem de marca!
Fiquem com duas ilustrações da carismática personagem de Sandman: Death!


Boas leituras

domingo, 18 de janeiro de 2009

Absolute Sandman Vol. 4


E assim chega ao fim esta mega-saga da Vertigo. Estes quatro magníficos “Absolutes” foram editados no curto espaço de dois anos, e agora só faltaria mesmo o spin-off “Absolute Death”, que está planeado para o fim de 2009.
Este super volume final é composto pelo muito bem estruturado “The Kindly Ones” e pelo belíssimo “The Wake”. A primeira estória, “The Kindly Ones”, é a maior de toda a saga e também a que tem a arte mais difícil de tragar… embora depois de começar a ler se chegue à conclusão que a ligação entre o texto de Gaiman e os desenhos de Marc Hempel, se interligam extremamente bem. Depois para adoçar a boca no seguimento de uma refeição bastante “agreste”, temos em “The Wake” uma arte maravilhosa de Michael Zulli, da qual é impossível não gostar! Como estórias introdutórias temos “The Castle”, antes de “The Kindly Ones”, e como apêndices temos “Exiles e “The Tempest”, depois de “The Wake”.
Como disse atrás, “The Kindly Ones”, é uma estória altamente bem estruturada que conta os últimos dias de Morpheus. Tudo é despoletado pelo desaparecimento de Daniel, filho de Lyta Hall (heroína reformada), e esta convence-se de que o senhor dos sonhos é responsável. A partir daqui personagens secundários tornam-se principais (Lyta Hall, The Corinthian, Thessaly, Rose Walker, Loki, etc.) e Lyta acaba por conseguir levar as “Furies” a perseguir Morpheus, pois este derramou sangue da própria família (Orpheus), premissa básica para a vingança destas bruxas. As Furies iniciam o seu plano de destruição do Reino dos Sonhos, eliminando metodicamente os personagens principais deste Reino. No fim, temos um triste Morpheus no topo de um penhasco, junto com a sua irmã Death… conversam, e ele dá-lhe a mão! No mesmo instante dá-se a metamorfose de Daniel…
“The Wake” é praticamente um epílogo de toda a série, onde todos os personagens de alguma importância desta série falam de Morpheus e de que modo ele afectou as suas vidas, assim como entre eles próprios… é o episódio que une o resto das pontas soltas. Acho que já fiz demasiados spoilers, portanto fico por aqui.
Ficam os links das outras três críticas:
- Absolute Sandman Vol.1
- Absolute Sandman Vol. 2
- Absolute Sandman Vol. 3
Boas leituras!

Slipcased Hardcover
Criado por: Neil Gaiman, Dave McKean, Michael Zulli, Daniel Vozzo, Marc Hempel, Kevin Nowlan, Todd Klein, Charles Vess, etc
Editado em 2008 por Vertigo (DC Comics)
Comprado em Amazon
Nota : 11 em 10


sexta-feira, 9 de maio de 2008

Justice Society of America : The Next Age


Voltando às reviews de comics, descobri este JSA na minha prateleira e resolvi puxar o livro cá para fora. Irei fazer uma série de reviews a vários livros, que não tiveram o "direito" a uma crítica na altura em que foram lidos... não é por não serem piores que os outros, foi uma questão de oportunidade na altura!
Não vou fazer a resenha histórica deste grupo, apenas que passaram por lá grandes heróis do Universo DC como Superman, Wonder Woman e Batman. Como é dito no princípio do livro, a Justice League of America é uma força de intervenção e a Justice Society of America é uma família...
Entenda-se esta fase da JSA como o volume III deste grupo e é escrito por um dos meus autores de comics favorito: Geoff Johns! Isto para mim quase que basta para fazer logo um bom juízo de valor em relação a esta fase desta grupo.
Começa com três dos "originais" (Green Lantern, Flash e Wildcat) a escolherem a próxima grelha deste grupo, sendo as primeiras escolhas heróis com alguma experiência, como por exemplo: Mister Terrific e Power Girl, sendo os seguintes, heróis antigos com indivíduos novos, ou seja, "reencarnações", como por exemplo: Liberty Belle e Doctor Mid-Nite. Procuraram também heróis sem experiência como Damage e o novo Starman... além do filho de Wilcat que este não sabia existir (um lobisomem...), assim a grelha ficou:
- Power Girl (Presidente)
- Wildcat
- Flash
- Green Lantern
- Mister Terrific
- Liberty Belle
- Hourman
- Stargirl
- Doctor Mid-Nite
- Maxine Hunkel
- Starman
- Damage
- Hawkman
- Sandman
- Obsidian
Este livro foca-se nos laços de sangue e familiares de super humanos, pois alguém de um passado muito longínquo quer reinar nos próximos séculos sem super heróis a atrapalhar! Assim planeia acabar com as linhas de sangue das principais famílias de heróis, no fim acabando às mãos de um pai e filho...
Esta estória, para primeiro volume, está muito boa e a arte de Dale Eaglesham não destoa da estória. As capas estão a cargo do famoso Alex Ross.
Boas leituras e espera-se o segundo volume: Thy Kingdom Come
Tenho e fazer uma nota negativa... A DC deve estar à espera que os seus leitores comprem tudo quanto sai, assim o finalizar de uma situação criada neste livro é terminada em Lightning Saga, Vol. 2 da Justice League... Isto não se faz, é feio a nivel editorial. Uma coisa são comics, outra coisa são compilações e neste caso não deveria acontecer o finalizar de arcos de estória, noutras compilações de séries diferentes! Esta é a minha opinião como leitor!

Hardcover
Criado por: Geoff Johns, Dale Eaglesham e Alex Ross
Editado em 2007 por DC Comics
Comprado Amazon
Nota : 8 em 10

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Absolute Sandman Vol. 1


Para mim é muito dificil fazer uma review a uma obra deste calibre. Neil Gaiman e o "exército" de artistas que participou nesta obra, anterirmente compilada em 10 TPB, e agora na sua versão mais luxuosa, rearranjada, recolorida (apenas onde necessário), com uma aproximação da página impressa à originalmente criada, enfim, mais alguns "brindes" pelo meio, e temos uma grande obra de Banda Desenhada nas suas duas vertentes artísticas: narrativa e desenho, não esquecendo os coloristas e o homem que fez as capas... mas já lá vamos a nomes!
Esta obra, assim como Watchmen,fez saltar a Nona Arte do rótulo "para crianças", para uma maturidade reconhecida. Quando começou a sair nos EUA, uma grande franja de leitores não consumidores normais de BD, sobretudo mulheres, reconheceu nesta obra um brilho acima da média, e fez dela um dos maiores "best sellers" da Banda Desenhada.
O principal personagem da obra é Morfeu, o Senhor dos Sonhos, ou seja personifica os sonhos. Logo no princípio, no primeiro arco de estória, Morfeu (Morpheus) é capturado por engano num ritual em que o objectivo era capturar a sua irmã, Morte (Death), por um Mago que queria viver para sempre...! Fica prisioneiro por 70 anos e acaba por conseguir escapar da sua enfeitiçada prisão, sem nunca soltar uma palavra! É claro que durante estes 70 anos muitas pessoas passaram a padecer de doenças relacionadas com o sono... ou não acordavam, ou acabavam por ficar loucas! Depois de escapar, Morfeu teve de se adaptar a sete décadas perdidas e começar a demanda da recuperação dos seus três objectos de poder, perdidos aquando da sua captura: a máscara, o saco de areia e a sua jóia.
Este primeiro volume de Absolute Sandman contém três livros:
- Preludes and Nocturnes
- The Dolls House
- Dream Country
Como actores convidados neste livro temos John Constantine (sim... o do filme Constantine), J´onn J´onzz (Martian Hunter da Liga da Justiça), Scarecrow (Espantalho, inimigo de Batman), o Demónio Etrigan e Lúcifer (isto para além da Element Girl que procura a Morte, e a encontra...)!
Morpheus tenta recuperar a opulência do seu reino após sete décadas de ausência, e para recuperar o seu poder passa por ter de desafiar os lideres do Inferno e percorrer outros reinos dos "Endless" (Perpétuos), seus irmãos. Ocasionalmente passa pelo reino das Fadas e por Asgard!
Em Portugal foram editados, pela quase parada editora Devir, três TPB: "Prelúdios", "Nocturnos" e "Na Terra dos Sonhos". Infelizmente a Devir parou por aí, porque nós Portugueses somos muito superiores a estes arremedos de cultura.
Toda esta excelente e obrigatória obra, tão obrigatória como qualquer clássico da Literatura ou da Sétima Arte (cinema) é escrita por Neil Gaiman, estando as capas a cargo de Dave McKean (está confirmada a sua presença no VI Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja 2008) e a arte está a cargo de inúmeros desenhadores e coloristas de que farei referência a todos lá mais em baixo!
Se puderem comprem... não é barato, mas é uma obra que esteve várias semanas na lista de best sellers do New York Times. Não vou enumerar os prémios que esta série ganhou porque são muitos, e podia tornar-se maçudo...
Para acabar vou só referir que a edição "Absolute" desta obra também é excepcional! A caixa, o papel, enfim... todos os pormenores são levados quase há exaustão nesta edição de seicentas e poucas páginas! Ficará completa a obra, na edição "Absolute", com quatro volumes. Estão editados dois, estando o terceiro agendado para Junho e o quarto para Novembro.
Já agora, e como curiosidade, parece mesmo que o personagem Morpheus foi desenhado à imagem e semelhança de Roberth Smith, do grupo musical The Cure...
Boas leituras!

Slipcased Hardcover
Criado por: Neil Gaiman, Dave McKean, Sam Kieth, Mike Dringenberg, Chris Bachalo, Michael Zulli, Kelley Jones, Charles Vess, Colleen Doran, Malcolm Jones III, Steve Parkhouse, Daniel Vozzo, Zylonol e Steve Oliff
Editado em 2006 por Vertigo (DC Comics)
Comprado em Amazon
Nota : 12 em 10

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Capas


Capa do livro Sandman Companion, que eu adoro.... a capa ... li muito pouco desta excelente série de Banda Desenhada da autoria de Neil Gaiman !
:-)

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