Mostrar mensagens com a etiqueta Osvaldo Medina. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Osvaldo Medina. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Lançamento Kingpin: O Elixir da Eterna Juventude



Agora um lançamento de autores portugueses, uma editado pela Kingpin Books com argumento de Fernando Dordio e arte de Osvaldo Medina: O Elixir da Eterna Juventude

Um livro baseado, ou tendo como personagem fulcral uma pessoa bem real, o incontornável Sérgio Godinho!

Fiquem com as imagens e nota de imprensa da Kingpin Books:




O ELIXIR DA ETERNA JUVENTUDE
Uma dança no mundo de Sérgio Godinho

História de Fernando Dordio
Desenhos de Osvaldo Medina

Uma curiosa personagem e amigo de longa data entrega a SÉRGIO GODINHO um misterioso diário que contém informações codificadas sobre a localização do mítico Elixir da Eterna Juventude. Intrigado por ser apontado como a chave desse mistério, Sérgio aventura-se numa jornada em busca do Elixir, num universo povoado pelas suas criações de mais de quarenta anos de carreira. Rapidamente, apercebe-se que não embarcou numa jornada qualquer, mas numa violenta disputa entre o acto criativo e a banalidade mediática.

Fernando Dordio (Franco: Caos e Ordem) presta uma homenagem singular a um dos nomes maiores da música e cultura portuguesas, ilustrada pelo multipremiado Osvaldo Medina (A Fórmula da Felicidade, Roleta Nipónica, Kong The King).

88 páginas, cor.
Capa dura, 20,2x27,6cm.
PVP: 12,99EUR
ISBN: 978-989-8673-40-4

Capa A (Osvaldo Medina) com distribuição exclusiva do Jornal Público a partir de 25 de Outubro. Apresentação nesse dia às 17h no auditório do jornal, com a presença de Sérgio Godinho e dos autores.
Capa B (Nuno Saraiva) limitada a 500 exemplares e exclusiva das lojas Fnac e da Kingpin







Boas leituras




terça-feira, 31 de março de 2015

Anicomics 2015: Entrevista a Osvaldo Medina



Osvaldo Medina é um dos bons desenhadores portugueses. Já trabalhou com diversos argumentistas, como Nuno Duarte, David Soares ou Mário Freitas, foi galardoado com vários Prémios nacionais e tem o seu dedo em muitas animações que passam pela televisão.

Vai estar presente neste Anicomics de 2015 para falar sobretudo do seu livro em execução "Kong da King". Assim o Leituras de BD resolveu fazer uma entrevista no âmbito da divulgação do 6º Anicomics para que os leitores deste blogue conheçam um pouco mais do artista Osvaldo Medina, e ver mais quatro páginas pela primeira vez (as 4 primeiras).

_______________________________________________

Entrevista a Osvaldo Medina

Primeira pergunta cliché... Podes falar um pouco do teu percurso profissional dentro do mundo da BD e Animação?

Comecei a trabalhar em animação em 97 com a produtora Animanostra, um dos meu primeiros trabalhos foi a intercalação do " Patinho" para o canal 2. Trabalhei em diversas séries de animação e curtas metragens realizadas pelo Ricardo Blanco, Pedro Brito, Afonso Cruz, André Ruivo, Filipe Abranches, etc...Estive na Animanostra até 2012. Daí passei para a Bang Bang na produção "Nutriventures" como storyboarder. Agora estou a fazer o mesmo na Go-to na série "Lucas" que começou a ser transmitida na RTP2 na semana passada.
Entretanto comecei a fazer BD a sério com a "A Fórmula da Felicidade",escrito pelo Nuno Duarte, em 2009, "Mucha" do David Soares, o "Caos" do Fernando Dordio, o "Hawk" do André Oliveira, os "Pigs" do Mário Freitas.

O teu novo livro, que penso estará prestes a sair chama-se King the Kong. Como surgiu na tua cabeça este King The Kong?

Haha atenção o livro chama-se "Kong da King"! O Kong foi um personagem que rabisquei enquanto fazia um chatíssimo trabalho de animação, o personagem foi criado já há uns bons anos...Estava à espera de uma história que lhe servisse, rabisquei-a durante outro trabalho e saiu isto que estou em vias de concretizar.

Quais são as tuas expectativas em relação a este trabalho?

As minhas expectativas são acima de tudo que as pessoas gostem do livro e de editar fora do país. Temos que ir à internacionalização senão ficamos entalados neste canto.



























Podes falar um pouco do livro e já agora, que tipo de emoções pretendes que os teus leitores sintam após acabarem de ler o livro?

O livro não tem texto, jamais foi escrito texto algum ( mas tem argumento hm!!), passei directamente da idealização para o rough da esquematização de pranchas. Deu-me algum gozo, acima de tudo porque este trabalho é só meu. Digam o que disserem o responsável sou só eu. É acima de tudo um livro bem disposto, não é que não goste de material mais pesado (a minha próxima BD a solo vai ser !) mas também é preciso alguma boa disposição. Quero que as pessoas reconheçam as situações que surgem no livro e que percebam que é uma crítica divertida ao nosso mundo.

São cerca de 120 páginas sem balões, ou seja, graficamente esta obra terá obrigatoriamente de falar através do desenho, e isso não é uma coisa fácil e por isso não normal no mundo da BD. Porque o decidiste assim? Querias mesmo uma obra a que pudesses chamar tua?

Queria , efectivamente, algo meu. Nada contra o trabalhar com outras pessoas (acho que o nosso trabalho só ganha com as colaborações, olhamos para além do nosso umbigo) mas temos que ter, como autores/criadores, algo só nosso. Queria que fosse um exercício de expressão visual, perceptível aqui ou em Vanuatu. São 134 páginas, neste momento faltam 17.

A aposta no preto e branco neste teu livro é escolha preferencial tua, ou simplesmente não gostas de colorir?

Eu sou um desenhador, não um colorista, acho que me faltam capacidades para isso por isso mantive esta BD no meu meio, o desenho. Temos que saber aonde estão as nossas forças e as nossas limitações. Se eu fosse colorir demoraria muito mais tempo também.

Qual foi a tua maior dificuldade, graficamente falando, com este novo livro, se é que houve alguma?

Dificuldades até agora, só mesmo a dimensão do projecto. Tendo em conta que o meu trabalho, grande parte feito em casa, toma-me muito tempo que acaba por ser roubado aos projectos pessoais como este "Kong".

E o teu sonho como artista de Banda Desenhada e Ilustração qual é? Isto para além do sonho dos costume de ganhar milhões com os livros publicados...

O meu sonho? Não sei, gostava de ter trabalho meu a ser vendido por esse mundo fora. Chega-me.

Tens algum argumentista com quem gostarias de trabalhar mesmo mesmo mesmo?

Não tenho nenhum argumentista que possa dizer isso... Calculo que me perguntes a nível internacional, tenho mais personagens que gostaria de trabalhar um dia...Adoraria fazer um Spirou, sempre fui fã da série. Quanto aos argumentistas nacionais posso dizer que já tenho experiência com alguns!

Pergunta de retórica... O que pensas sobre a BD nacional e o seu rumo actual?

A BD actual. Ao contrário de muita gente, eu acho que vai bem. Como é óbvio não temos nº de leitores suficiente (daí a internacionalização) mas temos N talentos já estabelecidos ou a aparecer. O "Crumbs" é um bom exemplo de trabalho transversal a muitos géneros, que foi bem recebido quando foi apresentado no "Though Bubble". Quanto mais gente trabalhar no meio, melhor gente teremos a trabalhar no meio, é simples.

Qual foi teu o trabalho na BD, sem contar com este que está para sair, que te agradou mais como produto final?

Até hoje o que mais me agradou foi a Fórmula. Talvez por ser o primeiro, pela dimensão... Sem desprimor nenhum para os outros feitos mas, sim, foi esse.

E para o futuro, já tens projectos?

Para o futuro, já há mais coisas combinadas. Com o Nuno Duarte, mais uma vez, uma colaboração com o Mário, com o Dordio...e mais. Mas como está tudo no ar, logo se verá se a coisa se concretiza. E claro, mais uma a solo, não com a dimensão do Kong e uma história muito mais pesada. Essa história surgiu-me em 5 minutos, quase tudo perfeitamente esclarecido, depois de visitar um fojo que é uma armadilha enorme para lobos, usada no norte de Portugal.

Se não tivesses ligado às artes, qual seria a profissão que gostarias de ter?

Não estou a ver trabalho algum em que não pudesse estar ligado à imagem... Outra opção seria a fotografia mas, lá está, imagem. Talvez algo a ver com animais. Durante uns tempos a veterinária era uma opção.

Como passas o teu tempo livre, que eu penso que não será muito?

Tempo livre é algo raríssimo. Acabo por usá-lo na fotografia ou em passeios... Não vou ao cinema desde o ano passado! Não fui ao Porto, ao Comic Con o ano passado por manifesto cansaço.

Já estiveste presente em vários Anicomics, qual o teu sentimento/opinião em relação a este evento?

O Anicomics é um festival curto, intenso, com um público alvo muito bem definido. E é um sucesso por isso mesmo, só lhe falta crescer, mas como é óbvio isso é um passo enorme que terá que ser muito bem calculado pelo Mário. Não há muito mais a dizer! 

Uma mensagem para os leitores do LBD?

Para os leitores  do LBD só uma mensagem, continuem fãs de BD!  Gostem do que gostarem há mercadoria para todos os géneros.

Obrigado Osvaldo, foi um prazer!

O prazer foi meu, grande abraço.








O Leituras de BD apoia o Anicomics


Boas leituras

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Lançamento Kingpin Books: Inspector Franco - Caos e Ordem (Redux)



O livro Agentes do C.A.O.S. – Nova O.R.D.E.M. tem agora uma versão Redux. Tamanho superior, apresenta apenas os cinzas originais e tem retoques em várias páginas (tanto no desenho como em alguns diálogos). E e merecia uma edição destas sim senhor. Aliás sempre achei que este universo criado por Fernando Dordio dava para um excelente série de policial negro!

Uma história está bem construída, e como eu acho que tudo é uma questão de treino, espero que Fernando Dordio não largue estes seus policiais bem negros, porque se fizer um próximo volume com certeza será ainda melhor. Acho que ele poderá atingir um patamar bem elevado neste tipo de registo! Violento e negro!

Osvaldo Medina esteve como um peixe na água! O seu traço presta-se a este tipo de história, deu grande expressividade às personagens e a montagem/construção das páginas está muito boa!

Esta história traz de novo um Inspector Franco resiliente e implacável! Depois de um grande atentado no Metropolitano de Lisboa um grupo terrorista rapta três detetives para servirem de moeda de troca a determinadas informações secretas. Mas será que isto não é tudo um engodo para algo maior? Será que a nossa Polícia Judiciária andou ao engano?
Franco vai provar que está velho, mas os seus ossos são muito duros e não é qualquer terrorista que os consegue roer…

FRANCO: CAOS E ORDEM


Argumento de Fernando Dordio (com Mário Freitas)
Desenhos de Osvaldo Medina
Pintura de Mário Freitas


 

Franco, um veterano Inspector da PJ, amargo e semi-aposentado, é chamado para uma última missão de alto risco, cujo fracasso poderá representar o desmoronamento dos frágeis alicerces do sistema. Um policial cru e brutal sobre o advento cínico de uma nova ordem e o caos que visa lançar sobre a velha ordem instalada; sobre velhos terroristas com velhos sonhos e novos terroristas com os vícios de sempre; sobre velhos polícias com velhos hábitos e jovens polícias com novas manias; sobre velhos hábitos que não mudam e novos hábitos que teimam em ficar na mesma; no fundo, sobre o velho fado português e canções intemporais que permanecem actuais. CAOS E ORDEM é sobre o novo; mas também é, e será sempre, sobre “O Velho”.

Quatro anos depois da publicação original, “Agentes do CAOS: Nova ORDEM” regressa numa versão Editor’s Cut totalmente restaurada, num formato maior e nos tons cinzas em que foi originalmente pintado, com nova legendagem, diálogos revistos e várias páginas remontadas e redesenhadas. Uma edição ambiciosa que amplifica todo o ritmo e energia do clássico hard-boiled de Fernando Dordio, Osvaldo Medina (Roleta Nipónica, Hawk) e Mário Freitas (Super Pig: Roleta Nipónica; O Impaciente Inglês), sem desvirtuar a sua pureza seminal.





Uma edição KINGPIN BOOKS
ISBN: 978-989-8673-09-1
Cartonado, 19,1x26,8cm.
80 páginas, tons cinza.
PVP (c/IVA): 16,99EUR.






















































De notar que esta é uma 2ª versão do 2º livro da série. O primeiro tem o título "Agentes do C.A.O.S. – A Conspiração Ivanov", e todos eles estão à venda no stand da Kingpin Books neste 25ª Amadora BD.
Um livro de boa BD portuguesa, e já agora, parabéns pela capa. Gostei muito.

Boas leituras

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

25º Amadora BD (VI): Um passeio pelas exposições centrais


Uma das maiores dificuldades em programar uma visita ao AmadoraBD é saber em que fim-de-semana vão estar os nossos artistas preferidos ou o tema que queríamos assistir em conferência. Por vezes, isto significa ir ao festival no fim-de-semana menos apropriado e faltar quando temos mesmo vontade de ir. Mas existe algo que podemos encontrar, praticamente sem mudanças, em qualquer dia do evento: as exposições.

Ao contrário da maioria dos eventos de grandes dimensões dedicados à banda desenhada, o AmadoraBD insiste em manter as exposições como veículo motor do festival (simultaneamente, a organização do AmadoraBD insiste em colocar metade das exposições longe do local central, onde ninguém as vai ver, mas paciência...).

- No andar térreo, a primeira exposição, semi-escondida ao lado esquerdo, dedica-se ao 75º aniversário do Batman. Demasiado pequena e compactada, mas interessante com alguns exemplares de arte de nomes famosos que passaram pelo personagem, incluindo Jim Aparo, Berni Wrightson, Frank Miller, Neal Adams, Gene Colan, Dick Sprang, Joe Staton, David Mazzuchelli, Graham Nolan, Joe Jusko, Jim Lee, Klaus Janson, Ed McGuinness, Scot Eaton, Tim Sale e Norm Breyfogle. Existem também paródias e homenagens de capas famosas, de artistas internacionais como Ty Templeton, Juan Cavia e Patrick McDonnell, mas também de Filipe Andrade, Joana Afonso, Nuno Saraiva, Ricardo Cabral, Ricardo Drumond e Pepe del Rey. O restante da exposição, noutra divisória, centra-se em recriações de fan art, algumas edições antigas e vários tipos de merchandising.

















































































Paulo Costa e os "brinquedos Batman"


- A exposição do 25 anos do AmadoraBD permitem rever algumas peças de arte de todo o mundo que passaram pelo festival desde o seu início, bem como reler alguns livros dos artistas que por lá passaram. A exposição de sketches revela o lado mais humano da interacção com os fãs. Mas este espaço ocupa mais espaço (desmesurado, quando comparado com as outras exposições) com elementos decorativos do que com os itens em exposição, que quase passaram despercebidos.




- Joana Afonso, uma das estrelas em rápida ascensão da BD nacional, tem direito a uma divisória com o seu nome, com pranchas dos álbuns “Ick”, “Love Will Tear Us Aapart Again”, “Se Vale a Pena”, “Corto Maltese no Século XXI”, “Outlaw Territory” e “Living Will”, revelando o desenho expressivo de prolífica artista. Ao lado, numa divisória adjacente, está destaque uma exposição exclusiva de “O Baile”. Ao lado encontrava-se a exposição do seu parceiro em “O Baile”, o escritor Nuno Duarte, com uma exposição em nome próprio, incluindo arte desenhada sob as suas indicações, de albuns como “A Fórmula da Felicidade”, “Paris Morreu”, “Aquele Onze de Setembro” e “Fricções”.
























































- A exposição dedicada à “Mafalda” devia ter lugar de destaque, dada a sua popularidade no nosso país e a sua importância como artefacto cultural à escala mundial. Em vez disso, foi um exposição muito pequena, apenas com meia dúzia de tiras por ano, a representar os anos de 1964 a 1973, mas também explica a cronologia da sua criação e os dados de todas as personagens.

































- “Galáxia XXI” é o nome de uma exposição temática dedicada ao futuro da banda desenhada, fazendo algum esforço para mostrar artistas actuais antes de saltar para a influência das três principais indústrias mundiais e depois para uma série de material que pretende sair do pré-formatado, aproveitando novas formas de distribuição. A última parte dedica-se à influência e importância do cinema e da Internet, mas ignora por completo a melhor forma de usar a Internet para fazer banda desenhada, os webcomics.






- Passando para o (mal iluminado) piso subterrâneo, ao lado do espaço comercial e movendo-nos da direita para a esquerda, começámos a visita pela exposição dedicada ao Surfista Prateado, personagem criado por Jack Kirby. Não há arte do 'Rei', mas existem exemplares de arte de Moebius, John Byrne, Joe Staton, John Buscema, Tom Grindberg, Klaus Janson, Marshall Rogers, Alex Ross e Jorge Coelho, bem como recriações de Paulo Loureiro, Pedro Morais e Ricardo Cabral. Uma escultura de aspecto algo amador (não é fácil fazer um Surfista realista, mas há mínimos olímpicos) domina a divisória.



































- O cartunista Henrique Monteiro, um dos vencedores dos Prémios Nacionais de 2013, teve em exposição uma interessante variedade de tiras humorísticas, muitas deles como arte original, mas também alguns recortes de original.




























- Localizada paralelamente aos vencedores do Concurso Nacional de BD e Cartoon do AmadoraBD, encontra-se a exposição BDLP, que é dedicada ao fanzine luso-angolano do mesmo nome, uma selecção heterogénea de vários artistas portugueses, brasileiros e dos PALOP, incluindo Joana Afonso, Álvaro, Paulo Monteiro, Carlos Rocha e José Ruy, entre outros. Destaque também para arte do brasileiro Fábio Moon e do angolano Tché Gourgel.














- Voltando à zona central, a Kingpin tem duas exposições, na primeira divisória, à entrada, dedicada ao trabalho de Osvaldo Medina, incluindo pranchas de “Hawk”, “CAOS: Nova Ordem”, “A Fórmula da Felicidade” e “Mucha”, incluindo também elementos de referência e um ecrã a passar algum do trabalho de animação do artista. Na divisória seguinte, a exposição é dedicada ao personagem Super Pig, criado por Mário Freitas, com arte dos vários álbuns editados, dos artistas Carlos Pedro, André Pereira e Osvaldo Medina, incluindo não só arte em lápis e finalizada, como também sketches, layouts e argumentos em texto.






























































- Finalmente, o melhor ficou para o fim. A exposição dedicada ao álbum “Jim Curioso”, de Matthias Picard, é possivelmente a melhor e mais original do AmadoraBD, com um ambiente semelhante ao do Aquário Vasco da Gama, mostrando como é criado o universo a três dimensões da obra do artista francês, recentemente editada em língua portuguesa pela Polvo.








Texto: Paulo Costa
Fotos: Nuno Amado


Boas leituras

Disqus Shortname

sigma-2

Comments system

[blogger][disqus][facebook]