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terça-feira, 11 de abril de 2017

Lançamento Levoir - No Coração das Trevas DC Vol.6
Joker & Harley Quinn: Amor Louco



Vai sair na próxima 5ª Feira um dos livros que eu mais queria ter dentro do universo Joker/Harley Quinn: Amor Louco (Mad Love)

Nunca consegui comprar este livro devido aos preços proibitivos a que se encontrava no mercado norte-americano devido a se encontrar esgotado há muito. Assim fiz um rasgado sorriso quando vi que estava englobado nesta excelente colecção da Levoir: No Coração das Trevas DC.

Fiquem com o press release da Levoir e algumas imagens do livro.



Joker & Harley Quinn: Amor Louco

No sexto volume da colecção No Coração das Trevas DC vamos conhecer um amor... louco. Joker & Harley Quinn: Amor Louco, conta a história de Harley, uma antiga psiquiatra que trabalhava no Asilo Arkham, onde o Joker foi seu paciente. Habilmente, ele consegue manipulá-la emocionalmente e fazer com que ela se apaixone por ele, levando-a a ajudá-lo nos seus planos malignos, ganhando assim um novo aliado na luta sem fim que o opõe a Batman.

O argumentista e produtor televisivo Paul Dini, e o ilustrador Bruce Timm, criadores da série televisiva Batman Adventures - onde Harley Quinn se estreou - assinam esta história, que transpõe para o papel a sua famosa história animada, e outras duas histórias incluídas neste volume, que traz o Batman do mundo dos desenhos animados para a BD.

Em 1994, Amor Louco recebeu um prémio Eisner, sendo considerada a Melhor História desse ano. Também Frank Miller a considerou como uma das melhores histórias do Batman que já leu.













Boas leituras






sábado, 31 de outubro de 2015

quarta-feira, 18 de março de 2015

Joker: 75 Anos, e... a capa que não saiu em Batgirl #41

A capa cancelada de Batgirl #41

O Joker (Coringa) vai fazer 75 anos e a DC vai comemorar a data. Foi criado por Jerry Robinson, Bill Finger e Bob Kane em 25 de Abril de 1940 aparecendo pela primeira vez na revista Batman #1.

O Joker para mim é simplesmente o melhor vilão de sempre criado nos comics de super-heróis. Por norma "agarrado" ao universo do Batman, ele não tem super-poderes... é apenas um mega-louco psicótico, super inteligente e sociopata em último grau. Sim, o Joker mete medo, e tem histórias bem escuras plenas de maldade pura e insanidade para além do que estamos à espera!

Passou por muitas fases, umas mais psicóticas que outras e isso leva-me a uma das melhores histórias do Batman onde ele é o vilão de serviço: Batman: The Killing Joke (Piada Mortal) de Alan Moore e Brian Bolland (1988). Foi uma obra-prima.

Então a DC Comics resolve comemorar este momento importante com várias dezenas de capas variantes que irão sair em Junho.
Até aqui tudo bem, mas isto estraga tudo:

My Batgirl variant cover artwork was designed to pay homage to a comic that I really admire, and I know is a favorite of many readers. 'The Killing Joke' is part of Batgirl’s canon and artistically, I couldn't avoid portraying the traumatic relationship between Barbara Gordon and the Joker.
For me, it was just a creepy cover that brought up something from the character’s past that I was able to interpret artistically. But it has become clear, that for others, it touched a very important nerve. I respect these opinions and, despite whether the discussion is right or wrong, no opinion should be discredited.

My intention was never to hurt or upset anyone through my art. For that reason, I have recommended to DC that the variant cover be pulled. I'm incredibly pleased that DC Comics is listening to my concerns and will not be publishing the cover art in June as previously announced.

With all due respect,

Rafa

Pressões em cima deste artista que admiro, Rafael Albuquerque, que acaba por ser ele próprio a pedir para a sua excelente capa variante não saia como estava programado. Tudo em nome do politicamente correcto! Que barbaridade...


Nada nesta capa da Batgirl #41 faz supor que exista crime sexual, aliás em Killing Joke presume-se que Barbara Gordon é violada, mas nada nos diz que o foi comprovadamente, foram encontrados nus (Barbara e o pai) mas pode ter sido apenas humilhação por parte do Joker, não que tivessem sido factualmente violados. De qualquer modo... e se foram? E mesmo que o tivessem sido, querem apagar referencias a histórias marcantes do passado?
Sim, esta capa seria uma homenagem a uma das melhores histórias do Batman vs Joker! E querem esconder este passado magnífico em prol do politicamente correcto?

We live in a world of pussies
Anónimo

Para mim esta frase diz tudo...

Que pena. Esta capa está excelente! (E é só uma capa variante!)
:(





Boas leituras

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Super-Heróis DC Comics Vol.5: O Último a Rir



O Último a Rir
Este foi o livro que saiu a semana passada pela colecção “Super-Heróis Dc Comics” da Levoir.
Colecta duas das melhores histórias do universo Batman:
  • Piada Mortal (Killing Joke)
  • Joker
Tem a particularidade de para mim ser um 4 em 1! São quatro autores/desenhadores que eu aprecio muito, Alan Moore e Brian Bolland em Piada Mortal, e Brian Azzarello com Lee Bermejo em Joker.

Outra particularidade destas duas histórias, é o Joker ser o protagonista, sobretudo na segunda história, e não Batman.
Vamos por partes.

Piada Mortal
Um verdadeiro ensaio de loucura!
Esta obra dos finais dos anos 80 iniciou um estilo diferente a que alguém apelidou de grim and gritty. Histórias mais obscuras num ambiente mais realista, sempre presente um humor também ele negro.

Este estilo da época influenciou não só os Comics, mas também o cinema e criadores na sua generalidade.

“Um dia mau.” (One bad day)
Como é que apenas um mau dia na vida de alguém pode transformar a vida de tantos?
Esta é a premissa deste livro. Como levar alguém à loucura em apenas um dia?

É isto que o Joker quer provar a Batman… e para isso vai servir-se do Comissário Gordon e da sua filha Bárbara Gordon. De salientar que apesar de este título não pertencer à cronologia “normal” da DC Comics influenciou-a profundamente. Bárbara Gordon (Batgirl) fica paralítica numa cadeira de rodas e posteriormente vai transformar-se no Oráculo. Foi aqui que isto aconteceu!

O Joker quer provar a Batman que basta um mau dia para transformar uma pessoa incorruptível num louco. Para isso vai servir-se de Gordon e da sua filha.
A história inicia-se em Arkham onde Batman descobre que o Joker se tinha evadido deixando um “duplo” seu no asilo.

Mas o Joker não tinha perdido tempo para montar o cenário, e o cenário perfeito é mesmo uma feira de diversões abandonada.
Alan Moore escreve esta história irrepreensivelmente, mostrando “às pinguinhas” flashbacks da vida do Joker quando ainda era uma pessoa normal. No seu caso um cómico de quem ninguém se ria nos seus espectáculos, com uma mulher grávida, e sem dinheiro para assistir às necessidades dela. Acaba por aceitar fazer um trabalho numa fábrica para um gang. Depois de ter aceite recebe a notícia da morte da sua mulher devido a complicações de gravidez! Nesse momento já não quer fazer o trabalho para o gang, mas acaba por ser obrigado… corre mal, e acaba por cair num lago de resíduos químicos e transforma-se… foi aqui o seu primeiro contacto com Batman!
Este foi um dia mau para este homem, e que mudou a sua vida para sempre!

Agora quer provar ao morcego que basta mesmo isso! Para tal entra pela casa do Comissário Gordon dentro, dispara sobre Bárbara deixando-a paraplégica, rapta Gordon, despe a filha e tira-lhe fotografias.
Leva o comissário para o parque de diversões e submete-o a verdadeiras torturas psicológicas… ele quer quebrar fisicamente e psicologicamente Gordon! Mas Batman estraga tudo…

O final é sui generis… o Joker conta uma anedota a Batman. E riem-se os dois às gargalhadas!
Em que livro é vocês viram Batman rir-se às gargalhadas? Nunca! Alan Moore é especial, porque é. Consegue ser sempre original, mesmo que o conceito já esteja visto.

O trabalho de Bolland é maravilhoso. Quando li Camelot 3000 fiquei a adorar este desenhador, e aqui passou a ser um dos meus preferidos, mesmo!

Piada Mortal e Joker

Joker
Diferente e perturbante.
São duas palavras que me surgem logo quando penso nesta história de 2008.
Brian Azzarello tem aqui uma história a seu gosto! Se “Piada Mortal” o registo era negro, bem… aqui desce aos infernos!

Azzarello conta esta história através de um bandido de 2ª categoria. É Johnny Frost o narrador deste livro, ele gostaria de ser como o Joker… mas falta-lhe um bocadinho para isso. Frost vai receber à saída do Asilo Arkham o terrível Joker, estranhamente, alguém o considerou curado!

A partir daqui começa uma festa macabra. O Joker descobre que os seus “amigos” tinham dividido a “sua” cidade entre eles… mas ele quer a “sua” Gotham de volta. Para isso serve-se dos poucos que ainda lhe eram fieis e começa o massacre de inimigos e a chantagem aos que lhe ainda interessavam, como o Pinguim e o Duas-Caras. Tem um aliado poderoso, o Killer-Croc!

Este Joker não é engraçado, não há grandes piadas, mas compensa a falta disto com um sadismo que ultrapassa os limites, bem coadjuvado pela Harley Quinn nessa loucura completa. Batman, aparece apenas nas últimas páginas...
Azzarello fez o Joker mais sádico da BD! Esta é a minha opinião.

O que dizer de Bermejo… tornou o ambiente realisticamente sombrio. Sente-se nos seus desenhos realistas o stress da loucura do Joker. Consegue fazer emoções através dos seus desenhos, desenhando expressões finamente loucas!
A sua representação gráfica do Joker é a do filme The Dark Knight, protagonizado por Heath Ledger. Mas não é uma cópia! Este livro foi desenhado dois anos antes do filme, embora tenha saído quase na altura da estreia. Presume-se que Bermejo tenha enviado um concept do seu Joker, e que este foi aproveitado para a caracterização de Heath Ledger…

O Leituras de BD recomenda vivamente este livro. Não tem só uma história de excelência, tem duas!

Hardcover
Criado por: Alan Moore e Brian Bolland (Piada Mortal), Brian Azzarello e Lee Bermejo (Joker)
Editado em 2013 pela Levoir/Público
Nota: 11 em 10

sábado, 23 de março de 2013

Figuras de Chumbo: Vilões Batman


A seguir à família vêm os chatos... apesar de alguns o já terem ajudado, como Azrael, ou até interesses românticos, Catwoman, serão sempre uns tipos(as) que volta e meia infernizam a vida do Morcego!

Infelizmente a última foto saiu um "pouco" desfocada...
:D
(Só um bocadinho...)


Aqui temos Batman com dois dos seus melhores "amigos": Two-Faces e Joker! Bela companhia...


Agora um grupinho muito jeitoso... as Gotham City Sirens: Poison Ivy, Catwoman e Harley Quinn!


Finalmente... Ra's Al Ghul, Penguin, Azrael, Scarecrow e The Riddler! Os de trás são os tais que ficaram desfocados...
:P

Boas leituras!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Lançamento Joker: Tout sur les Célibataires


Mais um desenhador português consegue entrar no mercado francês!
Chama-se Nelson Martins e tive o primeiro contacto com ele numa Tertúlia BD de Lisboa organizado pelo Geraldes Lino. Observei rapidamente, e a meu pedido, as pranchas que ele tinha levado na altura e pareceram-me óptimas (viram que eu coloquei um "P" antes do "T" da palavra "óptimas"? Sou português e respeito a minha Língua com muita honra!).
Seguidamente estivemos juntos No Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, e onde eu privei mais de perto com este excelente autor. Tive muito prazer nisso! É uma excelente pessoa também.
A meu pedido ele fez uma introdução ao caminho que percorreu para chegar a esta edição, ficam então as palavras de Nelson Martins:

Tout sur les célibataires
Recebi finalmente ontem a encomenda com os dois pares de havaianas, que foram rapidamente trocadas ao balcão da transportadora pela encomenda que continha, essa sim, os primeiros exemplares esperados do álbum "Tout sur les Célibataires" (Tudo sobre os solteiros).

Foi o culminar de cerca de 1 ano de trabalho, sempre a par com a actividade profissional de web design e com uma empreitada nos últimos 3 meses para ter tudo pronto na data prevista.
E durante esse tempo foi sempre uma diversão começar a traçar uma nova prancha.

No princípio do ano passado tinha resolvido visitar o tão falado Festival Internacional de BD de Angouléme. Portefólios debaixo do braço, foi correr os stands dos editores e mostrar o trabalho. Este festival tem uma afluência de autores muito grande e são comuns as grandes filas de espera para a apresentar trabalho, sobretudo às editoras maiores.
Algumas, entre as quais a Joker (www.editions-joker.com) deram uma resposta mais entusiasta, sobretudo em relação à parte gráfica do que ia apresentar. Penso que numa primeira visita aos editores, é de esperar que a sua atenção recaia sobretudo sobre o desenho e não tanto sobre qualquer argumento que se vá propor.

Os primeiros três gags que desenhei com o argumento de Valéry Der-Sarkissian, foram um teste da editora Joker que deram origem a que viesse a desenhar todos os restantes.
Recebi do Valéry o argumento completo e as personalidade de cada uma das seis personagens principais foram-se desenvolvendo mais à medida que cada nova prancha era desenhada.
O álbum é formado por 46 gags humorísticos de uma página e o cenário das histórias é um Tribunal Administrativo onde trabalham, com funções diversas, os personagens principais - todos solteiros.
Na capa podemos ver Henri, um dos personagens com mais participação no livro.
Todos os gags exploram a situação de solteiros dos diversos personagens, da perspectiva diferente que é oferecida pela personalidade de cada um. A Marion, que só parece atrair o Henri, que despreza. O Phillippe, um verdadeiro menino da mamã ...

As minhas influências em termos de traço irão talvez desde a BD humorística franco-belga (Astérix, Spirou), passando também pelas primeiras bd's que li (Walt Disney) até outros mais recentes e diversos. Desenhar um álbum neste tipo de registo humorístico foi por isso desenhar num campo de que gosto especialmente.

Mas para explicar de onde surgiu a intenção de mostrar trabalho em Angouléme (e chegando assim neste relato do fim para o princípio ao ponto de partida,) terei de falar de "Lig & Mandu, os Crápulas da Montanha". Foi esse o projecto que levei para apresentar em Angouléme. Uma ideia começada a discutir em 2004 com o Pedro Couto e Santos (co-autor de algumas bd's e séries de cartoons na net, desde a faculdade), uma história humorística e de aventura cujo argumento desenvolvemos entre 2006 e 2008.
Esboçadas 60 páginas e depois finalizadas algumas para mostrar a uma potencial editora, esse projecto, que fala de dois contrabandistas escroques que vivem numa cabana na montanha, (tendo um urso como animal de estimação), compôs o portefólio que acabou por ser mostrado em França.
O festival de Angouléme, com tantas editoras de BD, pareceu-nos uma boa aposta.
Como viria a perceber, as editoras têm muitas vezes em carteira argumentos para desenvolver e portanto manifestaram interesse sobretudo pelo desenho. Este projecto inicial ficou a aguardar outros desenvolvimentos ...

Para já fica este primeiro álbum de BD, com a possibilidade de continuação da série e quem sabe uma edição em português, se houver interesse por parte de uma das nossas editoras.
Nelson Martins
www.tintadachina.com
Facebook: http://www.facebook.com/pages/Nelson-Martins-Ilustracao-Banda-Desenhada/128885170466840


Só me resta desejar o maior sucesso do mundo ao Nelson, porque merece.
Podem verificar no site da Joker esta publicação no seguinte link:
http://www.editions-joker.com/a-celibat.html
Boas leituras!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

JLA Vol.2 Deluxe Edition


Depois da compilação dos dois primeiros números escritos por Grant Morrison (arte a cargo de Howard Porter e John Dell), New World Order e American Dreams em JLA Vol.1 Deluxe Edition, surgem agora mais dois números compilados: Rock of Ages e Strenght in Numbers.
Para além disso ainda temos o crossover JLA/WildC.A.T.S. e a introdução de Prometheus.
A tripla de autores continua a funcionar muito bem, com Morrison a impor as suas “loucuras” nesta passagem, e recuperação, do apelidado “maior grupo de super-heróis da Terra”. Porter acompanha-o lindamente e tem alguns excelentes momentos.
Na primeira estória, Rock of Ages, Grant Morrison faz uma autêntica “sopa” com ingredientes tão díspares como um “Injustice Gang” liderado por Lex Luthor, uma procura pela pela "Pedra Filosofal" a pedido de um ser cósmico (Metron) e discrepâncias temporais, tão ao gosto da editora DC. Esta estória é bem complexa, típica de Morrison, e inicia-se com um combate entre os membros da JLA e os seus contrários (hologramas de luz sólida). Não foi mais que uma pequena manobra de Luthor, que inicia aqui o seu plano de destruição da Liga. Depois disto os elementos da Liga separam-se com missões bem distintas. Todos os personagens são muito bem tratados na sua vertente psicológica, o enredo está excelente embora aquele salto no futuro seja um pouco confuso, mas para mim é onde estão as melhores vinhetas da estória. Pormenores negativos… As estórias da JLA neste ciclo são contidas mas recebem influência de linhas editoriais das séries individuais de cada herói. Assim, continuo a não perceber como é que o Superman ficou com aquele fato e obteve os seus novos poderes (embora já tivesse investigado isso), é-nos dito que a Wonder Woman está morta e Aztek cai do céu!
Apesar destes pormenores achei este “Rock of Ages” a melhor aventura da JLA que eu li até hoje.
Em seguida temos a apresentação e origem de Prometheus que vai ser o vilão de serviço no próximo arco: Strenght in Numbers.
Strenght in Numbers é uma boa estória, apesar de novamente o pormenor negativo que eu apontei no arco anterior também seja verdadeiro neste, ou seja, a Wonder Woman está a ser ser substituída na Liga pela sua mãe Hippolyta, e Diana ( a verdadeira e única Wonder Woman) subiu na carreira e agora é a Deusa da Verdade… nem sabemos como isto acontece, nem como ressuscitou, nem como a mãe vai parar à Liga! Bom… passando à frente, Prometheus consegue infiltrar-se no Quartel-General da Liga aproveitando um evento publicitário com muita imprensa, e tomando o lugar do pretendente a herói, Retro. Depois de entrar, Prometheus faz miséria da JLA… anula-os um a um sem apelo nem agravo! Vale à Liga a intervenção da Catwoman que se infiltrou também (como jornalista) … embora o objectivo primeiro desta fosse a sala de troféus da JLA
Esta é também uma boa estória, mas bem mais simples que a anterior!
Para o final da compilação, a DC colocou um “bombomzinho” no final: JLA/WildC.A.T.S. Este crossover tem uma boa estória de entretenimento e é óptimo para “acompanhar com pipocas”, enfim… passar o tempo (não confundir com “perder tempo”).
Esta série Deluxe Edition não está a desiludir, antes pelo contrário, pois as estórias extra contidas nestas compilações também valem a pena! Penso que o terceiro livro desta série será o final da passagem de Grant Morrison pela JLA, e foi uma excelente passagem pois recuperou um grupo de heróis (que andava ao abandono) para os top de vendas norte-americanos (e com muito boas estórias).
Boas leituras!

Hardcover
Criado por: Grant Morrisson, Howard Porter e John Dell
Editado em 2009 pela DC Comics
Nota : 9 em 10

quinta-feira, 19 de março de 2009

Batman: R.I.P.


E assim termina a "run" de Grant Morrison na série Batman. As estória de Grant Morrison começaram com "Batman and Son", seguido de "Batman: The Resurrection of Ra`s Al Ghul" e "Batman: The Black Glove". Termina envolto em mistério, será que Batman morreu mesmo ou está simplesmente fora de circulação e aproveitou para tirar férias? Sim, porque já toda a gente sabia a sua identidade secreta, Bruce Wayne, a localização da "Batcave", enfim, toda a vida pessoal do Morcego estava devastada! O melhor era desaparecer mesmo, resta saber se morto ou simplesmente desaparecido... bem... ouvi dizer que o rapaz "morreu" também noutra série da DC, Final Crisis! DC Comics, haja uma decisão! Batman é um dos pilares do universo DC, merece um fim coerente! De qualquer maneira a estadia de Morrisson em Batman era para cinco livros, e parece que em Junho este escritor vai voltar ao Morcego para o arco final.
As estórias de Grant Morrison têm quase sempre uma intriga um pouco alucinada, e esta não foge a isso. Batman está a ser encostado à parede por um esquema altamente sofisticado, urdido pelo Black Glove, onde Morrison volta às raízes de Batman para um desfecho quase angustiante. A narrativa tem algumas falhas, ficam muitas coisas por explicar, e por vezes as sequências são algo confusas de tão intrincadas!
Neste arco Batman é desmontado emocionalmente, e dilacerado fisicamente sem dó nem piedade. Dr. Hurt (Black Glove) é impiedoso... nem o mordomo escapa à sua crueldade. O seu grupo de vilões anda atrás não só de Batman, mas também de Robin e Nightwing. Batman tem de apelar a um seu outro "eu", Zur En Arrh, um Batman alternativo guardado no seu subconsciente para o caso de um ataque à mente do Batman "normal" ser bem sucedida. Claro que o Joker não podia faltar... foi-lhe oferecido pelo Black Glove o Robin, só para sua diversão. Mas o Joker não é subalterno de ninguém e acaba por atrapalhar os planos do vilão.
A arte é espetacular, Tony S. Daniel em alto nível! Tem momentos e páginas verdadeiramente de génio neste "thriller" psicológico!
É claro que eu não vou adiantar mais... isso tirava a piada toda

Boas leituras!

Hardcover
Criado por: Grant Morrison, Tony Daniel, Lee Garbett e Trevor Scott
Editado em 2009 por DC Comics
Comprado no Amazon
Nota : 8,5 em 10

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Batman: Dark Victory HC


"Dark Victory" é a sequela de "Batman: The Long Halloween ", ocorrendo ao mesmo tempo de "Catwoman: When in Rome". Esta trilogia é na minha opinião o melhor trabalho da dupla Jeph Loeb/Tim Sale, não só no personagem Batman como na Banda Desenhada em geral...
Também se demonstra que a arte de Tim Sale só "respira" com toda a sua pujança e personalidade no formato "Absolute". Eu tinha posto alguma reservas no "Catwoman: When in Rome", que se dissiparam com "Absolute Batman: The Long Halloween ", e agora, embora compreendendo melhor a arte de Tim Sale, neste "Dark Victory" tenho de extrapolar o formato para apreciar todas as cenas de acção (excepcionais) e de tensão narrativa que Sale consegue colocar em cada vinheta, para além disso é mestre a sequênciar essas mesmas vinhetas!
Quanto a Loeb, consegue criar uma estória muito sólida, com todos os grandes vilões da mitologia Batman presentes, e apresentando neste Dark Victory mais um personagem: Robin! Para mim se não é um dos melhores Robin dos comics americanos, ficará concerteza num lugar de destaque! Acho que o autor Jeph Loeb foi muito feliz nesta estória que traça o destino da família Falcone e do procurador Harvey Dent, agora o "Two Faces".
A estória começa com uma nova procuradora a querer limpar Gotham, mas existe logo a sensação de que tem uma agenda muito própria... a par disto há uma fuga em massa do asilo/prisão Arkham, em que os nossos maravilhosos super-vilões são muito bem sucedidos! Para piorar a situação aparece mais um novo "serial killer", The Hangman, que vai dar cabo da cabeça ao nosso super detective. De notar que todos os vilões desta estória têm uma função bem definida a cumprir, não fazem apenas corpo presente!
A Catwoman têm um papel em que aparece (sempre bem e misteriosa) e desaparece... para seguirem os seus passos nestas ausências de "Dark Victory" tem de ler "Catwoman: When in Rome".
Só me resta desejar boas leituras!

Hardcover
Criado por: Jeph Loeb e Tim Sale
Editado em 2001 por DC Comics
Comprado no EBay
Nota : 9,5 em 10

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Absolute Batman: The Long Halloween


Como é que eu posso explicar isto... É um grande livro, tanto no tamanho como na arte ou história!
"Batman: The Long Halloween", vem depois de "Batman: Year One", e antes de "Batman: Dark Victory" e" Catwoman: When in Rome" . Os eventos destes dois últimos livros acontecem no mesmo espaço de tempo, cronologicamente falando. Para saber mais sobre "When in Rome", é só clicar no link anterior.


Para quem não sabe, o último filme deste herói, "The Dark Knight ",é baseado nesta série limitada a treze revistas. Este livro segue a tradição de "Batman: Ano Um", editado em português pela Devir, ou seja, o "filme negro" continua, mas agora mais negro que nunca.

É apresentada a origem do Two-Faces, o procurador Harvey Dent, e o fim do império "mafioso" de Carmine Falcone. Aliás, o livro começa mesmo por aí, mostrando a luta de Harvey Dent contra o crime organizado. Este, mais o capitão da polícia Jim Gordon e Batman, celebram uma aliança para pôr este "Padrinho" da máfia dentro de uma cela.

No meio das contrariedades inerentes a uma tarefa deste género aparece um novo vilão ou vigilante, Holiday Killer, que começa a abater nos feriados Americanos membros ou aliados de Carmine Falcone. Este começando a ficar encurralado, contrata uma série de vilões como o Scarecrow, Penguin, Poison Ivy, Riddler, Catwoman e por arrasto de Two-Faces vem Solomon Grundy! No meio disto tudo o Joker vai fazendo das suas...

A Catwoman, ou Selina Kile, tem um papel muito dela neste livro, que vai culminar em Catwoman: When in Rome .
Eu achei a história de Jeph Loeb muito boa, viciante! A trama está muito bem feita e nunca se consegue saber, nem no final, quem é o Holiday Killer! Existem três suspeitos, mas nunca se consegue deslindar se é um deles (e qual), se serão dois deles, ou os três! Gostei muito mesmo.

Em relação à arte de Tim Sale, esta fica a "matar" neste argumento. As cenas de movimento estão excelentes, consegue criar grande profundidade na expressão facial dos personagens envolvidos, e a cor faz realçar toda a expressão do lápis, embora o traço típico de Sale seja um pouco estranho... mas como alguém já disse: no princípio estranha-se, mas depois entranha-se!
Boas leituras!

Slipcased Hardcover
Criado por: Jeph Loeb e Tim Sale
Editado em 4 de April,2007 por DC Comics
Comprado na Amazon
Nota : 10 em 10

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