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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Lançamento G.Floy: A Velha Guarda Vol.1 - Abrir Fogo

 

Este livro inaugura uma situação muito pouco familiar para mim, foi a primeira vez que vi o filme antes do livro de BD.

O filme The Old Guard foi baseado nestes comics de Greg Rucka e Leandro Fernández, eu gostei muito e segundo consta teve bastante sucesso por esse mundo fora. Agora temos os comics em português e com certeza não vão defraudar.

Fiquem com a nota de imprensa da G.Floy:



A Velha Guarda - Livro Um - Abrir Fogo 
Argumento de GREG RUCKA e arte de LEANDRO FERNÁNDEZ 


 Greg Rucka, um dos mais aclamados e premiados argumentistas de comics da actualidade, e o artista Leandro Fernández, trazem-nos esta inovadora saga de acção contemporânea, recentemente adaptada a filme pela NETFLIX, com Charlize Theron no papel de Andrómaca! 

É uma história sobre o tempo, e a idade, e as idades, sobre a amizade e o amor, e o arrependimento. É a história de duas mulheres e três homens que não podem morrer. A maioria das vezes. Os seus nomes são Andy, Nicky, Joe, Booker e Nile. São soldados, e a sua guerra não acabará nunca. Já estiveram em todo o lado, já viram de tudo e já combateram em quase todos os conflitos da história. Durante séculos, mantiveram a sua existência secreta, sempre em movimento, de missão em missão. Mas, hoje em dia, as sombras já não são tão escuras, e eles estão a perceber que alguns segredos são impossíveis de guardar. E ninguém vai querer estar no caminho deles quando esses segredos forem revelados...
Este é um conto de fadas de sangue e balas… 

  Os Autores: 

GREG RUCKA 

é um escritor famoso de romances policiais e argumentista de banda desenhada. É fã de banda desenhada desde a mais tenra idade, e depois de ter trabalhado em inúmeros empregos de todo o género, atingiu o sucesso com a sua série de romances policiais protagonizados por Atticus Kodiak, um guarda-costas que acaba invariavelmente a resolver crimes, e de que escreveu até à data sete volumes.
 Rucka lançou-se nos comics em 1998 com Whiteout, um policial passado numa base perdida da Antárctida (com arte de Steve Lieber), mais tarde adaptado ao cinema. 
Ao longo da década seguinte, Rucka trabalhou sobretudo para a DC Comics, assinando fases aclamadas da Wonder Woman ou da revista Detective Comics, para além da série Gotham Central (co-escrito com Ed Brubaker), uma das suas séries mais conhecidas. 
Nesses anos assinou também uma sequela de Whiteout, bem como as séries Queen & Country e Stumptown, sempre na Oni Press, que na altura editava os seus livros independentes. 
Mais recentemente, tendo continuado a escrever para a DC Comics (regressando há poucos anos à Mulher-Maravilha, por exemplo), Rucka tem também lançado várias séries suas na Image: Lazarus, Black Magick e Old Guard. 



LEANDRO FERNÁNDEZ 

é um ilustrador argentino de banda desenhada, conhecido pelos seus vários trabalhos para a Marvel, Image e Vertigo. 
 O seu percurso nos comics está recheado de grandes títulos como os da DC Vertigo: American Carnage (escrito por Bryan Hill), The Discipline e The Names (com Peter Milligan). Além disso, tem trabalhos como Northlanders: The Plague Widow; participou na série Punisher MAX com Garth Ennis, e muitas outras personagens populares da Marvel como Deadpool, Vingadores, Demolidor, Novos Mutantes, Hulk, etc. 
Da sua parceria com Greg Rucka destacam-se os trabalhos Wolverine: Coyote Crossing e Queen & Country: Crystal Ball, que foi nomeado aos prémios Eisner em 2004. 



                     “Meticulosamente investigado, planeado e executado com grande habilidade.” 
— NEWSARAMA 

                    “Original e cheio de frescura.” 
— IGN 

  A Velha Guarda - Livro Um - Abrir Fogo 
Argumento de GREG RUCKA e arte de LEANDRO FERNÁNDEZ 
Reúne The Old Guard #1-5 G. 
Floy Studio Portugal 
Formato deluxe (19 x 28), capa dura, 184 pgs. a cores. 
PVP: €18 
ISBN: 978-83-66589-21-6 


Lançamento nas bancas a 11 de Novembro






Boas leituras

domingo, 1 de julho de 2012

Capas: Punisher #8


Capa de Marco Checchetto.
Tive o prazer de conhecer este grande artista no Anicomics 2012, e o trabalho que está a fazer para este "novo" Punisher está brutal! Dá vontade de voltar a seguir este anti-herói!


Esta é a capa da revista nº8 desta última série, e para além da excelência desta capa o trabalho interior da dupla Rucka/Checchetto é de alta qualidade.
Checchetto transformou visualmente o Justiceiro, a caveira foi soberbamente estilizada e a barba ficou-lhe bem, mas a ligadura tapando o seu olho esquerdo fica-lhe a matar!
E já que isto vai ser disparado para o meio de "This is War", ficam mais umas páginas e ilustrações de Marco Checchetto nesta personagem.





Adora esta caveira....
:D
Podem ver o sketch que me fez do Punisher no link seguinte:
Punisher Sketch


Boas leituras

sábado, 9 de abril de 2011

Batwoman: Elegy


Eu quando leio / compro um livro de super-heróis o primeiro motivo é a diversão, normalmente o que me atrai mais é a arte neste tipo de livros, mas existem grandes estórias também! Digo-o porque é verdade!
Este primeiro volume da renascida Batwoman tem duas coisas indissociáveis: arte e estória!
Um livro perfeito e fresco.
É unânime por toda a crítica internacional: o livro é muito bom!
Reli-o para fazer este post, e esta segunda leitura ainda me agradou mais que a primeira, sobretudo ao nível da arte… descobrir ainda mais pormenores deliciosos. É uma pena que eu não consiga fazer “scan” a algumas das melhores pranchas deste livro porque a disposição das vinhetas e muito dinâmica havendo sempre saltos para a página seguinte, ou seja, muitas páginas duplas sobretudo em situação de velocidade e combate.
A escrita esteve a cargo de Greg Rucka (Whiteout, 52, Final Crisis: Revelations, Blackest Night: Wonder Woman, entre muitos outros) e o artista de serviço foi J.H. Williams III (Seven Soldiers of Victory, Promethea, Justice League of America, Hellboy: Weird Tales, Batman entre muitos). Neste caso a dupla funcionou perfeitamente, mesmo!
Batwoman sai do excelente “52”, em que teve um dos melhores arcos de estória da saga, para uma mini-série apenas dela. Podemos considerar esta Batwoman: Elegy como uma espécie de Batwoman: Year One. É-nos contado o seguimento das suas aventuras em “52”, assim como vários flashbacks que contam as suas origens.
Claro que houve polémica nos U.S.A. com esta personagem feminina, ou ela não fosse assumidamente homossexual e por isso mesmo teve de sair do exército, mas a sua orientação sexual não é explorada neste livro como algo para vender, para chocar, ou criar polémica… Kate Kane é lésbica, apenas isso. É porque é, e é natural nela! Não se faz alarde dessa situação, aliás, depois de ler o livro não se consegue pensar nela de outra maneira de tão naturalmente o assunto foi tratado.
Kate Kane fica perdida depois de lhe ter sido retirada a vida militar, a sua mãe era militar, o seu pai é militar e era o único mundo que conhecia. A sua visão da vida muda quando se defende de um atacante na rua e tem o seu primeiro encontro com Batman. Ela descobre aí um novo modo de servir… o seu pai, a princípio relutantemente, torna-se o seu mentor e faz o papel de “Oracle” do Batman, mas para a sua filha.
A vilã deste início (será apenas o início?) é espectacular! Completamente “psico” (ou se calhar nem por isso…), super bem trabalhada psicologicamente e graficamente. A continuar assim temos uma concorrente ao Jocker… No fim de ler o livro lembrei-me que estes dois fariam uma dupla completamente louca! Bom, não me vou alongar, pois a estória tem umas reviravoltas engraçadas e bem construídas. Não quero estragar o prazer da leitura a quem ainda não leu.
:D
Quanto à arte posso fazer três distinções claras. Os flashbacks têm uma arte um pouco suja com cores “à época”, bem conseguido porque dá um ar bem “retro” ao passado da moça e respectiva família. Aproveito para levantar um pouco do véu e dizer que a família é muito importante em todo este início… desculpem-me mas não resisti a dizer isto…
Como Kate Kane a construção das páginas e toda a arte / coloração é muito clara, com poucas sombras e traço bastante fino, adapta-se perfeitamente porque o artista e o colorista querem fazer a diferença para a Batwoman (e conseguem-no perfeitamente), a arte e cor em que é retratada a Batwoman em plena acção são autênticas explosões de vermelho e negro em alta velocidade, atravessando vinhetas e pranchas e contrastando com a cor branca da vilã (Alice). Espectacular!
Recomendo, e espero que se inicie uma longa série com esta personagem e estes autores!
Boas leituras!

Hardcover
Criado por: Greg Rucka, J.H. Williams III e Dave Stewart (colorista)
Editado em 2010 pela DC Comics
Nota : 11 em 10

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