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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Capas WTF: Strange Adventures #200


Ok... eu vi esta capa e disse mesmo WTF???
Como esta rubrica tem estado parada, aqui vai "The man With a Comet Head"!
:D

Esta revista do título Strange Adventures apresenta na capa um homem com cabeça de cometa... acho que não é preciso dizer mais!
:D

Saiu em 1967 e o autor da capa foi o célebre Carmine Infantino (WTF Carmino??), e representava uma história do seu interior desenhada por Jack Sparling e escrita por Bob Haney, chamada exactamente "The man With a Comet Head".

Agora reparem bem em tudo o que está errado nesta página aqui do lado esquerdo.

Bolas páh... "...just a human with the wrong head..." ,  "I have no mouth to talk..."

Então, o que é aquela coisinha ali no meio da cabeça de cometa? Um pénis?

Um humano com a cabeça errada? Não rapaz, essa é a cabeça certa de certeza! lol
Bem, e então os olhinhos logo acima da boca que não existe... bolas páh, os cometas não têm olhos!
:D

E já agora, o posicionamento do balão de pensamento está apontado para o tipo em terceiro plano...

Bons e divertidos tempos...
:D



Boas leituras

sexta-feira, 5 de abril de 2013

A Palavra dos Outros: Carmine Infantino por Hugo Silva



Carmine Infantino, o homem que redesenhou os Comics da Silver Age faleceu. Hugo Silva, um rei no mundo da nostalgia, faz o seu elogio neste texto.
Infantino será sempre lembrado por todos os que gostam e apreciam os Comics norte-americanos. Que descanse em paz!

Carmine Infantino


A indústria da BD Norte-Americana está de luto com a morte de um dos seus maiores artistas, Carmine Infantino faleceu no dia 4 de Abril com 87 anos de idade, deixando o mundo inteiro a chorar com a perda de um dos homens mais influentes nos comics durante a década de 60 e 70. Fica aqui então um singelo texto como homenagem a este grande nome dos Comics.

Carmine Infantino nasceu a 24 de Abril de 1925, e como tantos outros artistas da sua geração ele começou a sua carreira na indústria dos comics fazendo diversos trabalhos, quer como escritor, arte-finalista ou até trabalho de escritório. Na DC ele desenhou de tudo um pouco, desde Westerns a Ficção Científica, ajudando a aperfeiçoar o seu traço artístico e a ganhar um estilo que iria ajudar a redefinir a Silver Age.

Foi em 1956 que o editor Julius Schwartz decidiu que era altura de fazer um update e revitalizar alguns heróis da DC, e deu a Infantino a tarefa de tratar do design para o novo Flash. O artista criou um uniforme simples, vermelho e com detalhes a amarelo que ele fazia sobressair com as suas linhas de velocidade, que ajudavam a definir a rapidez da personagem e a tornar aquele fato um dos mais emblemáticos da companhia.

A sua criatividade ajudou a criar a fantástica galeria de vilões do herói, sendo responsável pelo visual de vilões como Capitão Frio ou o Mestre dos Espelhos ou personagens secundários como Wally West e Irís West, passando ainda por heróis como o Homem-Elástico.


Isto fez com que Schwartz confiasse cada vez mais no artista e lhe entregasse outros trabalhos de responsabilidade numa altura tão importante para a companhia.
Na década de 60 ele fez um trabalho fantástico a cimentar o Flash como o rosto da revolução da Era de Prata, e o seu trabalho em Adam Strange mostrou todo o seu talento, com os seus cenários futuristas e traço simples e elegante que tornou o título o símbolo da Ficção Científica nos comics.
Em 1964 ele entrou para a revista do Batman, revitalizando a personagem dando um novo look ao herói e ao seu parceiro Robin. 

O seu design simples e moderno ajudou a que a revista ganhasse novo fôlego, salvando-a do cancelamento iminente. Não foi de estranhar por isso que em 1966, a DC oferecesse a ele o cargo de responsável por todas as capas da companhia, um lugar como director artístico que chamou a atenção da Marvel, com Stan Lee a oferecer-lhe mais dinheiro para que ele abandonasse a DC mas que o artista acabou por recusar.

A sua importância ajudou a que ele se tornasse o maior responsável na companhia, algo em que ele tentou o seu melhor numa altura não tão boa para os comics e que o fez tomar decisões arrojadas de modo a melhorar as vendas. Em 1971 ele era assim a cara da DC, ajudou a criar e/ou aprovar revistas de personagens pulp como o Tarzan ou o Sombra, a Saga do Quarto Mundo do Jack Kirby, ou a fase elogiada pela crítica que unia as personagens do Lanterna Verde e do Arqueiro Verde.

Ele abriu as portas à Marvel, colaborando com a editora para a criação do mítico crossover entre o Super-Homem e o Homem-Aranha e quando a Warner o substituiu como presidente da DC em 1976, ele voltou a ser um artista freelancer e pôde assim desenhar alguns títulos na Marvel.
Como artista conhecido por fazer um bom trabalho em títulos de Ficção Científica, ele foi uma escolha óbvia para a revista Star Wars, ajudando a que esta se tornasse um dos títulos mais vendidos da Marvel. Infantino trabalhou ainda em títulos como o Nova ou revistas mais urbanas como a Mulher-Aranha onde ele mostrou todo o seu talento inovando nas aventuras da heroína e quebrando algumas barreiras no layout de uma página de BD.


Em 1981 ele voltou para a DC, trabalhando na revista da Legião dos Super-Heróis e no revival do título Dial H for Hero. No final de carreira substituiu Marshall Rogers como o artista principal na tira de jornal do Batman e foi dar aulas de arte e design numa escola de renome nos Estados Unidos.

A sua marca na história da DC é inegável, mas nem por isso podemos esquecer que ele chegou a ter conflitos com a editora, como quando a processou em 2004 pelos direitos das personagens que ajudou a criar ou de algumas decisões que tomou à frente da companhia como a de redesenhar o Super-Homem de Kirby para que este ficasse mais ao estilo da DC. Mas isso não belisca a importância do arista no mundo da Banda Desenhada, e todos devemos apreciar a sua arte e o recordarmos por isso.




















































Texto de Hugo Silva

Para verem os outros artigos do Hugo Silva no Leituras de BD basta clicar no nome dele, para visitar o seu excelente blogue nostálgico cliquem no link em baixo:

Ainda sou do Tempo...

Boas leituras

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Capas WTF: Detective Comics #371


Não é só a Golden Age que tem capas maravilha... a Silver Age não lhe fica atrás!
:D

Capa da revista Detective Comics #371 de Carmine Infantino, e eu que gosto tanto deste desenhador...
Esta revista é de Janeiro de 1968, Carmine Infantino desenhou a capa e Gil Kane o interior. O maravilhoso argumentista desta história, Batgirl's Costume Cut-Ups, foi Gardner Fox. Ok... dá para rir mesmo!
E é claro, gosto sempre de tirar uma pequena vinheta fora do contexto:
"Dick.. in his hands!"
LOL

Espero que setenham divertido com esta "malha" nas meias da Batgirl, a melhor de todas para mim (Barbara Gordon), e com a cena da bicicleta...

Esta revista trazia outra história: "The Bellringer and the Baffling Bongs"
Espero que tão divertida como a outra!
:D




Boas leituras

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