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sexta-feira, 8 de julho de 2022

Capas: Catwoman #55

 


Capa da revista Catwoman #55 por Adam Hughes.
Foi em Maio de de 2006 embora a data na capa seja de Julho.

Não é fantástica?


Boas leituras

quinta-feira, 30 de junho de 2022

Batman/Catwoman #12
Casamentos, fofocas e desabafos


Bom, parece que à morcegos e morcegos... ou morcegas neste caso.

Não que eu tenha nada contra casamentos em comics de super-heróis, não tenho, mas lembro-me de uma série que acabou por ser cancelada devido à proibição de casamento na DC em 2013 (lol).
A série era excelente, uma das minhas preferidas neste século: Batwoman. Podem clicar neste link para lerem o excelente post (cof cof) que fiz em 2013 sobre este assunto.
Já agora, não confundam a BD com a série de TV (que é intragável).

Já agora, na parte da fofoca, nunca percebi se o Superman está casado ou não, alguém sabe dizer? E já agora, um casamento antigo que foi descanonizado pela DC de 2013 entre o Aquaman e a Mera, já é válido ou não?  Isto dos relacionamentos nos comics é muito complicado, e no que toca ao morcego... afinal, o tipo divorciou-se da filha do Demónio, a Tália al Gul? Ou é viúvo dela? Pelo menos tem um filho dela morto ressuscitado... e com aquela proibição de 2013 de casamentos na DC pelo editor da altura Dan Didio, o casamento entre o Flash Barry Allen e a Iris também foi descanonizado?
ahahahah  :D problemas existenciais de quem não segue há uns tempos estas faenas....

Aparte estas cenas aquilo que se começou a desenhar (literalmente) há quatro anos na revista Batman #50 parece que se vai consumar na revista Batwoman/Catwoman #12. O morcego e a gata vão o nó (finalmente).

É o final da run de Tom King neste título. Finalmente a relação Bat/Cat depois de muitas décadas entra num entendimento mais sério, e como eles dizem a eles próprios, eles são wounded animals that managed to crawl to each other.

Casamento simples com Clark Kent e Lois lane como padrinhos e sem festa, ou público, como convém a animais nocturnos.



Agora a pergunta é, isto é cânone? 
E se for cânone podem chamar o JH Williams III para continuar a Batwoman?  É que odiei aquilo ficar a meio por causa de um casamento :D



Boas leituras

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Uniformes ao Longo do Tempo [Cinema]: Catwoman



Vou iniciar uma rubrica que é capaz de ser interessante, mostrando como os uniformes evoluíram ao longo do tempo, neste caso e nesta personagem será no cinema o primeiro foco.

Apresento-vos a Catwoman desde a primeira na TV, até à última (também na TV), passando pelo cinema, claro.


Julie Newmar



Foi a primeira Catwoman de todas, e fez a sua aparição na série de TV Batman em 1966. Actriz, cantora, dançarina e modelo, Julie Newmar sex simbol dos anos 60 foi a primeira escolhida para o papel. Fez a 1ª e a 2ª temporada desta série Batman




Eartha Kitt



Substitui Julie Newmar na 3ª temporada da série Batman. O uniforme é praticamente igual ao de Julie. Há quem diga que foi a melhor Catwoman de sempre, embora afirmar isso... vale o que vale!




Lee Meriwether



Esta Miss America estrelou no filme "Batman" the 1966. E mais uma vez o uniforme manteve as mesmas características.




Michelle Pfeiffer



A minha preferida de sempre. Michelle Pfeiffer no filme "Batman Returns" de 1992, para além de fazer uma memorável Catwoman, tem um fato que é instantaneamente reconhecido por toda gente. Este icónico uniforme é completamente justo, parecendo uma manta de retalhos devido às suas costuras bem grossas, aliás, adaptando-se perfeitamente à psique louca de Selina Kyle neste filme. De notar que este é o primeiro uniforme que possuiu máscara de cabeça completa em filmes ou séries em que entre esta personagem (assim como o chicote).

Não foi fácil para Michelle Pfeiffer usar este fato. Ela própria disse que tinha sido o fato mais desconfortável de sempre que ela tinha vestido, antes de vestir o uniforme tinha de ser completamente coberta por pó e o fato era vestido com o auxílio de um sistema de vácuo para ficar completamente colado ao corpo de Michelle. Depois haviam as garras que segundo ela se agarravam a tudo nos cenários e finalmente a máscara que a sufocava!
Pode não ter sido fácil, mas ficou memorável!




Halle Berry



Na minha opinião o pior uniforme em todos os aspectos. Um design criado unicamente e exclusivamente para mostrar carne, mas mesmo dentro desse tipo de design é mau... passemos à frente. Foi usado no filme "Catwoman" de 2004.




Anne Hathaway



Esta actriz protagonizou Selina Kyle no filme "The Dark Knight Rises" (2012), denominada simplesmente "The Cat", e usa um uniforme de design simples, elegante com botas até meio da coxa. É um uniforme actual feito para a acção.
Muito bom este uniforme, na minha opinião.




Camren Bicondova



E para terminar voltamos às séries! Bicondova estrela na série da DC "Gotham" aquela que será futuramente a Catwoman, presumo que muito ao estilo futuro de Anne Hathaway. Gotham começou a ser exibido em 2014 e já vai para a 5ª temporada. Esta Cat usa muito os casacos de cabedal com gorro e calças rasgadas ou seja, tem estilo casual muito urbano.





Boas leituras


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Ilustração: Catwoman por Otto Schmidt


Eu gostava de falar um pouco mais sobre este excelente artista, mas a informação na internet é extremamente exígua...
A única coisa que vos posso dizer sobre ele é que é Russo, vive em Moscovo e tem 41 anos.
E claro... é um ilustrador portentoso!
Na página do Leituras de BD no Facebook irei colocar hoje umas ilustrações dele ao longo do dia!

Fiquem com as "cats" dele:




























Boas leituras

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Ilustração: Catwoman por Caanan Grall


Bem... a pergunta é:

Quantos gatos vocês conseguem identificar nesta imagem seus nerds?
:D
Vá identifiquem o maior número possível de gatos! Eu consegui identificar quase todos!

São 27 felinos, 23 identificados até ao momento:

- Simon - (Diabba)
- Garfield - (Diabba)
- Silvestre - (Diabba)
- Cheshire Cat (Alice) - (Diabba)

- Marie - (Storyteller)
- Nermal - (Storyteller)
- Top Cat - (Storyteller)
- Tom (Aristogatos)- (Storyteller)
- Felix - (Storyteller)
- Tom (Tom & Jerry) - (Storyteller)
- Gato das Botas (Puss in Boots) - (Storyteller)
- Snowball II - (Storyteller)
- Bucky - (Storyteller)
- Scratchy - (Storyteller)
- Stimpy - (Storyteller)
- Asrael - (Storyteller)
- Mooch - (Storyteller)
- Figaro - (Storyteller)
- Bill, the Cat - (Storyteller)

- Dr Claw - (Ghost)
- Penelope Pussycat (Pepe le Pew) - (Ghost)

- Krazy Kat - (André Azevedo)

- Streaky - (Hunter)

E já agora para vosso divertimento, um anúncio que apela à nossa nerdice total: A Corrida mais louca do Mundo!


Boas leituras!

sábado, 23 de março de 2013

Figuras de Chumbo: Vilões Batman


A seguir à família vêm os chatos... apesar de alguns o já terem ajudado, como Azrael, ou até interesses românticos, Catwoman, serão sempre uns tipos(as) que volta e meia infernizam a vida do Morcego!

Infelizmente a última foto saiu um "pouco" desfocada...
:D
(Só um bocadinho...)


Aqui temos Batman com dois dos seus melhores "amigos": Two-Faces e Joker! Bela companhia...


Agora um grupinho muito jeitoso... as Gotham City Sirens: Poison Ivy, Catwoman e Harley Quinn!


Finalmente... Ra's Al Ghul, Penguin, Azrael, Scarecrow e The Riddler! Os de trás são os tais que ficaram desfocados...
:P

Boas leituras!

domingo, 3 de março de 2013

Catwoman: Selina's Big Score


Esta gata não aparece por aqui muitas vezes, e este livro merece algumas palavras.
Darwyn Cooke assumiu o livro como desenhador e autor do argumento, e na realidade este livro saiu um pouco diferente do habitual por duas razões:
Primeiro o livro é mesmo sobre Selina Kyle, a Catwoman só aparece num “flashback” e segundo é o tipo de desenho apresentado. Este deu-lhe o passaporte para fazer também o primeiro de uma série de quatro livros da Catwoman mas com Ed Brubaker no argumento, sendo Cooke substituído a partir daí por Cameron Stewart.

Darwyn Cooke correu um grande risco ao fazer este livro baseado apenas em Selina, pondo de lado a figura Catwoman. Aliando isto ao seu estilo pouco usual de desenho, dentro do habitual no “mainstream” dos comics de super-heróis, o risco foi a dobrar!

Por isso mesmo as opiniões dividiram-se em relação a este livro… desde críticas perfeitamente fabulosas, a outras não tão boas.

Esta é para mim uma obra perfeitamente cinematográfica. O tema é um super assalto que Selina quer levar a cabo pois está sem dinheiro.
Para isso Cooke enche o livro com as personagens certas… os coadjuvantes! Dentro destes há aqueles que são na realidade tridimensionais, como o super bandido e ex “professor”/ex amante de Selina: Stark. Temos os menores como o seu amigo Jeff, e o amigo bandido de Stark. Temos a prostituta que é quem espia para o golpe, e temos o tipo de detective típico destes policiais “noir”. Claro… os bandidos com dinheiro são mafiosos!
Digam lá que com estes ingredientes não se faz um belo filme?

A narrativa de Cooke é muito boa, a história é rápida mas sem deixar pormenores de lado, está tudo muito bem encadeado e ninguém está a mais nem a menos neste livro.
O estilo sujo e de traço grosso de Cooke aumentam a densidade e colam bem no argumento. Acrescentamos a isto uma paleta de cores muito própria, por vezes quase monocromática em algumas páginas.
Isto deu um ambiente único a uma história única dentro do universo da Catwoman! Só por isso este livro já valeu a pena.

Selina está dada como morta e serve-se disso para andar mais à vontade. Um golpe inicial corre-lhe mal e não ganha nada com ele. De volta à cidade serve-se dos seus contactos para saber onde poderá facturar. Apresentam-lhe um grande e chorudo golpe… só que para aquilo tipo de assalto é preciso uma equipa, então recorre a Stark, o seu mentor inicial.
Esta é a premissa do livro. Selina e não Catwoman!

Penso que este livro serviu para fazer o relançamento da personagem, que já deveria a estar a ser trabalhada por Ed Brubaker. A transição fez-se no livro seguinte, e a partir daí este premiado autor, mas muito subestimado, saiu do título. Na realidade o seu estilo de desenho não é aquele que a massa de fãs mais gosta, por isso a sua saída era inevitável!

É um bom livro, sobre um bem montado golpe e é sempre interessante ver-mos um livro focado em Selina Kyle!
De notar a excelente galeria de arte no fim do livro…
;)

Arte por Mike Mignola

Boas leituras.

Hardcover
Criado por: Darwyn Cooke
Editado em 2003 pela DC Comics
Nota: 8 em 10

sábado, 2 de março de 2013

Capas: Robin Death



Devido ao recente evento próximo, a morte do último Robin, Damien Wayne, filho de Batman e Thalia Al Ghul, as capas da "família" Batman mudaram.
Na realidade é preciso morrer alguém para as capas melhorarem de qualidade? Acho esta uma boa pergunta...

De qualquer modo, a capa de topo considero-a excepcional! O autor é Greg Capullo e a capa está perfeita, sabendo-se o que vai acontecer consegue transmitir a carga emocional graficamente de modo muito eficiente. Não é preciso a figura da personagem, apenas os seus símbolos.
Volto a repetir, a capa de topo é excepcional! Grande Capullo!

Algumas das outras capas ficam aqui por baixo:






























Boas leituras

sexta-feira, 30 de março de 2012

A Palavra dos Outros: Absolute Hush por Hugo Silva

Hugo Silva traz-nos hoje Batman. O livro é um magnífico Absolute e tem o título "Hush".
Esta obra teve um pouco de polémica, e não percebo porquê... houve muita gente que não gostou da estória, mas esta sem ser nada de extraordinária, é um bom momento de super-vilões, com uma galeria muito completa de maiores inimigos de Batman, mas ao mesmo tempo tempo trazendo um novo que vai influenciar as estórias de Batman até arcos bem recentes.
Mas a grande mais valia deste livro é a arte simplesmente brutal de Jim Lee! Só isto vale muito a pena.
E os portugueses puderam, ou tiveram a hipótese, de apreciar este título (ou não) com a edição da Devir em cinco TPBs. Fiquem com as palavras de Hugo Silva!

Absolute Batman Hush

Batman é uma das melhores personagens da BD, tem um design apelativo, uma personalidade forte e uma galeria de personagens repletas de carisma. Quando uma super estrela do desenho, como Jim Lee, se une a um argumentista, Jeph Loeb, que já tinha escrito uma boa série de histórias com o Morcego, é normal que toda a indústria entre num frenesim total e os fãs salivem à espera do resultado final.

Lembro-me que gostei bastante do arco “Hush” na altura em que saiu e que, para mim, correspondeu às expectativas. Lee fez umas mexidas no design dos uniformes, o que resultou num visual mais colorido do que estávamos habituados no universo de Gotham City, e em conjunto com o argumento cheio de acção e movimento criou uma série de histórias emocionantes, com mais ênfase no visual do que na qualidade do argumento. Mas não que isso seja uma coisa má, muito pelo contrário.

Andei a ler o Absolute Batman Hush e quando se pode ver a arte do Lee em toda a sua plenitude, tudo ganha uma outra dimensão. A história começa logo a chamar a atenção do público, com uma luta tremenda entre o Batman e o Killer Croc e, enquanto recuperamos o fôlego, levamos logo com mais duas personagens renovadas, a Catwoman e a Posion Ivy.

A segunda história mostra o morcego completamente imobilizado no chão, no famoso beco do crime depois de uma queda das alturas, rodeado de facínoras a quererem acertar contas com ele até este ser salvo pela Huntress num novo uniforme que, curiosamente, tinha um estilo bastante clássico. É o próprio Bruce Wayne que dá a entender, via código Morse com os seus dedos, que quem o devia salvar e o operar, seria um amigo de infância, o Dr. Thomas Elliot.

Nos seguintes capítulos vemos intercalados flashbacks da infância dos dois, de modo a conhecermos melhor a sua relação, e a procura do Batman pela verdade sobre o rapto da história inicial. Para além disso temos o aprofundar da sua relação com a Catwoman, que ganhava contornos nunca antes vistos. Loeb e Lee levaram o inuendo sexual de décadas a uma consumação que mudaria em muito a vida do herói.

Os desenhos de Lee não podiam ser desperdiçados só com vilões, e por isso aparece em cena o maior herói de todos, Superman, em mais uma luta em que o morcego leva a melhor. Harley Quinn, Joker, Jim Gordon, Nightiwng, Robin, Talia e Ra's ghul são apenas algumas das personagens que aparecem em catadupa, página após página com a simples intenção de nos chocar e nos deixar sobressaltados sobre qual seria o próximo.

O plot principal de tentar descobrir quem estava por trás de tudo, era apenas uma desculpa para nos mostrar a quase totalidade da galeria de vilões do Morcego. Quase todos eram usados como peões pelo vilão que tinha engendrado este plano maquiavélico, que chegava ao ponto de mostrar um duas caras curado após uma operação plástica e com vontade de voltar para o lado dos bons. As coisas ganharam outros contornos quando de repente damos de caras com um Jason Todd crescido, e aparentemente de volta do mundo dos mortos, até percebermos que era apenas o Cara de Barro, personificando um Jason mais velho, seguindo o plano que o Batman tanto queria descobrir.
As imagens são sempre muito intensas, quando não há uma luta há sempre uma imagem pin up que gostaríamos de ter num quadro em tamanho maior. Desde cenas isoladas como o Batman a beijar a Catwoman, a quadros isolados entre os quadros de uma luta intensa.

No final percebemos como o vilão é alguém novo, e como um vilão antigo é afinal mais inteligente e perigoso do que aquilo que aparentava. A cena final é interessante mas como que tira alguma da lógica de todo o arco de histórias, algo comum em Loeb, apesar de ter gostado bastante deste upgrade ao Riddler. Para quem se quer divertir e se deliciar com uma arte dinâmica, Hush é o livro ideal para se ler, ver e babar com a arte.


Tenho de agradecer a disponibilidade de Hugo Silva para colaborar neste blogue, já é a 5ª participação deste apreciador de Comics, e em que regularmente de mote próprio vai enviando textos e ilustrações.
Podem também visitar o blogue dele  em que a nostalgia é rainha: Ainda Sou do Tempo...

Obrigado Hugo Silva!

Boas leituras

sábado, 21 de janeiro de 2012

Gotham City Sirens Vol. 3: Strange Fruit

“-The World can kiss my sweet pattotie…
… but any queen who tries to punk G-Town is in for a beatin’!”
(Harley Quinn)

I LOVE THIS!
Depois de um excelente primeiro livro, e de um segundo “assim assim”, Gotham City Sirens surge pleno de vivacidade nesta terceira aventura das três anti-heroínas de Gotham! Para quem não sabe esta série tem como protagonistas principais Catwoman, Poison Ivy e Harley Quinn.
Mas como não podia deixar de ser baseia-se no universo Batman, e como tal ele está presente, assim como o Joker! Este terceiro livro pode-se dizer que se joga a cinco beldades, visto que Zatanna e Talia Al Ghul juntam-se às três protagonistas para uma excelente estória de paixão e entretenimento! Aliás, este entretenimento de leitura nem nos deixa respirar pela velocidade de acção e bons diálogos! Por falar em bons diálogos… Harley Quinn é a minha favorita, louca, cómica, apaixonada e completamente fiel às suas amigas não lhe importando os seus segredos passados.
A personagem Harley Quinn é explorada de tal maneira que é ela o sal e a pimenta desta série, e é um excelente trabalho de alavancagem de uma personagem bastante secundária!
Tony Bedard e Peter Calloway tiveram uma excelente entrada neste livro como autores dos textos, Paul Dini tinha sido o autor dos dois primeiros e no segundo já estava um pouco em queda de ideias… isto apesar de que a parte final do segundo já tinha a mão de Bedard.
O autor da parte artística é neste livro Andres Guinaldo, que substitui Guillem March. Aqui acho que a série desceu um pouco, gosto mais da arte de March do que de Guinaldo!
O livro começa com a continuação e término do arco iniciado no segundo volume, uma excelente evolução de ideias que tem no centro Poison Ivy descentrada e louca por uma planta humanóide. Mas o início do arco seguinte neste livro eleva bem a estória a nível qualitativo, voltando ao tema da identidade secreta de Batman…
Selina Kyle (Catwoman) é sempre o elo mais fraco neste assunto, visto que infelizmente sabe quem é Batman. Zatanna tinha posto protecções psíquicas no passado para que ela nunca pudesse fornecer contra vontade a identidade do morcego, mas Tália Al Ghul convence Zatanna a apagar da mente de Selina toda e qualquer referência a Bruce Wayne. Para convencer Zatanna serve-se de uma gigantesca maquinação, extremamente bem orquestrada, que quase dá resultado… as moças tentam-se recompor desta estória que pôs à prova a sua amizade, mas no final… bem Harley Quinn passa-se dos carretos e vai atrás de alguém com uma vontade muito assassina! Quem é o feliz alvo desta fúria? Hã? LOL
Fiquei com muiiiita água na boca para ler a continuação, mesmo!
Espero que o “reboot” da DC não estrague este título, é dos mais interessantes fora do círculo dos heróis habituais, e funciona como uma lufada de ar fresco nas estórias pesadas e já com muita história por trás.
Têm a referência neste blogue ao primeiro livro:
Gotham City Sirens Vol.1: Union
O segundo chama-se Songs of the Sirens, e o quarto volume sairá em Março com o título Division.

Boas leituras!

Hardcover
Criado por: Tony Bedard, Peter Calloway e Andres Guinaldo
Editado em 2010 por DC Comics
Nota : 9 em 10

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Duplas Famosas: Batman & Catwoman

Duas personagens interligadas desde a sua génese! Catwoman surgiu logo em Batman #1 corria o ano de 1940, escusado será dizer que o seu criador foi Bob Kane o mesmo de Batman.
A relação entre estas duas personagens sempre foi de altos e baixos, como não podia deixar de ser entre um super detective que faz justiça pelas suas próprias mãos e uma super ladra de jóias! São a antítese um do outro… ele é bruto, visceral, frio e sombrio. Ela é alegre, tem classe, vivacidade, graça felina e gosta de coisas bonitas! Ela rouba, e ele vai atrás. Ela pica-o propositadamente e ele vai atrás. Ele tem problemas e não pode confiar em ninguém e ela ajuda-o…
Já tiveram grandes sagas juntos, como Dark Victory, Hush e toda a parte final antes de Batman “morrer”: Batman: R.I.P..
Não há dúvida que fazem um dos pares mais engraçados do mundo da DC Comics, mas sempre interrompendo qualquer relação mais séria. Talvez a altura que estiveram mais próximos na fase “pré-reboot” tenha sido em Hush, mas agora, e logo no numero 1 da nova série, eles partem a loiça toda caindo-lhes os puritanos todos em cima…
Apesar de serem considerados super-heróis (com reticências no caso da Catwoman), nenhum deles possui super poderes, mas são possuidores de extrema agilidade, inteligência fora do normal, força e possuem muitos, mas mesmo muitos “gadgets”. Adoram saltar pelos telhados de Gotham, ele atrás de bandidos, ela atrás de jóias!
As suas identidades não são secretas para nós, ela é Selina Kyle e ele Bruce Wayne, fingem que não se conhecem quando não usam o uniforme embora e sempre que possível tenham uns pequenos “flirts”…
Por norma as aventuras em que os dois unem forças costumam ser de grande entretenimento para o leitor, por isso penso que não existe nenhum fã de Batman que não goste de ler esta dupla super-dinâmica. Qual Robin, qual carapuça…
:D
 Aconselho a leituras de Batman: The Long Halloween seguido de dois livros para ler ao mesmo tempo,
Batman: Dark Victory e Catwoman: When in Rome. Para terminar têm um livro que lança a Catwoman para o "reboot": Catwoman: Selina's Big Score, e os três livros das Gotham City Sirens!
Ficam algumas imagens!

























Boas leituras!

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