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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

26º Amadora BD, a reportagem "ilegal"...



Durante 3 semanas esteve o 26º Amadora BD aberto ao público, com o núcleo principal no Fórum Luís de Camões e várias exposições espalhadas pela Amadora.

Dizia-se por parte da organização que a criança seria tema fulcral deste Amadora BD de 2015… era a premissa. Mas esta premissa, tal como desconfiei desde o início, foi apenas mais uma desculpa para IMPOR as personagens fetiches desta organização ao público, ou seja, aqueles bonecos sem graça chamados Quim e Manecas. Tiveram o seu tempo, foram importantes em alguma altura no tempo, mas apenas isso… mas esta organização tenta, e tenta, e tenta impor aquilo ao público. São bonecos datados a que nenhuma criança alguma vez irá ligar em 2015.
Ridículo! Ridículo…

Já agora, em Portugal existem bons autores de BD para crianças. Onde estavam eles? Onde estavam as exposições destes artistas? Nem para os autógrafos foram convidados. José Abrantes, Pedro Leitão, Carlos Rocha e Aida Teixeira (estes com um livro publicado recentemente que já vai na 2ª edição). Em contrapartida houve quem andasse a dar autógrafos nem sei porquê… amiguismos?

Por falar em autógrafos… este foi o ano mais fraco em matéria de artistas internacionais. Pobre mesmo. Eu pergunto… para onde vai mais de meio milhão de Euros?? A decoração foi feita com paletes de madeira, caixotes de cartão e ripas de madeira verde sem estar tratada (um perigo para os visitantes). As bancas e o tampo dos autógrafos eram de madeira reciclada de baixa qualidade. Pobre!
No que toca aos autógrafos, o público foi avisado com 3 horas de antecedência que o excelente Tardi iria dar autógrafos. Ridículo!

Na zona de exposições onde se situava também o “auditório”, constavam se bem me lembro 6 exposições (para além da já costumeira exposição do concurso de BD). Não estavam más, mas fui habituado a muito melhor no Amadora BD, aliás, as exposições sempre foram o forte deste festival de BD. As outras exposições espalhadas pela Amadora seriam melhores? Talvez, acredito que sim. Para uns poucos de visitantes que batem as capelinhas todas, ou estão à espera que os visitantes “normais” de fora da Amadora andem a fazer um périplo pela cidade? Não com certeza…
As únicas exposições que estiveram ao nível do “antigamente” foram a do André Oliveira e a do Tony Sandoval. As outras estavam “normais” ao nível cénico.

Neste piso encontrava-se o parque infantil… lembram-se? As crianças eram o foco deste Amadora BD. Pois, deram-lhes um enorme playground para andarem aos saltos, mesas, papel e canetas para rabiscarem. Áh… e filmes curtos. Muitos. Quase tudo filmes da Europa de leste, parecia o programa do Vasco Granja... Mas afinal, era para as crianças se interessarem por BD ou para andarem aos saltos a fazer uma enorme barulheira na zona do “auditório”, onde era suposto haver um mínimo de silêncio?

O “auditório” era formado por paletes umas por cima das outras e forradas na parte de cima. Ou seja, uma pessoa que se sentasse ficava extraordinariamente confortável com a cabeça entre os joelhos. Mas já para os visitantes descansarem dessa posição, tínhamos a meio uma zona que dava para nos deitarmos e descansar um pouco a coluna e o cu.
O isolamento sonoro desta “sala” escura era feito com caixotes de cartão. Até que não estava feio, mas pede-se mais para uma sala deste género e rodeada pelo parque infantil. Mais, de início nem sequer distribuíram microfones para as pessoas que falavam no palco! Maravilhosamente ridículo!

Mas o cúmulo aconteceu quando eu estava a tirar fotos à primeira exposição, a única dedicada às crianças (ilustração [e não BD] infantil). Veio a menina da segurança perguntar-me se eu tinha autorização escrita para tirar fotos. Eu disse que não. E a menina disse que então eu não podia tirar fotos. Fiquei danado e fui embora. Este costume ridículo do Amadora BD já enerva… vou ao excelente festival de BD de Beja e não é preciso. Vou à enorme Comic Con no Porto, e não é preciso. Vou a Angoulême (um dos maiores e melhores festivais no mundo) e não preciso. Vou ao pior festival destes todos e é só burocracias completamente parvas. Nunca irei pedir autorização para tirar fotografias num evento deste género em que paguei bilhete. Nunca. Isso era rebaixar-me a um costume burocrático bacoco. E toda a gente devia fazer o mesmo.

Como curiosidade, na exposição da Tertúlia BD patente neste piso tinha fotografias desses encontros a correr num monitor. Ora, eu contei uma dúzia de fotos em que eu estava presente e reconhecível (uma delas um grande plano) e ninguém me pediu autorização para que a minha pessoa estivesse “exposta” desta maneira no festival! Dois pesos e duas medidas?

E já agora... o ridículo que foi aquela atoarda do "Ano Editorial 2015" na vertente das revistas em que o nome da "coisa" era a "Invasão das revistas". Sim, houve uma invasão de revistas, a qual foi exemplificada com uma Comix, uma Minnie & Friends e outra dos Simpsons. Isto é que foi uma invasão (lol)! Presas com corrente para ninguém roubar (re-lol) e duas delas já descontinuadas (re-re-lol). Têm noção do ridículo? Têm?? Não, não têm...

Mas depois logo no dia seguinte fui lá novamente com a máquina preparadíssima para tirar fotos. E tirei, às escondidas… parecia que andava a esconder droga. Daí o nome deste post: 26º Amadora BD: Uma reportagem ilegal.

Falta falar mal do cartaz. HORRÍVEL HORRÍVEL HORRÍVEL!
Acho que não preciso falar mais do cartaz.


Positivo, a zona comercial finalmente no piso superior. Luz e cor para atrair os visitantes e para os levar a comprar livros (é a finalidade da BD, certo?). Os autógrafos ficavam estrategicamente no espaço central deste piso e logicamente toda esta situação potenciou vendas. Não tenho dados das lojas, mas vi muita gente a comprar.


E finalmente, o outro aspecto positivo foi o convívio. Um bom grupo de fãs reuniu-se para dois almoços, e muita conversa. Para além dos muitos livros e lojas cheias de luz este foi o outro aspecto positivo, mas para o qual a organização do Amadora BD não contribuiu.


Este foi o pior Amadora BD desde que eu visito este festival (exceptuando os dois pontos positivos). Custou, segundo consta 600 mil Euros, mais de meio milhão de Euros dos contribuintes portugueses, e fizeram aquela coisa pobre. Acho que esta é a palavra certa: POBRE.
Digam o que quiserem, o Amadora BD posicionou-se bem abaixo do Festival de Beja.
Regrediu, cheira a mofo, e possui muita falta de inteligência organizativa. Continua a primar pelos amiguismos e pelo cinzentismo.


E já agora, não venham com essas tretas para enganar contribuintes, a dizer que o festival teve 30 mil visitantes, ou outros números parecidos. As crianças que enfiam nos autocarros vindas das escolas não são visitantes. A maior parte nem sequer pode escolher se quer ir ou não. Saem da escola, vão para o autocarro, passam pelas exposições a correr, e nem têm tempo para comprar um livro. Isto não conta. Não enganem os contribuintes por favor.


Como é lógico não tenho muitas fotos, apenas consegui fotografar no 2º dia, embora tenha ido lá durante os três fins-de-semana. Mas fui apenas para comprar livros e conviver um pouco com alguns amigos.

Tenho muita pena que o Amadora BD esteja nas mãos de pessoas que de BD não percebem nada, que persistem em impor fetiches a que o público não liga nenhuma, enfim, nunca mais se livram que digam que o Amadora BD é organizado por amadores. Este ano foi assim. E espero que tenham dois dedos de testa e não continuem a persistir na ideia que são o maior festival de BD em Portugal. Não são. Facto. Ponto.


Tudo isto é a apenas a minha opinião, como tal passível de ser refutada.
E também posso dizer que este post foi-me difícil de fazer, aliás, estive mesmo para ignorar este Amadora BD ao nível da reportagem para o LBD, mas não. Teve de ser.

Fiquem com as fotos possíveis.
À esquerda imagens da exposição de Vera Tavares (Ilustração Infantil).





Em baixo imagens da exposição dedicada a André Oliveira.






Em baixo imagens da exposição dedicada a Tony Sandoval.





Em baixo imagens da exposição dedicada à editora Chili com Carne.






Em baixo imagens da exposição dedicada a Álvaro.




Em baixo imagens da exposição dedicada a Jim del Monaco (Luís Louro).





Osvaldo Medina e José de Freitas




A "Invasão das Revistas"........ (lol)




Os grandes ausentes, ou seja, exposições e presença de autores Infanto-Juvenis.



E pronto, foram as fotos possíveis, tiradas à socapa .
Se alguém se lembrar de mais alguma coisa de que eu me tenha esquecido, é só colocar em comentário.
(Até dizer que foi o maior e melhor festival de sempre.... lol)


Boas leituras



domingo, 1 de novembro de 2015

26º Amadora BD: Vencedores dos Prémios Nacionais de Banda Desenhada 2015



Prémios são sempre bons independentemente das falhas ou lacunas que possam ter na sua génese. E por falar nisso estes prémios, aparte eu concordar com algumas escolhas, e outras não, para o lugar de vencedores (mas isso é a apenas a minha visão ou gosto pessoal), aumentaram uma falha que já possuíam: existia uma categoria de ilustração infantil que este ano foi aumentada para duas, desvalorizando por completo a BD infantil.

Para já o nome indica que são prémios de BD e não de ilustração, depois ignora completamente a BD infantil em prol da ilustração infantil. Lobbies?
Mas pronto, farei apenas um post este ano sobre o Amadora BD onde falarei de tudo.

Uma curiosidade, nenhuma editora conseguiu mais que um prémio.
Para já parabéns aos vencedores:


Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Álbum Português


Zombie, de Marco Mendes (Turbina/Mundo Fantasma)



Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Argumento para Álbum Português


André Oliveira, Volta - O Segredo do Vale das Sombras (Polvo)



Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Desenho para Álbum Português


Nunsky, Erzsébet (Chili com Carne)



Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Álbum de Autor Português em Língua Estrangeira


Crumbs, de Afonso Ferreira, Ana Matias, André Caetano, André Oliveira, André Pereira, Bernardo Majer, David Soares, Fernando Dordio, Francisco Sousa Lobo, Inês Galo, Joana Afonso, Mário Freitas, Nuno Duarte, Osvaldo Medina, Pedro Cruz, Pedro Serpa, Ricardo Venâncio, Sérgio Marques, Zé Burnay (Kingpin Books)



Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Álbum Estrangeiro de Autor Português


Loki - Agent of Asgard, de Jorge Coelho (Marvel)



Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Álbum de Autor Estrangeiro


Papá em África, de Anton Kannemeyer (MMMNNNRRRG)



Prémio Nacional de Banda Desenhada - Melhor Álbum de Tiras Humorísticas


Toda a Mafalda, de Quino (Verbo)



Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Ilustração de Livro Infantil (Autor Português)


Bernardo P. Carvalho, Daqui Ninguém Passa! (Planeta Tangerina)



Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Ilustração de Livro Infantil (Autor Estrangeiro)


O Tempo do Gigante, de Manuel Marsol (Orfeu Negro)



Prémio Nacional de Banda Desenhada – Prémio Clássicos da 9.ª Arte


O Diário do Meu Pai, de Jiro Taniguchi (Levoir/Público)





Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Fanzine


Terrea, de Ricardo Cabral (Edição de Autor)



Prémio Nacional de Banda Desenhada – Troféu de Honra


Pedro Massano



O júri foi constituído por Nelson Dona, director do Amadora BD, Pedro Massano, autor de BD, Bruno Caetano, colecionador de BD, Luís Salvado e Sara Figueiredo Costa, jornalistas e comissários da exposição do Ano Editorial.


O Troféu de Honra é uma deliberação da Câmara Municipal da Amadora que, anualmente, atribui este prémio a uma personalidade ligada à área da Banda Desenhada.

Boas leituras






sexta-feira, 9 de outubro de 2015

26º Amadora BD: Nomeados para os Prémios Nacionais de Banda Desenhada
26º Amadora BD: Vencedores do Concurso de BD e Cartoon



Foi feita a apresentação há dois dias dos nomeados para os PNBD, assim como dos vencedores do concurso de BD e Cartoon. Podem conferir tudo já aqui em baixo.

Não vou dar opinião sobre se deveria lá estar ou aquele, não vale a pena, foi assim que o Júri decidiu. Os intervenientes na escolha foram:
  • Nelson Dona, diretor do Amadora BD
  • Pedro Massano, autor de BD
  • Bruno Caetano, colecionador de BD
  • Luís Salvado, jornalista
  • Sara Figueiredo Costa, jornalista
Não vou alimentar qualquer polémica, mas não posso deixar de referir um facto. Existia uma categoria de Ilustração Infantil no passado, agora passaram a existir duas.
A pergunta é: Porque é que em vez de criarem nova categoria para livros de ilustração infantil, voltaram a deixar a BD Infantil de fora?
Sim, a BD infantil que é tão importante! E atente-se no nome BD, não ilustração. E não me venham com a treta de que há poucas publicações porque eu vejo ali mais abaixo uma categoria com apenas duas obras.
Alguém pode responder sem ser por elipses, círculos ou parábolas?


AMADORA BD 2015
26º Festival Internacional de Banda Desenhada

Apurados nomeados dos Prémios Nacionais de Banda Desenhada e
vencedores dos Concursos Nacionais de BD e Cartoon

Depois de reunido o júri, estão apurados os nomeados aos Prémios Nacionais de Banda Desenhada (PNBD), a serem entregues aos autores dos melhores álbuns de 2015, na noite de 31 de outubro. São agora, igualmente, conhecidos os vencedores do 26.º Concurso Nacional de Banda Desenhada, com o tema “Uma Nova Aventura de Quim e Manecas” e do 24.º Concurso de Cartoon, dedicado ao tema “Os Direitos da Criança”.

Relativamente aos nomeados dos PNBD 2015, o júri - constituído por Nelson Dona, diretor do Amadora BD, Pedro Massano, autor de BD, Bruno Caetano, colecionador de BD, Luís Salvado e Sara Figueiredo Costa, jornalistas e comissários da exposição do Ano Editorial Português - destaca “a quantidade e qualidade artística e editorial dos álbuns a concurso, o que justifica que em algumas categorias tenham sido nomeados mais álbuns do que o habitual, de modo a representar esta pluralidade e acesso ao público”. Em relação ao Prémio Clássico da 9.ª Arte, o júri refere ainda que “tendo em conta a coleção extraordinária de obras-primas do mundo da banda desenhada editada este ano, justificou-se destacar e sugerir ao público mais obras do que o habitual”.

Reflexo desta pluralidade, mas especificamente em relação aos livros de ilustração infantil, o Amadora BD decidiu acrescentar um novo prémio, dividindo a categoria já existente relativa à Melhor Ilustração de Livro Infantil em duas categorias: Autor Português e Autor Estrangeiro.

Assim, os candidatos aos Prémios Nacionais de Banda Desenhada 2015 são os seguintes:


Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Álbum Português
Erzsébet, de Nunsky (Chili com Carne)
Deixa-me entrar, de Joana Afonso (Polvo)
Sepulturas dos Pais, André Coelho (des.) e David Soares (arg.) (Kingpin Books)
O Livro dos Dias, Diniz Conefrey (Pianola/Quarto de Jade)
Volta - O Segredo do Vale das Sombras, de André Oliveira (arg.) e André Caetano (des.) (Polvo)
Zombie, de Marco Mendes (Turbina/Mundo Fantasma)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Argumento para Álbum Português
Álvaro, Balcão Trauma Vol. 2 (Insónia)
André Oliveira, Volta - O Segredo do Vale das Sombras (Polvo)
David Soares, Sepultura dos Pais (Kingpin Books)
Diniz Conefrey, O Livro dos Dias (Pianola/Quarto de Jade)
Marco Mendes, Zombie (Turbina/Mundo de Fantasma)
Nunsky, Erzsébet (Chili com Carne)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Desenho para Álbum Português
André Caetano, Volta - O Segredo do Vale das Sombras (Polvo)
André Coelho, Sepultura dos Pais (Kingpin Books)
Diniz Conefrey, O Livro dos Dias (Pianola/Quarto de Jade)
Marco Mendes, Zombie (Turbina/Mundo de Fantasma)
Nunsky, Erzsébet (Chili com Carne)
Ricardo Cabral, Pontas Soltas - Lisboa (Asa)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Álbum de Autor Português em Língua Estrangeira
Crumbs, de Afonso Ferreira, Ana Matias, André Caetano, André Oliveira, André Pereira, Bernardo Majer, David Soares, Fernando Dordio, Francisco Sousa Lobo, Inês Galo, Joana Afonso, Mário Freitas, Nuno Duarte, Osvaldo Medina, Pedro Cruz, Pedro Serpa, Ricardo Venâncio, Sérgio Marques, Zé Burnay (Kingpin Books)
Gentleman, de André Oliveira (arg.) e Ricardo Reis (des.) (Ave Rara)
I like your Art Much, de Francisco Sousa Lobo (Edição de Autor)
Living Will 3, de André Oliveira (arg.) e Joana Afonso (des.) (Ave Rara)
Space, de Afonso Ferreira (El Pep)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Álbum Estrangeiro de Autor Português
Figment, de Filipe Andrade (Marvel/Disney)
Loki - Agent of Asgard, de Jorge Coelho (Marvel)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Álbum de Autor Estrangeiro
A Arte de Voar, de Altarriba (arg.) e Kim (des.) (Levoir/Público)
Cachalote, de Daniel Galera (arg.) e Rafael Coutinho (des.) (Polvo)
Finalmente o Verão, de Jillian Tamaki (des.) e Mariko Tamaki (arg.) (Planeta Tangerina)
Habibi, Craig Thompson (Devir)
Papá em África, de Anton Kannemeyer (MMMNNNRRRG)
O Árabe do Futuro, Riad Sattouf (Teorema)

Prémio Nacional de Banda Desenhada - Melhor Álbum de Tiras Humorísticas
As Crianças são Muito Infantis, de Fernando Caeiro (arg.) e Filipa da Roda Marques (des.) (Bertrand Editora)
Baby Blues 31 - Cama Supra, de Rick Kirkman (des.) e Jerry Scott (arg.) (Bizâncio)
Toda a Mafalda, de Quino (Verbo)
Psicopatos, de Miguel Montenegro (Arcádia)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Ilustração de Livro Infantil (Autor Português)
António Jorge Gonçalves, Barriga da Baleia (Pato Lógico)
Bernardo P. Carvalho, Daqui Ninguém Passa! (Planeta Tangerina)
Bernardo P. Carvalho, Verdade?! (Pato Lógico)
João Fazenda, Dança (Pato Lógico)
Marta Monteiro, Amores de Família (Caminho)
Yara Kono, Com 3 Novelos (O Mundo Dá Muitas Voltas), (Planeta Tangerina)
Susana Matos, Onde Dormem os Reis? Uma Visita ao Panteão (Verbo)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Ilustração de Livro Infantil (Autor Estrangeiro)
Amigos do Peito, de Violeta Lópiz (Bruaá)
As Aventuras de Pinóquio, de Roberto Innocenti (Kalandraka)
O Mundo ao Contrário, de Atak (Planeta Tangerina)
O que está Lá Fora, de Maurice Sendak (Kalandraka)
O Tempo do Gigante, de Manuel Marsol (Orfeu Negro)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Prémio Clássicos da 9.ª Arte
Foi Assim a Guerra das Trincheiras, de Tardi (Levoir/Público)
Marvels, de Kurt Busiek (arg.) e Alex Ross (des.) (Marvel/Levoir/Público)
Mort Cinder, de Oesterheld (arg.) e Breccia (des.) (Levoir/Público)
Na Cozinha da Noite, de Maurice Sendak (Kalandraka)
O Diário do Meu Pai, de Jiro Taniguchi (Levoir/Público)
O Livro do Mr. Natural, de Robert Crum (Levoir/Público)
Sharaz-De: Contos das Mil e Uma Noites, de Sergio Toppi (Levoir/Público)
Pyongyang - Uma Viagem à Coreia do Norte, de Guy Delisle (Devir)
Um Contrato com Deus, de Will Eisner (Levoir/Público)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Fanzine
Carne e Osso, Coordenação de Marco Mendes e Sofia Neto (Edição de Autor)
É Fartar Vilanagem Nº 10, Coordenação de Alexandre Esgaio (Maria Macaréu)
Malmö Kebab Party, de Amanda Baeza, Hetamoé, Sofia Neto, Afonso Ferreira, Rudolfo (Chili com Carne/Ruru Comix)
QCDI 3000 - Fear of a Capitalist Planet, de André Pereira, Astromanta, Hetamoé e Mao (Chili com Carne)
ohZona, de Asja Wiegand, Caroline Ring, Christoph Mathieu, Fil, Miguel Santos, Gabriel Martins, Lew Bridcoe, Rui Alex e Yi (Zwerchfell, Zona BD, Oh Magazin)


Vencedores do 26.º Concurso Nacional de Banda Desenhada – “Uma nova aventura de
Quim e Manecas”:

Escalão A (dos 17 aos 30 anos)
1.º Prémio (1.000,00€): Quim e Manecas pensam na Vida, de Daniela Ferreira, de Faro (25 anos)
2.º Prémio (750,00€): Sem Título, de Pedro Mendes, da Amadora (29 anos)
3.º Prémio (600,00€): O Quim o Manecas e o Imbróglio, de Filipe Amado Simões, do Entroncamento (26 anos)
Menção Honrosa: Sem Calo de Prelo, de Sérgio Sequeira, de Lisboa (29 anos)
Menção Honrosa: O Quim, o Manecas e uma Aventura no Novo Século, de Inês Almeida, de Lisboa (22 anos)

Escalão A+ (a partir dos 31 anos)
Prémio Único (1.000,00€): Uma Aventura de Quim e Manecas – Bilhete de Ida e Volta, de Marta Henriques, de Lisboa (38
anos)
Menção Honrosa: CESCER – Uma Nova Aventura de Quim e Manecas, de Ricardo Almeida, de Carcavelos (32 anos)
Menção Honrosa: Uma Nova Aventura de Quim e Manecas – O Rio Multicolor ou o Cigarro do Poeta, de Hugo Maciel, de Viana do Castelo (36 anos)

Escalão B (dos 12 aos 16 anos)
1.º Prémio (750,00€): Sem Título, de Rafael Antunes, da Amadora (15 anos)
2.º Prémio (600,00€): O Quim e Manecas – Uma Nova Aventura, de Francisco Antunes, de Lisboa (16 anos)
3.º Prémio (500,00€): O Regresso do Quim e Manecas, de Nuno Salvada, de São Julião do Tojal (16 anos)

Vencedores do 24.º Concurso de Cartoon – “Os Direitos da Criança”:

24.º Concurso de Cartoon – Escalão C (dos 16 aos 30 anos)
1.º Prémio (600,00€): Sem Título, de Bernardo Moreira, de Sintra (26 anos)
2.º Prémio (450,00€): Sem Título, de Ana Vaz de Carvalho, de Massamá (24 anos)
3.º Prémio (350,00€): Sem Título, de Lara Santos, de Odivelas (30 anos)
Menção Honrosa: Sem Título, de Abel Domingos Rafael, de Palmela (28 anos)
Menção Honrosa: Sem Título, de João Januário, de Sintra (22 anos)

Escalão C+ (a partir dos 31 anos)
Prémio Único (600,00€): Sem Título, de Luís Guerreiro (38 anos)
Destaque: Sem Título, de Ricardo Almeida, de Carcavelos (32 anos)


O júri dos Concursos Nacionais de Banda Desenhada e Cartoon é constituído por Álvaro Santos, autor de Cartoon, Filipe Pina, argumentista, João Alpuim Botelho, diretor do Museu Bordalo Pinheiro e crítico/investigador de cartoon, Marco Silva, vencedor melhor fanzine 2014 dos PNBD, Nelson Dona, diretor do Amadora BD, Rosa Maria Coutinho, membro da UNICEF (apenas na avaliação do Concurso de Cartoon, dedicado aos Direitos da Criança), Teresa Guilherme Santos, professora e Tiago Baptista, autor de BD.

Os trabalhos estarão expostos no Fórum Luís de Camões, no âmbito do Amadora BD.
Organizado pela Câmara Municipal da Amadora, o Amadora BD - Festival Internacional de Banda Desenhada constitui o mais importante evento na área da Banda Desenhada, a nível nacional. É também uma importante referência a nível internacional, reconhecido como um dos maiores, melhores e mais diversificados eventos de BD, integrando o calendário internacional de eventos, como o Festival Internationale de la Bande Dessinée de Angoulême (França), o Lucca Comics (Itália), o Festival Internacional del Cómic de Barcelona (Espanha), New York Comic Fest (EUA) e o San Diego Comic Convention (EUA).

Boas leituras


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

26º Amadora BD: Cartaz e apresentação



O Amadora BD apresentou dias atrás o seu 26º festival.
As personogens infantis de Stuart de Carvalhais, Quim e Manecas, são tema central numa edição que quer celebrar"A Criança e a BD".

Acho bem que se faça uma edição deste festival com o tema centrado nas crianças, e espero que elas tenham muitos focos de atracção neste festival de Banda Desenhada. Mas desde já, e olhando para as exposições apresentadas na nota de imprensa vejo que faltam os livros, ou autores, infantis de banda desenhada. Só posso falar daquilo que o Amadora BD informou nesta nota de imprensa, portanto os poucos autores de BD infantil (José Abrantes, Carlos Rocha, Aida Teixeira ou Pedro Leitão) parecem estar fora. Curioso, não?

Quanto ao cartaz criado pela empresa Widegris vou escusar comentar. Ando cansado.
Façam vocês as críticas favoráveis, ou não.


Imagem e tema do Amadora BD 2015
são uma homenagem aos cem anos
de Quim e Manecas de Stuart Carvalhais


Indo ao encontro do tema desta edição, “A Criança na BD”, a imagem do Amadora BD 2015 – 26º Festival Internacional de Banda Desenhada, que decorre de 23 de outubro a 11 de novembro, no Fórum Luís de Camões – é uma homenagem ao centenário das personagens infantis Quim e Manecas, da autoria de Stuart Carvalhais. Estas aventuras, publicadas n’O Século Cómico, são consideradas a vanguarda europeia da 9ª Arte da época.

Criada pela Widegris, responsável pela identidade visual e todos os materiais gráficos desta edição, a imagem do Festival tem como ponto de partida os desenhos originais do próprio Stuart Carvalhais, utilizando a linguagem visual da série "As Aventuras de Quim e Manecas". Esta inspiração acontece, por um lado, ao nível da paleta cromática (monocromia, bicromia e tricomia), dos padrões (bolas do bibe do Manecas, quadrículas da camisa do Quim, listas, entre outros), dos interlúdios publicitários, entre outros elementos presentes nas histórias destas personagens. Por outro lado, há uma inspiração no universo gráfico e no tom de comunicação dos parques de diversões, das feiras populares e dos espetáculos de variedades, sempre apelativos para as crianças.

Segundo os responsáveis pela imagem do Amadora BD 2015, “a extensão, a diversidade e a peculiaridade da obra de Stuart fornece, por si só, elementos visuais gráficos passíveis de serem explorados na imagem e na comunicação do Festival. São elementos iconográficos de estimável valor que, criteriosamente apropriados e configurados em novos suportes e formatos, permitem comunicar de forma plena e ampliada os personagens Quim e Manecas e prestar a merecida homenagem ao autor. Consideramos que apresentar estas crianças, na sua génese e originalidade, traquinas, inventivas, atrevidas, emancipadas é a melhor forma de debater o tema da criança e da infância hoje, comunicar a obra de Stuart Carvalhais e ser eficaz no objetivo de registar o pioneirismo de um português na história da banda desenhada contemporânea europeia”.

Aprofundando o tema na exposição central, comissariada por João Paulo de Paiva Boléo, em colaboração com Pedro Moura, o Amadora BD 2015 pretende refletir sobre a forma como a Criança tem sido representada na BD ao longo dos tempos. Dos meninos traquinas e meninos exemplares, aos heróis e histórias de aventuras, passando pelo incontornável trio de crianças filósofas – Peanuts, Mafalda, Calvin & Hobbes – a exposição mostra como a Criança se apresenta como símbolo de descoberta, aprendizagem, imaginação e liberdade, tanto nas histórias para crianças como para adultos.

O Ano Editorial Português será também alvo de uma exposição alargada, que pretende dar conta da pluralidade de títulos publicados em Portugal entre a última realização do Amadora BD e a atual, organizando essa produção e apresentando alguns destaques escolhidos pelos comissários Sara Figueiredo Costa e Luís Salvado. Segundo Sara Figueiredo Costa, “a edição de Banda Desenhada em Portugal continua a ser um pequeno nicho naquilo a que chamamos 'mercado editorial', mas ainda assim tem sabido crescer e encontrar o seu público, criando pelo caminho novos leitores e procurando canais de distribuição e divulgação onde eles pareciam não existir. Entre as chancelas que integram grandes grupos editoriais e os projetos caseiros, passando pelas pequenas empresas editoriais ou pelos coletivos de editores e autores, há grandes diferenças de recursos, mas não há necessariamente uma separação no que toca à qualidade (de edição, impressão, acabamentos, mas também do conteúdo). O panorama editorial da banda desenhada portuguesa foi, neste último ano, rico na sua diversidade, sustentado na sua relação com o público e os canais de distribuição e, parece-nos, vencedor no trabalho de afirmação de projetos e edições, por mais diversas que sejam as suas características e os modos de trabalho que lhe estão subjacentes”.

Para além destes dois núcleos, destacam-se ainda as exposições dedicadas aos álbuns premiados em diferentes categorias nos Prémios Nacionais de Banda Desenhada 2014: Zona de Desconforto, de Amanda Baeza, André Coelho, Cristina Casnellie, Daniel Lopes, David Campos, Francisco Sousa Lobo, José Smith Vargas, Júlia Tovar, Ondina Pires e Tiago Baptista (Chili com Carne/Melhor Álbum Português), A Batalha de 14 de Agosto de 1385, de Pedro Massano (Gradiva/Melhor Desenho para Álbum Português), Hawk, de André Oliveira (arg.) (Kingpin Books/Melhor Argumento de Álbum Português) As Serpentes de Água, de Tony Sandoval (Kingpin Books/Melhor Álbum de Autor Estrangeiro), No Presépio, de Álvaro (Insónia/Álvaro Santos/Melhor Álbum de Tiras Humorísticas) e Lôá Perdida no Paraíso, de Vera Tavares (Tinta da China/Melhor Ilustração Infantil).

Organizado pela Câmara Municipal da Amadora, o Amadora BD - Festival Internacional de Banda Desenhada constitui o mais importante evento na área da Banda Desenhada, a nível nacional. É também uma importante referência a nível internacional, reconhecido como um dos maiores, melhores e mais diversificados eventos de BD, integrando o calendário internacional de eventos, como o Festival Internationale de la Bande Dessinée de Angoulême (França), o Lucca Comics (Itália), o Festival Internacional del Cómic de Barcelona (Espanha), New York Comic Fest (EUA) e o San Diego Comic Convention (EUA).

Boas leituras

domingo, 23 de agosto de 2015

26º Amadora BD: Normas do Concurso de BD e Cartoon



Pela 1ª vez a informação foi dada atempadamente (do que eu me recordo), e desta vez fui a atrasar a informação. Não sei porque carga d'àgua este mail foi parar ao spam (só hoje o descobri)... as minhas desculpas a todos.

Assim, e rapidamente segue a informação prestada pela organização do Amadora BD. Este ano há tema a criança na BD.


AmadoraBD 2015 tem como tema A Criança na BD
Regulamentos dos concursos

O AmadoraBD 2015 - Festival Internacional de Banda Desenhada - organizado pela Câmara Municipal da Amadora - acontece de 23 de outubro a 8 de novembro, no Fórum Luís de Camões e outros locais da grande Lisboa – e tem como tema A Criança na BD. O tema assinala a efeméride que comemora o centenário das personagens Quim e Manecas, da autoria de Stuart Carvalhais, um dos precursores do modernismo português, considerado o autor das melhores bandas desenhadas de crítica e sátira social, nos anos 10 e 20 do séc. XX, sendo a vanguarda europeia da época.

Neste âmbito, também os concursos organizados pelo AmadoraBD 2015 pretendem assinalar o tema e prestar uma homenagem a estas duas personagens, recordando a sua importância e contribuindo para a sua redescoberta e reconhecimento, sobretudo pelas novas gerações.

Assim, o Concurso Nacional de Banda Desenhada tem como tema "Uma nova aventura de Quim e Manecas", enquanto o Concurso Nacional de Cartoon e o Concurso Municipal de BD e/ou Ilustração da Amadora se dedicam ao tema "Os Direitos das Crianças", tendo como base os princípios da Declaração dos Direitos da Criança.

Todos os interessados em participar nos concurso devem entregar os trabalhos até 21 de setembro (Concurso Nacional de Banda Desenhada e de Cartoon) ou até 14 de outubro (Concurso Municipal). Os trabalhos premiados estarão em exposição no Festival, no Fórum Luís de Camões.

Todos os anos, o Festival atribui também os Prémios Nacionais de Banda Desenhada (PNBD), distinguindo edições e personalidades nacionais e estrangeiras cuja atividade se desenvolve no circuito da nova arte: melhor álbum, melhor argumento, melhor desenho, melhor álbum português em língua estrangeira, melhor álbum estrangeiro de autor português, melhor álbum estrangeiro, melhor álbum de tiras humorísticas, melhor ilustração de livro infantil, melhor ilustração estrangeira de livro infantil, prémio clássicos da nona arte, prémio fanzine, prémio juventude e troféu de honra. Os interessados devem submeter os seus álbuns a avaliação até ao dia 7 de setembro.



AS AVENTURAS DE QUIM E MANECAS DE STUART CARVALHAIS



Nascida em 1915 no suplemento humorístico do jornal O Século designado O Século Cómico, a série As Aventuras de Quim e Manecas é uma banda desenhada "incomparável na Europa da época e a série portuguesa mais famosa de sempre", segundo João Paulo de Paiva Boléo, comissário da exposição central do AmadoraBD 2015 e responsável pela compilação, introdução e análise desta obra de Stuart de Carvalhais, Quim e Manecas: 1915-1918 (Tinta da China, 2010). Aqui, realça "o ritmo, a verve, a leveza e a agilidade gráfica, a beleza e o domínio dos recursos específicos da BD" e destaca "o traço fácil e expressivo, a construção da sequência e da prancha como um todo, a modernidade de ritmo, a qualidade leveza e a agilidade gráfica, a beleza e o domínio dos recursos específicos da BD, a harmonia estética e cromática
de muitas páginas, um humor que transparece não só do texto e dos diálogos, mas das próprias personagens, das situações, da ação, a ternura das figuras principais, tudo isso e muito mais fazem de Quim e Manecas, com ou sem balões" - Stuart é o primeiro autor europeu a utilizar os balões de BD - "uma das grandes e mais significativas obras de arte portuguesa do início do nosso modernismo e mesmo do século XX". "É na génese "estrita" da banda desenhada europeia, em conexão com as influências norte-americanas, que emerge a criação incomparável de Stuart de Carvalhais. Mas é também, e muito, no contexto de um trajeto artístico pessoal, e da realidade sociopolítica e cultural, que surgem estes dois garotos que vão percorrer meio século e tornar-se numa das obras cimeiras da banda desenhada portuguesa". 1)

Publicadas pela primeira vez n’O Século Cómico, os irmãos Quim e Manecas surgem numa altura especialmente fervilhante e preenchida em termos históricos: o fim da Monarquia e o nascimento da Primeira República, onde se assistiu a um evidente aparecimento de publicações satíricas, em que a BD (para adultos) desempenha um papel importante em complemento da caricatura e do cartoon. Segundo Boléo, "a série Quim e Manecas pode ser considerada a grande banda desenhada republicana, tanto pela durabilidade, como por estar enquadrada neste período da história portuguesa. É o Portugal político, social, cultural que está presente," nos anos coincidentes com a Primeira Guerra Mundial, acontecimento que tem uma presença central nestas aventuras. 2)

“Quim, cabelo escorrido, com as suas calças remendadas, suspensórios e chapéu de côco, mais espigadote, tem primazia no título, mas embora muito presente e importante, será um ativo companheiro mas não a figura principal. Manecas, mais novo, com aparência de bebé que no início não terá sido alheia ao Yellow Kid, com o seu bibe às bolinhas ou manchinhas, rapidamente assumirá o protagonismo, revelando com o tempo uma (matur)idade muito para lá da idade aparente (...).” Estas duas crianças vivem em Lisboa e protagonizam, essencialmente, quatro tipos de histórias, segundo a análise de João Paulo Paiva Boléo: "partidas ingénuas, aventuras "policiais" ou de espionagem, episódios de cariz político, social ou cultural e participação da Grande Guerra" e onde, fazem de tudo um pouco, desde "chauffeur a negociante, tanto de castanhas como de quadros, de actor a alfaiate ou caixeiro de chapelaria, de pintor a ministro". 3)


CONCURSOS NACIONAIS DE BANDA DESENHADA E DE CARTOON

Sob o tema "Uma nova aventura de Quim e Manecas", o 26.º Concurso Nacional de Banda Desenhada destina-se a participantes a partir dos 12 anos, que podem concorrer individualmente ou em equipa, apresentando uma banda desenhada original constituída por quatro pranchas no formato A4 ou A3. O concurso está dividido em três escalões: dos 12 aos 16 anos, dos 17 aos 30 anos e a partir dos 31 anos (neste escalão apenas podem participar os autores que nunca tenham publicado uma BD em álbum, nem tenham sido premiados pelo AmadoraBD). Para além de verem os seus trabalhos expostos, os sete vencedores (divididos pelos vários escalões) recebem um prémio individual monetário entre os 500€ e os 1000€.

O 24.º Concurso de Cartoon - dedicado ao tema "Os Direitos da Criança" - é destinado a concorrentes a partir dos 16 anos, individualmente ou em equipa e divididos em dois escalões: dos 16 aos 30 anos e a partir dos 31 anos. São atribuídos quatro prémios, cujos valores se situam entre os 350€ e os 600€. Também neste concurso só são aceites trabalhos originais e em formato A4.


CONCURSO MUNICIPAL DE BANDA DESENHADA E/OU ILUSTRAÇÃO

O 24.º Concurso Municipal de BD e/ou Ilustração da Amadora, também dedicado ao tema "Os Direitos da Criança", é destinado às escolas do Município da Amadora do 1.º e 2.º ciclos do ensino básico, público ou privado, e tem como objetivos promover e apoiar a utilização da Banda Desenhada nas escolas, sensibilizando para a importância da nona arte, como elemento pedagógico e veículo dinamizador dos hábitos de leitura, bem como, estimular a criatividade e a imaginação, em áreas como a escrita de argumentos, o desenho, a pintura e as artes visuais, como partes integrantes da banda desenhada. Os trabalhos devem ser entregues até ao dia 14 de Outubro de 2015

Os regulamentos dos concursos podem ser consultados na página de Facebook do AmadoraBD: www.facebook.com/amadorabd ou solicitados por e-mail, através do endereço amadorabd@cm-amadora.pt.

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O AmadoraBD - Festival Internacional de Banda Desenhada é organizado pela Câmara Municipal da Amadora e constitui o mais importante evento na área da Banda Desenhada, a nível nacional. É também uma importante referência a nível internacional, reconhecido como um dos maiores, melhores e mais diversificados eventos de BD, integrando o calendário internacional de eventos, como o Festival Internationale de la Bande Dessinée de Angoulême (França), o Lucca Comics (Itália), o Festival Internacional del Cómic de Barcelona (Espanha), New York Comic Fest (EUA) e o San Diego Comic Convention (EUA).

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REGULAMENTOS: 26.º Concurso de Banda Desenhada e 24.º Concurso de Cartoon AmadoraBD 2015
6 de agosto de 2015 às 18:59

26.º CONCURSO NACIONAL DE BANDA DESENHADA
AMADORABD 2015


1) ENTIDADE PROMOTORA

a) Em busca de novos valores, incentivando a produção da Banda Desenhada e proporcionando a sua apresentação pública, a Câmara Municipal da Amadora (CMA) promove o presente concurso de Banda Desenhada, inserido no 26º AmadoraBD – Festival Internacional de Banda Desenhada 2015, a decorrer nesta cidade entre os dias 23 de Outubro e 08 de Novembro.


2) TEMA DO CONCURSO

a) Na edição de 2015, o tema do concurso é “Uma nova aventura de Quim e Manecas”, no ano do centenário da sua criação por Stuart de Carvalhais, marcando uma vanguarda europeia na nona arte.


3) CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO

a) Podem concorrer todos os autores que tenham mais de 12 anos.

b) Os concorrentes podem apresentar bandas desenhadas realizadas individualmente ou em equipa, com texto em língua portuguesa.

c) Cada concorrente, ou equipa, pode participar com uma banda desenhada.

d) Os concorrentes são divididos em três escalões etários, conforme as idades, consideradas à data marcada como dia limite para receção das bandas desenhadas.

e) Os escalões são ordenados dentro dos seguintes limites:

Escalão A: dos 17 aos 30 anos
Escalão A+: a partir dos 31 anos (sem BDs publicadas em álbum e que nunca tenham sido premiados pelo AmadoraBD).
Escalão B: dos 12 aos 16 anos

f) Caso haja prorrogação de prazo, é considerada a nova data para efeitos de cumprimento dos limites etários estabelecidos.

g) Em relação às equipas, a colocação no respetivo escalão é feita atendendo à idade do mais velho dos seus elementos.


4) ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

a) Cada banda desenhada é constituída por 4 pranchas originais inéditas, produzidas nos últimos dois anos, e que podem ser a preto e branco ou a cores.

b) O formato das pranchas a concurso deve ser A4 (210x297mm) ou A3 (420x297mm).

c) As quatro pranchas têm de estar numeradas.

d) A primeira e a última prancha, sendo o princípio e fim da narrativa, deverão apresentar caraterísticas próprias da linguagem da 9ª arte, nomeadamente: esclarecer graficamente o início da história da primeira página com cabeçalho e título ou outra forma que o autor julgue mais adequada; o final da narrativa na última página deverá ser claro.

e) Os concorrentes devem ter a noção que, em caso de publicação, as legendas, textos de balões e restante letragem terão de ser legíveis no formato A4, em particular os que originalmente são feitos em A3 que terão de ser reduzidos para metade, pelo que o júri tomará em conta este fator na seleção dos trabalhos.

f) Os textos, quando os houver, devem ser apresentados, quer pelos concorrentes portugueses quer pelos estrangeiros, em português (exceção para expressões avulso, onomatopeias ou estrangeirismos). A legendagem tem que ser facilmente legível por todas as pessoas.

g) Os erros ortográficos e gramaticais pesarão nas decisões do júri, especialmente em caso de empate entre dois ou mais concorrentes.

h) Os autores devem fazer duas fotocópias de cada prancha, ficando uma em seu poder e enviando a outra juntamente com o original.

i) As pranchas não podem estar assinadas. Os concorrentes devem deixar um pequeno espaço em branco em cada uma delas a fim de posteriormente as assinarem, para efeitos de exposição ou publicação.

j) No caso de se tratarem de pranchas feitas anteriormente e já assinadas, a assinatura deve ser coberta por uma tira de papel opaco ou por um guache branco.

k) Todas as pranchas e respetivas cópias devem estar numeradas legivelmente e identificadas com o
pseudónimo e escalão no verso.

l) O pseudónimo deve ser totalmente original, não podendo ter sido utilizado anteriormente pelo(s) autor(es).


5) CALENDÁRIO

a) A data limite para entrega dos trabalhos na CMA – Recreios da Amadora é o dia 21 de Setembro de 2015 até às 17:00 horas.

b) No caso das bandas desenhadas serem enviadas pelo correio, independentemente da data constante no carimbo dos correios, os participantes / autores nacionais e do estrangeiro terão de se assegurar que a BD concorrente chegará à organização sedeada nos Recreios da Amadora até 21 de Setembro de 2015, independentemente da data do selo de correio nacional ou internacional.

c) Os trabalhos que cheguem depois desta data, não serão considerados pelo júri, sendo devolvidos ao(s) concorrente(s).

d) A CMA – AmadoraBD não se responsabiliza por qualquer trabalho que chegue após o dia da reunião de Júri, independentemente da data de carimbo dos correios.

e) Os trabalhos que não forem premiados serão devolvidos pela CMA por correio registado aos concorrentes.

f) A CMA não se responsabiliza pelos trabalhos que não forem levantados nas respetivas estações dos correios.

g) A partir do dia 23 de Dezembro a CMA / AmadoraBD não se responsabiliza pelo estado de conservação e pela devolução dos trabalhos que não forem levantados nas respetivas estações dos correios.


6) INSCRIÇÃO

a) Para efeitos de participação, os concorrentes devem recortar ou fotocopiar o cupão publicado nestas normas, preenchê-lo e enviá-lo juntamente com uma fotocópia legível do Cartão de Cidadão [ou Bilhete de Identidade (BI) + cartão de Número de Identificação Fiscal, (NIF, vulgo Cartão de Contribuinte)].

b) Os concorrentes deverão acompanhar obrigatoriamente os trabalhos de uma biografia e foto do(s) respetivo(s) autor(es).

c) As inscrições apenas se consideram válidas após a receção da obra concorrente e de todos os documentos solicitados, não sendo suficiente o envio do cupão.

d) As dúvidas poderão ser esclarecidas por telefone pelo 21.436.9055 ou por email para amadorabd@cm-amadora.pt

e) Os trabalhos concorrentes, devem ser enviados ou entregues diretamente até 21 de Setembro de 2015 (dias úteis, entre as 10:00 e as 17:00 horas), a:

26.º Concurso de BD
AmadoraBD – Festival Internacional de Banda Desenhada
CMA/DIC – Recreios da Amadora – Av. Santos Matos, nº 2
2700-748 AMADORA/PORTUGAL


7) EXPOSIÇÃO DE OBRAS

a) Todos os trabalhos inscritos para o concurso estão sujeitos a pré-seleção do júri em função do espaço disponível para exposição.

b) A montagem e desmontagem da exposição com os trabalhos que participam no concurso e selecionados pelo júri é da exclusiva responsabilidade da CMA.

c) A exposição estará patente durante o 26º AmadoraBD – Festival Internacional de Banda Desenhada.

d) A organização faz o seguro de todas as obras presentes. É também da sua responsabilidade instalar no recinto da exposição um sistema de vigilância.


8) JÚRI

a) O júri deste concurso é constituído pelo diretor do AmadoraBD que o preside, um autor de BD, um autor do Cartoon, um argumentista, um crítico e estudioso de BD, um crítico e estudioso do Cartoon/Caricatura, um representante da imprensa, um criador e investigador de fanzines, o comissário da exposição central do AmadoraBD e um professor de uma escola secundária da Amadora.

b) Ao júri cabe realizar a pré-seleção para exposição, decidir e ordenar os trabalhos premiados.

c) Ao júri reserva-se o direito de não atribuir qualquer ou algum dos prémios se o mérito dos trabalhos não o justificar.

d) O júri reúne em Outubro de 2015.

e) Das decisões do júri não haverá recurso.


9) PRÉMIOS

a) Porque a BD é antes de mais uma arte para ser fruída através da sua publicação, a organização, realizará todos os esforços com o objetivo de editar os trabalhos premiados.

b) Os prémios pecuniários são distribuídos da seguinte forma:

ESCALÃO A
1.º Prémio – € 1.000,00
2.º Prémio – € 750,00
3.º Prémio – € 600,00

ESCALÃO A+

Prémio Único – € 1.000,00

ESCALÃO B
1.º Prémio – € 750,00
2.º Prémio – € 600,00
3.º Prémio – € 500,00

c) Será evitado pelo júri a atribuição de mais que um prémio para o mesmo lugar.

d) Caso se justifique, o júri poderá distinguir alguns trabalhos com a designação de Menção Honrosa, sem a atribuição de prémios ou troféus.


10) NOTAS FINAIS

a) Os originais das bandas desenhadas premiadas são propriedade da entidade promotora.

b) Os casos omissos no presente regulamento serão resolvidos pela entidade organizadora, não havendo recurso das decisões do Júri.

c) A apresentação dos trabalhos representa a aceitação plena das presentes normas regulamentares por parte dos concorrentes a este concurso.
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24.º CONCURSO DE CARTOON
AMADORA 2015

1) ENTIDADE PROMOTORA

a) Em busca de novos valores, incentivando a produção de cartoon e proporcionando a sua apresentação pública, a Câmara Municipal da Amadora (CMA) promove o presente concurso de Cartoon, inserido no 26.º AmadoraBD – Festival Internacional de Banda Desenhada 2015, a decorrer nesta cidade entre os dias 23 de Outubro e 08 de Novembro.


2) TEMA DO CONCURSO

a) Na edição de 2015, o tema do concurso é “Os Direitos da Criança”.


3) CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO

a) Podem concorrer todos os autores que tenham mais de 16 anos de idade considerada à data marcada como o dia limite para a receção dos cartoons.

b) Os concorrentes podem apresentar trabalhos realizados individualmente ou em equipa.

c) Os concorrentes são divididos em dois escalões etários, conforme as idades, consideradas à data marcada como dia limite para receção das bandas desenhadas.

d) Os escalões são ordenados dentro dos seguintes limites:

Escalão C: dos 16 aos 30 anos
Escalão C+: a partir dos 31 anos (sem Cartoons publicados na imprensa e que nunca tenham sido premiados pelo AmadoraBD).

e) Cada concorrente, ou equipa, pode participar com o máximo de 2 trabalhos utilizando um pseudónimo diferente para cada trabalho.

f) Caso haja prorrogação de prazo, é considerada a nova data para efeitos de cumprimento dos limites etários estabelecidos.

g) Em relação às equipas, a colocação no respetivo escalão é feita atendendo à idade do mais velho dos seus elementos.


4) ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

a) Só são aceites trabalhos originais inéditos, produzidos no ano corrente que podem ser a preto e branco ou a cores.

b) O formato dos trabalhos admitidos é o A4 (210X297mm).

c) Os autores devem fazer duas fotocópias de cada trabalho, ficando uma em seu poder e enviando a outra juntamente com o original.

d) Os trabalhos não podem estar assinados. Os concorrentes devem deixar um pequeno espaço em branco em cada uma delas a fim de posteriormente as assinarem, para efeitos de exposição ou publicação.

e) No caso de se tratarem de cartoons já assinados, a assinatura deve ser coberta por uma tira de papel opaco ou por um guache branco.

f) Todos os cartoons e respetivas cópias devem estar legivelmente identificados com o pseudónimo no verso.

g) O pseudónimo deve ser totalmente original, não podendo ter sido utilizado anteriormente pelo(s) autor(es).

h) Os textos, quando os houver, devem ser apresentados, quer pelos concorrentes portugueses quer pelos estrangeiros, em português (exceção para expressões avulso ou estrangeirismos). A legendagem tem que ser legível.

i) Os erros ortográficos pesarão nas decisões do júri, especialmente em caso de empate entre dois ou mais concorrentes.


5) CALENDÁRIO

a) A data limite para entrega dos trabalhos na CMA – Recreios da Amadora é o dia 21 de Setembro de 2015 até às 17:00 horas.

b) No caso dos Cartoons serem enviados pelo correio, independentemente da data constante no carimbo dos correios, os participantes/autores nacionais e do estrangeiro terão de se assegurar que o Cartoon concorrente chegará à organização sedeada nos Recreios da Amadora até 21 de Setembro de 2015 independentemente da data do selo de correio nacional ou internacional.

c) Os trabalhos que cheguem depois desta data, não serão considerados pelo júri, sendo de imediato devolvidos ao(s) concorrente(s).

d) A CMA - AmadoraBD não se responsabiliza por qualquer trabalho que chegue após o dia da reunião de Júri, independentemente da data de carimbo dos correios.

e) Os trabalhos que não forem premiados serão devolvidos pela CMA por correio registado aos concorrentes.

f) A CMA não se responsabiliza pelos trabalhos que não forem levantados nas respectivas estações dos correios.

g) A partir do dia 23 de Dezembro a CMA / AmadoraBD não se responsabiliza pelo estado de conservação e pela devolução dos trabalhos que não forem levantados nas respetivas estações dos correios.


6) INSCRIÇÃO

a) Para efeitos de participação, por cada Cartoon enviado, os concorrentes devem recortar ou fotocopiar o cupão publicado nestas normas, preenchê-lo e enviá-lo juntamente com uma fotocópia legível do Cartão de Cidadão [ou Bilhete de Identidade (BI) + cartão de Número de Identificação Fiscal, (NIF, vulgo Cartão de Contribuinte)].

b) Os concorrentes deverão acompanhar obrigatoriamente os trabalhos de uma biografia e foto do(s) respectivo(s) autor(es).

c) As inscrições apenas se consideram válidas após a receção da obra concorrente e de todos os documentos solicitados, não sendo suficiente o envio do cupão.

d) As dúvidas poderão ser esclarecidas por telefone pelo 21.436.9055 ou por email para amadorabd@cm-amadora.pt

e) Os trabalhos concorrentes devem ser enviados ou entregues diretamente até 21 de Setembro de 2015 (dias úteis, entre as 10:00 e as 17:00 horas) a:

24.º Concurso de Cartoon
AmadoraBD – Festival Internacional de Banda Desenhada
CMA/DIC – Recreios da Amadora – Av. Santos Matos, nº 2
2700-748 AMADORA/PORTUGAL


7) EXPOSIÇÃO DE OBRAS

a) Todos os trabalhos inscritos para o concurso estão sujeitos a pré-selecção do júri, em função do espaço disponível para exposição.

b) A montagem e desmontagem dos trabalhos que participam no concurso é da exclusiva responsabilidade da CMA.

c) A exposição estará patente durante o 26º AmadoraBD – Festival Internacional de Banda Desenhada.

d) A organização faz o seguro de todas as obras presentes. É também da sua responsabilidade instalar no recinto da exposição um sistema de vigilância.


8) JÚRI

a) O júri deste concurso é constituído pelo diretor do AmadoraBD que o preside, um autor de BD, um autor do Cartoon, um argumentista, um crítico e estudioso de BD, um crítico e estudioso do Cartoon/Caricatura, um representante da imprensa, um criador e investigador de fanzines, o comissário da exposição central do AmadoraBD e um professor de uma escola secundária da Amadora.

b) Ao júri cabe realizar a pré-seleção para exposição, decidir e ordenar os trabalhos premiados.

c) Ao júri reserva-se o direito de não atribuir qualquer ou algum dos prémios se o mérito dos trabalhos não o justificar.

d) O júri reúne em Outubro de 2015.

e) Das decisões do júri não haverá recurso.


9) PRÉMIOS

a) Porque o cartoon é antes de mais uma arte para ser fruída através da sua publicação, a organização realizará todos os esforços com o objectivo de editar os trabalhos premiados.

b) Os prémios pecuniários são distribuídos da seguinte forma:

ESCALÃO C
1.º Prémio – € 600,00
2.º Prémio – € 450,00
3.º Prémio – € 350,00

ESCALÃO C+
Prémio Único – € 600,00

c) Será evitado pelo júri a atribuição de mais que um prémio para o mesmo lugar.

d) Caso se justifique, o júri poderá distinguir alguns trabalhos com a designação de Menção Honrosa, sem a atribuição de prémios ou troféus.

e) No caso de ser uma equipa a vencer um dos prémios, este será entregue ao elemento mais velho da
equipa.


10) NOTAS FINAIS

a) Os originais dos Cartoons premiados são propriedade da entidade promotora.

b) Os casos omissos no presente regulamento serão resolvidos pela entidade organizadora, não havendo recurso das decisões do Júri.

c) A apresentação dos trabalhos representa a aceitação plena das presentes normas regulamentares por parte dos concorrentes a este concurso.


Os regulamentos e as respetivas fichas de inscrição podem ser solicitadas, no Facebook, através de mensagem privada, ou por e-mail, através do endereço amadorabd@cm-amadora.pt.



Boas leituras


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