Então, sempre são 40 anos de serviço abnegado! De dedicaçón ao publicozinho, ós cidadõns.
Deslarga, ó lapa do poder central!!!
Deixem-nos trabalhar outros 40 anos no mesmo poleiro, que já está aconchegado às nádegas do seu usuário habitual.
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Daniel Melo
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Labels: conservadorismo, democratização, limitação de mandatos governativos, política municipal, Tintin
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Daniel Melo
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Labels: alternativa política, Arábia, citações, democratização, ditadura militar, Egipto
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Labels: ciências sociais, confiança, democratização, Justiça
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Labels: democratização, ditaduras, eleições, Líbia, Tunísia
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Daniel Melo
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Labels: demagogia, democracia participativa, democratização, globalização, manifestação, serviço público, televisão, Vida sem TV
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Daniel Melo
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Labels: democracia participativa, democratização, petição online, terceiro sector
O jornal Público pergunta na sua manchete de hoje se «Está o país preparado para governar sem Khadafi?». Como sucede no imediato pós-ditadura em muitos países, surge um vazio de poder. Acontece e costuma ser bem aproveitado para o combate democrático. Parece-me que a pergunta mais importante a fazer é qual o papel que os Estados democráticos estão dispostos a desempenhar para ajudar a Líbia a seguir no bom caminho. Essa sim, parece-me a questão certa. Já chega de sacudirem a água do capote.
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Daniel Melo
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Labels: cartoon, democratização, humor, Kadhafi, Líbia, revolução, Solidariedade
Por ora, o protesto da Geração à Rasca no próximo sábado está já agendado para 16 cidades europeias: 10 portuguesas e 6 europeias da 'diáspora'. E mais de 46 mil já se comprometeram a participar, como indica a página facebook do movimento. Para uma sociedade dita comodista, não está nada mau! Mesmo com a «má imprensa» a multiplicar o seu ruído e comentadores encartados a lançar anátemas, a coisa avança. Para quem não acredita vd. aqui a série de desmentidos que a organização oportunamente emitiu.
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Labels: democratização, manifestação, terceiro sector
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Labels: democracia, democratização, liberdade de expressão, pluralismo, precariedade
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Labels: África, Arábia, Barack Obama, democratização, EUA, ONU, revolução, sindicalismo, UE
Militares do Bahrein dispararam contra centenas de pessoas na praça Pérola
Bahrain, Libya and Yemen try to crush protests with violence
Bahrain protest: 'The regime must fall'
Algeria braces itself for more protests demanding democracy
Giles Tremlett: Morocco protests test the regime's liberal guise
Interactive: see our Twitter network of Arab world protests
Oposição líbia diz que cidade no Leste “está nas mãos do povo”
Infografia: Há uma zona do mundo que está em revolução
Vídeo: Mais de 20 manifestantes mortos na Líbia
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Labels: África, Arábia, democratização, revolta
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Labels: celebrar, democratização, Egipto, festa, revolução
Primeiro, louva-se o povo nas ruas, corajoso e legítimo; uma vez deposto o poder fora de moda, dá-se o salto no discurso: o poder não pode cair na rua, senão é o caos. Mas o que é a rua? Simples: é a sociedade civil que tanto confusão faz a ditadores, militares e... opinion makers conservadores!
É preciso dizer que a oposição egípcia foi a votos em 2009, ao fim de 29 anos de poder autárcico e que, apesar dos resultados terem sido distorcidos por Mubarak, essa oposição foi assim reconhecida politicamente pela própria ditadura. Depois, dizer que um dos líderes oposicionistas, El Baradei (com uma frase memorável no seu twitter: «Egypt today is a free and proud nation»), é justamente reconhecido como um dos grandes quadros saídos da ONU. E a Irmandade Muçulmana, movimento islâmico, foi tão moderado no apoio à insurreição popular que passou despercebida! Os jovens adultos foram um (não o único) dos grupos sociais mais dinâmicos, como sucede em muitas mudanças políticas, nem mais nem menos, e não é a hipótese de não estarem organizados que lhes retira legitimidade e impacto.
Portanto, a questão não é a sociedade civil, mas sim o que os militares farão. Não esquecer que foram eles que apoiaram esta ditadura durante 30 anos. Resta agora saber que papel estão dispostos a representar: imporão a sua solução governativa ou serão a instituição que assegurará a transição do poder para novas elites políticas legitimadas pelo povo? Através do voto, claro, antes de Setembro, de preferência. Em eleições limpas, participadas e justas.
Há um problema no meio disto, que é o futuro da relação com Israel e EUA, mas isso não está no cerne da urgência de mudança exigido pelo povo egípcio, a julgar pelos múltiplos indícios difundidos pelos media, incluindo os árabes. Que o cinismo não vingue: não se misturem as coisas.
Tudo o resto, «caos», «poder na rua», é conversa bota-de-elástico. E para bota-de-elástico basta o Mubarak. By the way, onde pára o cromo?
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Labels: caos, conservadorismo, democratização, Egipto, revolução
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Labels: democratização, Dia da África, Egipto, Internet, liberdade, Política Internacional, povo, revolução, televisão
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Zèd
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Labels: África, contestação social, democratização, liberdade, Política, povo, revolução, Tunísia
Agora, o primeiro-ministro (e actual presidente interino) já anunciou eleições dentro de meio ano.
Para o Magrebe e o mundo, é uma boa notícia. Os povos árabes têm aqui um bom motivo de esperança. Já os seus líderes têm um bom motivo de reflexão. Esta mesma opinião é avançada por estudiosos árabes. Melhor ainda; subscrevemos por baixo.
PS: para quem gosta de paralelismos, que tal pensar nesta frase dum manifestante: «Have you ever seeen!? A president who treats is people like idiots!!!».
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Labels: BE, Cultura, democratização, Henrique Barreto Nunes, leitura, parlamento, política cultural, políticas públicas
Em boa hora surge este Colóquio Políticas de Habitação e Construção Informal (14/I, ISCTE-IUL, aud.º B203, Edifício II).
O referido evento inclui ainda a exibição de documentários na Casa da Achada (vd. o programa).
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Labels: ambiente, ciências sociais, Crise Ambiental, democratização, desigualdades, felicidade humana, Hervé Kempf, livros, política ambiental, qualidade de vida, sustentabilidade
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Daniel Melo
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Labels: democratização, Lisboa, regionalização, sustentabilidade