Afinal é tudo relativo não é? Até a maneira como se vê os filmes...
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terça-feira, 3 de julho de 2007
Cinematologia Chinesa comparada (to vallera with luv)
Afinal é tudo relativo não é? Até a maneira como se vê os filmes...
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Zèd
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16:01
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Labels: 2046, cinema, cinema mudo, Jia Zhang-Ke, Sanxia haoren, Wonk Kar Wai
terça-feira, 22 de maio de 2007
Botox ancestral
The Cheat, realizado em 1915 por Cecil B. DeMille é um filme surpreendente, e conhecido, pelos jogos de sombras, pela iluminação chiaro-escuro, e, sobretudo, pela representação do actor Sessue Hayakawa , totalmente inovadora para a época. A sua interpretação recorre à linguagem corporal e ao movimento dos olhos que instala uma espécie de sobriedade funcional na forma de representar, onde a emoção interior adquire um papel relevante. Até aqui, a convenção de um actor representar em cinema, era uma gesticulação simbólica, falsificada. Era essa a sua lógica. Aqui, pela primeira vez, esta convenção é abolida. Isto é importante porque quer dizer que o modo de ver cinema se transforma, a partir do momento em que a arte cinematográfica começa a ser auto-consciente.
Mas isto não tem interesse nenhum, comparado com o seguinte: A actriz Fannie Ward, a flapper do filme, tinha, então, cerca de 40 anos. A sua aparência jovial deveu-se a uma espécie de botox ancestral – parafina injectada debaixo das bochechas, que derretia quando expostas ao calor das luzes. Durante as paragens no plateau tinha de pôr gelo.
Posted by
vallera
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23:24
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Labels: A Marca de Fogo, botox, Cecil B. DeMille, cinema, cinema americano, cinema mudo, Fanny Ward, Sessue Hayakawa, The Cheat
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