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domingo, 14 de novembro de 2010

A esperança de um povo

terça-feira, 18 de agosto de 2009

A ditadura birmanesa enquanto problema internacional

A Prémio Nobel da Paz e símbolo pró-democracia na Birmânia, Aung San Suu Kyi foi condenada a mais ano e meio de prisão domiciliária pela junta militar que governa despoticamente o país há 40 anos.
A ONU condenou esta nova medida repressiva, mas num tom muito moderado (a China não deixou ir mais longe). É preciso reforçar a pressão internacional: em vésperas de eleições gerais, o afastamento de Suu Kyi é a prova de que se seguirá uma nova farsa eleitoral, uma vez que ela é a principal dirigente da oposição política no país.


Nesse sentido, a ONG internacional AVAAZ lançou esta petição, pedindo a investigação da junta militar birmanesa por crimes contra a humanidade. Falta pouco para atingir a meta das 150 mil assinaturas.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Pela libertação da líder legítima da Birmânia

Com o fito de afastar a mais séria oponente nas próximas eleições de 2010, a Junta Militar birmanesa inventou novas acusações para manter presa Aung San Suu Kyi, vencedora das eleições birmanesas de 1990 e Prémio Nobel da Paz, isto nas vésperas do cumprimento da sua pena de 13 anos de prisão.

No dia 14/V, Aung San Suu Kyi foi novamente enviada para o presídio sob a acusação de permitir a entrada dum cidadão norte-americano na sua casa, infringindo assim a sua prisão domiciliar. Tal como refere a ONG internacional AVAAZ, a «acusação é absurda pois a casa é cercada por guardas militares que são justamente os responsáveis pela guarda do local. Está claro que as acusações recentes são um pretexto para mantê-la presa durante as eleições de 2010».

Tal como ela, milhares de monges e estudantes foram desde então encarcerados por se oporem pacificamente à ditadura opressora do seu país, a Birmânia/ Mianmar.

Para pressionar pela libertação dos presos políticos birmaneses, e no sentido de impedir um novo julgamento farsa, a AVAAZ relançou a sua petição de Março passado (já com 200 mil assinaturas), apelando a mais adesões. O tempo escasseia, pois restam 6 dias antes da entrega da lista ao secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon.

Para aceder a outros posts do Peão sobre o tema vd. aqui.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Petição pela libertação dos presos políticos na Birmânia

Grupos pró-democracia na Birmânia/ Mianmar estão preparando uma petição para o secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, a instar pela libertação dos presos políticos nesse país. Entre estes, encontram-se a Prémio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi (detida há mais de 13 anos), activistas políticos, estudantes e monges budistas.
Esta iniciativa é apoiada pela ONG internacional AVAAZ, que salienta o impacto positivo da pressão internacional sobre a junta militar:
"O aumento da pressão internacional está funcionando, em dezembro 112 ex-presidentes e primeiros ministros de 50 países enviaram cartas para o Secretário Geral da ONU Ban Ki Moon pedindo para ele pressionar a junta pela liberação dos prisioneiros políticos. Em fevereiro, 20 prisioneiros políticos foram soltos logo após a visita de uma delegação da ONU ao país. A junta militar teme as consequencias da mobilização online coordenada e sua influência sobre a ONU: mais de 160 exilados da Birmânia e grupos em 24 países estão participando da campanha. Porém ainda precisamos de um grande número de assinaturas para chamar a atenção do Sr. Ban Ki Moon".

Mais informações nos seguintes artigos dos jornais Globo e Público, respectivamente:
ONU pede libertação de presos políticos em Mianmar»
Birmânia: oposição denuncia prisão de cinco partidários de Suu Kyi».

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Quem se cala, consente!

Enquanto o mundo se cala, os massacres na Birmânia não cessam. A junta militar que tomou de assalto o país, em 1962, deixa cada vez mais clara sua disposição de se perpetuar no poder e de reprimir de forma cruenta qualquer manifestação pró-democracia. Hoje, uma mensagem divulgada nos alto-falantes dos carros militares avisava que os soldados estavam à caça dos dissidentes, numa clara evidência de que a junta militar vai exacerbar suas ações contra seus opositores.

Muitos líderes mundiais estão desde ontem reunidos na ONU para uma tomada de posição. E que ela seja claramente contra essa brutalidade asquerosa. Vai abaixo o link da petição de emergência em solidariedade às manifestações pacíficas da Birmânia. Ela será entregue para o Conselho de Segurança da ONU e à mídia internacional presente no encontro.

http://www.avaaz.org/po/stand_with_burma/tf.php?cl_tf_sign=1

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Solidariedade com a população da Birmânia

Na primeira página dos principais jornais da manhã: a repressão policial (com disparos contra os manifestantes e espancamentos brutais) sobre milhares de civis que se manifestavam pacificamente em Rangum, apoiando a oposição dos monges budistas à ditadura militar, que se mantém no poder na Birmânia há cerca de 20 anos.
Não podemos dizer que não sabemos!