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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Reúnem-se os ingredientes necessários...


... com a família e uma enorme vontade de amassar e só pode sair coisa boa e muita diversão!

Foi assim no passado sábado. Mais do que manter um hábito da época, mais do que gulosice (apesar de, desde meados do verão se sonhar com este dia) é a vontade de viver e partilhar bons momentos uns com os outros que impera. Um dia diferente. Juntos na cozinha e juntos à mesa. Risada, animação, preparar a massa com muita diversão, assim se cumpriu mais uma tradição.

A receita é a de sempre e podem vê-la aqui! A única diferença, é que este ano foram cozidas em forno de lenha, e numa cozinha que não a minha... ah! e, também não as fiz sózinha :)

MERENDEIRAS DE BATATA DOCE



Passeou-se pelo campo. Apanharam-se marmelos. Brincou-se com gatos e ainda se foi até ao centro da cidade comer (e buscar para o lanche) as belas das castanhas assadas. Forno aceso e almoço e jantar lá cozinhado!



Provaram-se a merendeiras com um vinho do Porto envelhecido. Gostosas e Maravilhosas! 



Que coisas boas! Que dia bem passado!

sábado, 19 de maio de 2012

Queques de Maçã

A saga da maçã já lá vai e as receitinhas confeccionadas com a dita cuja foram mais que muitas. Poucas tiveram direito a registo fotográfico por maior culpa da cozinheira da tasca. Ora não lhe apetecia tirar foto, ora a bateria da máquina estava descarregada, ora o cartão estava cheio, ora o petisco ia directamente para a mesa e o pessoal estava faminto demais para esperar pela sessão fotográfica, ora a cozinheira dizia que repetia entretanto (e repetiu algumas) e ficava para depois, ora... ora... ora nada porque não há desculpa para a falta de vontade e de paciência e de inspiração para publicar e de tudo e mais alguma coisa...

Esperançosa de que a época de negação a tudo aquilo que lhe dá prazer tenha terminado, a menina Cenourita traz hoje aqui à vossa apreciação visual uns belos e deleitosos - na sua e dos demais, opinião - queques de maçã.

Já lá vão quase dois meses e, foi num sábado à tarde em que me dediquei às culinarices que, tomando por base esta receita de bolo de maçã mas com algumas alterações sairam estes bolinhos bons!

QUEQUES DE MAÇÃ



200 gr açucar
150 gr farinha para bolos
150 gr farinha custard
6 ovos
300 gr iogurte grego natural sem açucar
150 ml de óleo de girassol
1 colher chá de fermento em pó
1 colher sopa de canela
8  maçãs raladas
Bati os ovos com o açucar até obter um creme bem fofo. Juntei as farinhas com o fermento e envolvi bem. Acrescentei o iogurte, o óleo e as maçãs préviamente descaroçadas, descascadas e raladas. Tudo incorporado na massa e por fim deitei a canela.
Untei dois tabuleiros de formas redondas para queques com óleo em spray, deitei a massa em cada cavidade e na quantidade de 2/3 e levei ao forno pré-aquecido a 180º durante trinta minutos.

Rendeu 21 queques. E agora que estou aqui a contar-vos esta receita e a ver as fotos... está a crescer-me água na boca... hummm, ía agora um queque de maçã a acompanhar o meu chá quentinho...

- Tivesses feito alguma coisa de jeito esta tarde! Quem sabe, uns queques ou um bolito daqueles simples que tanto gostas! - diz a minha sombra com toda a razão ;)

terça-feira, 2 de novembro de 2010

A tradição...

... já não é o que era!

Completamente falso! Porque se é tradição é para dar continuidade, é para fazer acontecer, é para perpetuar! Mas... também se pode alterar a tradição um bocadinho, ou interromper, não acham?

Eu sou pela tradição! Inúmeras vivências que fazem parte da nossa cultura, dos nossos hábitos e costumes, dos nossos valores éticos e morais, que, de gerações passadas nos foram legadas e que tendenciamos a transmitir às gerações vindouras, há muitas de que eu não abdico. Outras há que, por vicissitudes da vida, pela minha minha maneira de ser e estar, por herança ou por puro desconhecimento, não pratico. Sucessivamente, cada um de nós cria as suas próprias tradições. Eu então, devo ter alma de criadora. Tenho criado um portentoso número delas, mas sobre isso, falarei aqui noutra altura.

Tudo isto para vos dizer que, nesta época do ano, uma das tradições gastronómicas desta singela tasca de família, são as Merendeiras de Batata Doce, que se fazem em basta quantidade para consumo interno e para oferecer aos amigos e família. Mas, este ano a cozinheira da tasca resolveu interromper o costume. Por um lado, uma tendinite no ombro esquerdo resolveu dar sinal de que existe, por outro, a santa preguiça também decidiu aparecer sem ser convidada, o que tornou inviável toda a tarefa de confeccionar as ditas. Perante percalços destes e não aceitando deixar passar a data sem um bolinho típico desta altura, a cozinheira decidiu-se por uns queques de noz... Perfeitos!


QUEQUES HÚMIDOS DE NOZ



250 gr açucar
6 ovos inteiros
100 gr farinha
1 colher sopa fermento pó
250 gr manteiga
2 dl leite
250 gr nozes sem casca

Misturar os ovos com o açucar e bater muito bem até obter um creme bem fofo. Juntar a farinha com o fermento e de seguida, a manteiga derretida. Acrescentar o leite, misturar muito bem. Por fim juntam-se as nozes grosseiramente picadas na 123 (uma parte fica sempre quase moída e outra em pedaços grandinhos) e envolvem-se bem na massa.

Untam-se formas para queques com um pouco de óleo ou margarina e polvilham-se com farinha. Verte-se o preparado até mais ou menos 2/3 da altura das formas. Levam-se ao forno, pré-aquecido a 180º cerca de 15 minutos. Depois de cozidos, retiram-se muito facilmente e colocam-se em formas de papel.



Esta receita dá para 24 queques, eu fiz 12 formas de queque e a metade da massa sobrante deitei numa forma de tarte devidamente untada e saíu também uma Tarte Húmida de Noz. A massa fica bastante liquida, o que confere uma excelente textura húmida depois de cozidos.



sábado, 1 de maio de 2010

Cogumelos Doces

Já lá vai a época dos míscaros e outras espécies de cogumelos que se apanham pelas matas... Nunca os apanhei nem os conheço, apenas sei que nem todos são comestíveis e por isso compro-os sempre de viveiro, nos supermercados.

Hoje trago-vos uma espécie única, criados na cozinha desta tasca... especiais e biológicos pois então! E, com uma particularidade nunca antes vista... são docinhossss!!!


A receita é a tradicional e que todos conhecem, do bolo de iogurte, a que juntei duas colheres de sopa bem cheias de sementes de papoila. Depois, foi só estrear um conjunto de formas de silicone para queques que a Titó me ofereceu há bué de time ago, levar ao forno, desenformar, colocar nas forminhas de papel...

et voilá!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Esquecida eu???

Não... nunca, jamais e em tempo algum, eu me esqueço deste cantinho e muito menos de todos vós que habitualmente o visitam e esperam por novidades da Tasca. Mas... pois é, há sempre um mas... contratempos e outras vicissitudes me têm impedido de publicar. Por isto, trago-vos hoje uma receitinha super simples, fácil, rápida e... ai o que me lembrei... low cost!

Numa altura em que cada vez mais se encontram por aí produtos e serviços low cost (gosto deste termo), nada mais apropriado que... uma receita low cost (gosto mesmo deste termo). Se a memória não me atraiçoa, começámos por ouvir falar e até a usufruir das companhias aéreas low cost, seguiram-se as ópticas low cost, os restaurantes e hotéis low cost (eu juro que gosto mesmo deste termo), lavandarias low cost, telecomunicações fixas e móveis low cost (não sei se já vos disse... mas, tenho um fraquinho por este termo) e provavelmente há por aí mais low cost services and products que ainda não descobri porque também ainda não me debrucei sobre o assunto. Já que, e sem contar, abordei o palavrão, aproveito para deixar aqui uma ou outra sugestão... pode ser que alguém de direito pense bem nelas e trate de as pôr em acção porque certamente à maioria da nossa população seriam muito mas mesmo muito bem acolhidas:

  • Consultas e tratamentos de saúde low cost
  • Material didáctico e de estudo low cost
  • Acesso à instrução e cultura low cost
Muitos mais items aqui podia deixar, mas isto dava pano para mangas e daqui a nada já nem me lembro da receitinha que quero publicar. Por agora ficam estas que são sem dúvida muito importantes para a sociedade em que vivemos e às quais muitas familias não conseguem ter acesso.
Vamos então à receitinha, low cost para continuar na onda!
Esquecidos da Covilhã
250 gr açucar, 250 gr farinha + farinha para polvilhar, 4 ovos, manteiga qb
Batem-se os ovos inteiros com o açucar até se obter um creme fofo e esbranquiçado. Adiciona-se a farinha peneirada e envolve-se cuidadosamente sem bater. Com a ajuda de uma colher, dispõe-se a massa espaçadamente num tabuleiro forrado com papel vegetal, untado com manteiga e polvilhado com farinha. Vão ao forno pré-aquecido a 200º durante cerca de dez minutos.
Estes bolinhos são uma especialidade da Covilhã, ficam muito macios e são óptimos para acompanhar um chá ou um café. Ah! E são... low cost ;)
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