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sábado, 6 de junho de 2015

Os favoritos


O Centro Virtual Cervantes (Espanha) tem um estudo estatístico sobre buscas na Internet, tendo publicado algumas conclusões interessantes sobre as preferências dos cibernautas espanhóis. Deixamos aqui algumas indicações de nomes que ocuparam os primeiros três lugares, pela frequência na procura:
a) Escritores de língua castelhana:
1. Pablo Neruda
2. Cervantes
3. Jorge Luis Borges.
b) Pintores espanhóis:
1. Picasso
2. Dalí
3. Goya.
c) Cinema:
1. Antonio Banderas
2. Pedro Almodóvar
3. Luis Buñuel.
d) Escritores estrangeiros:
1. E. Hemingway
2. G. B. Shaw
3. J. R. R. Tolkien.
Seria curioso termos acesso a um idêntico estudo estatístico sobre os cibernautas portugueses.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Mistérios da net


Num espaço de apenas 46 minutos, entre as 22h19 e as 23h05, o Arpose recebeu 115 visitas todas dirigidas ao poste "Pinacoteca Pessoal 44 : Nikias Skapinakis" (de 27/1/2013).
Globalização acéfala? Seguidismo acarneirado? Mera coincidência?
Nunca tal tinha acontecido. Será que alguém me saberá explicar?

Nota posterior: a demanda totalizou 129 carneirinhos - dá para pegar o sono...

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Generosidades, com alguns pontos de exclamação (a mais?)


A net oferece-nos tanta coisa que, às vezes, quase fico comovido com tanta generosidade!...
Basta eu ser mais canhestro e, subliminarmente, passar ao de leve pelo myspace, e logo aparece a imagem de uma jovem cantando, qual sereia de Ulisses, a oferecer os seus serviços prestimosos.
Se clico, eventualmente, num vídeo que o Youtube me recomenda, logo ele, servil, me abre um formulário, para eu preencher com os meus dados pessoais, dizendo que assim me vai facilitar os seus serviços de audição - fico desvanecido, emocionado, quase com tremuras nos dedos...
Depois, há um robot americano, palavroso em comentários, como quase todos os estandardizados ianques rurais que não cresceram, que me enxundia, quase diariamente, de parvoeiras propagandísticas, um velho poste que fiz sobre Dino de Laurentiis. São obcecados, estes americanos! E parvos. Tenho que pô-lo, higienicamente, no spam. Mas ele regressa sempre, na sua estupidez mecânica e natural...
Finalmente, há um Google dedicado e persistente que, diariamente, visita este modesto Blogue para, como cego arrastão acrítico, recolher tudo do fundo do mar, para arquivo em moldes CIAticos. Mas que de segurança!, meu deus. 
Santo Orwell, como tinhas razão! Muito antes deste nosso tempo devassado. (Olha se eu me tenho inscrito no feicebuque!?... Valha-nos Santa Isabel da Hungria ou de Portugal! Para o caso tanto faz, como dizia Gedeão)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Ilustrações e discordâncias


Penso que um dos perigos maiores que nos podem assaltar, na maturidade, e quando julgamos ter adquirido algumas verdades essenciais e inamovíveis, é constatar, muitas vezes com desagrado e até alguma irritação, que nem todos pensam como nós. E termos dificuldade em perceber, nos outros, o facto de terem chegado a conclusões tão diferentes das nossas - por vezes, até, diametralmente opostas.
Há dias, numa deambulação despreocupada pela net, fiquei profundamente chocado ao ver, num blogue, um poema de um dos meus poetas de referência, com os versos amplamente intersectados (melhor diria: decepados) por quadros célebres, que lhe interrompiam a leitura, num profundo desrespeito pela obra e num barroco e despropositado exibicionismo de cultura (?).
O mesmo acontece, frequentemente, com ilustrações de vídeos, na net. Músicas estimáveis em vídeo são, por vezes, acompanhadas por ininterruptas imagens redundantes, despropositadas e cheias de rodriguinhos bacocos ou paisagens "bonitinhas". Como se a música, em si, não bastasse. E o problema é que, às vezes, não há outra escolha possível... Com alguma melancolia há que concluir que não há só uma verdade.