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quarta-feira, 27 de maio de 2026

Fazer o mal e a caramunha


 
A imagem e o título do jornal ilustram bem a pequenina "justiça" à portuguesa e a lesmice preguiçosa do ministério público laxista que, depois da demora imensa a "trabalhar" o processo, ainda pede dispensa para o presumível infractor...
Só falta preguiçarem mais um tempo, e deixarem morrer o ex-banqueiro.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Os prolegómenos das lesmas

 

12 anos para iniciar o julgamento do ex-PM: ah ganda juizes do MP!... (no intervalo terão estado a fazer renda de bilros ou a coçar a barriga?)
E não lhes descontam no ordenado este excesso de zelo pegajoso?

domingo, 15 de março de 2026

Apontamento 185: Vamos para a mesa !

O livro de cozinha, em epígrafe, tratando-se de uma tradução do original intitulado «La Maison de Campagne», versão atribuída ao 1º Visconde de Vilarinho de São Romão, inclui três extra-textos, engraçadíssimos.

O primeiro extra-texto, reproduzido acima, apresenta diversas formações para as mesas, certamente de cerimónia, convidando o leitor para ir para a mesa – digo eu!

O segundo, na imagem abaixo, apresenta-nos os utensílios necessários na feitura das receitas. Bem gostaria eu ter alguns destes apetrechos, embora não me possa queixar de muitas falhas na minha cozinha.

Do que já li e folheei, concluí que este livro de cozinha tem uma vantagem relativamente aos anteriores, publicados em fac-simile pelo jornal Publico.

O livro do Visconde de Vilarinho de São Romão é bastante mais claro na explicação das receitas, juntando notas pessoais sobre a alimentação, com conselhos saudáveis e escolha de produtos.

Portanto, esta Arte do Cozinheiro e do Copeiro terá ainda uma utilidade para os meus cozinhados, não se limitando a um mero documento das obras dedicadas à culinária.

Post de HMJ

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Recomendado : cento e onze

 


Terceiro livro de cozinha facsimilado por iniciativa feliz do jornal Público, que hoje o acompanha, esta obra é de autor anónimo e foi editada em 1788. Dedicada essencialmente a doces, conservas e sobremesas, aqui a destaco e recomendo, a quem pratica estas artes nobres.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Memória 158



Chamavam-lhe "Basófias", antes do seu leito ser reordenado, pois embora fosse o maior rio nascido em território nacional, chegava-se ao Verão e era apenas um fiozinho e duas ou três poças de água, junto a Coimbra, onde se podia tomar banho, sem perder o pé. Ora, o Mondego, desta vez, resolveu fazer das suas, o grande malandro!

sábado, 24 de janeiro de 2026

Perguntar, não ofende (10)

 

E a Itália? A Irlanda, a Grã-Bretanha e Cuba? E a Austrália e o Japão?
Chega?

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Humor Negro (29)

 


Com chamada evocativa a João Abel Manta, um oportuno lembrete de Luís Afonso, no jornal Público de hoje.


domingo, 11 de janeiro de 2026

Uma louvável iniciativa 68



Saído ontem, este terceiro livro de cozinha, e de culto, numa iniciativa do jornal Público, reproduz a obra, facsimilada, do cozinheiro régio de D. José, Lucas Rigaud, editada pela primeira vez em 1780, e que teve várias reedições. Com 715 receitas, que abrangiam 64 receitas de sopas, embora seja escasso na abordagem de pratos de porco, animal que, na altura, ainda despertava pouca aceitação gastronómica.
A quem possa interessar...

sábado, 10 de janeiro de 2026

Leituras paralelas 4

 


Na sua crónica da semana anterior (3/1/2026), do jornal Público, Pedro Garcias escrevia: "Os citrinos, dizia eu, servem um bom propósito. Depois dos diospiros (eu sei que se escreve dióspiros, mas não consigo escrever dióspiros se lhes continuo a chamar diospiros), são o derradeiro prazer frutícola do ano e fonte vitamínica de amizade."
Ora, acontece precisamente o mesmo comigo. Aprendi a chamar-lhes diospiros e creio que ainda hoje, pelo menos no Minho, se lhes chamam assim. Continuo e hei-de continuar a identificá-los pela palavra grave e não pela esdrúxula.

sábado, 13 de dezembro de 2025

Uma louvável iniciativa 67

 

Mensalmente, aos Sábados, no presente, o jornal Público faz acompanhar a sua edição de um antigo livro de cozinha, em edição facsimilada e a um preço razoável. É uma boa ideia, para os apreciadores da gastronomia portuguesa, que os queiram conhecer.
Hoje, o voluminho em tamanho, mas de 296 páginas, reproduz o primeiro livro de cozinha nacional, editado em 1680, por Domingos Rodrigues (1637-1719), que foi cozinheiro na corte do rei D. Pedro II.

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

sábado, 8 de novembro de 2025

A pequenina justiça à portuguesa...



Eis o rosto presente e patibular da inoperância e preguiça duma instituição altamente degradada, nacional.

terça-feira, 4 de novembro de 2025

O estado da nação



Desde Julho de 2010 que eu falo, aqui no Arpose, dos problemas e avarias contiuados dos elevadores e das escadas rolantes do Metropolitano de Lisboa, e com particular incidência no referente, sobretudo, à estação de Baixa-Chiado. Já nessa altura a empresa compreendia, na sua administração, 5 elementos: 3 engenheiros e 2 doutores que, ao que parece, eram incapazes de resolver, de vez, os problemas de manutenção e as avarias, bem danosos para os utentes. Talvez fossem apenas incompetentes para o lugar que ocupavam.
Ora, o jornal Público de hoje faz o ponto de situação quanto à questão. E como lá diz o ditado: "Tudo como dantes, quartel-general em Abrantes." Dos 121 elevadores do Metropolitano de Lisboa, 50 encontram-se avariados e/ou parados.
Ah, grande administração!...

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Recomendado : cento e nove

 

Não é todas as semanas que recomendo artigos da ípsilon, mas abro, hoje, uma excepção para apadrinhar um trabalho de Isabel Lucas (com 5 páginas) sobre Georges Simenon, a propósito da saída de 3 romans durs, em edição portuguesa recente. Não trazendo propriamente novidades, relembra o essencial sobre o grande escritor.
Nele se fala também de Liège e do Maas (Meuse/Mosa) que só me trazem boas recordações. Fica o aviso.



domingo, 5 de outubro de 2025

Mais um título encriptado...

 

É suposto que um título de jornal - que se preze - seja claro, conciso e resuma o conteúdo da notícia. Mas o jornal Público, ultimamente, capricha nas charadas desconexas. Ou então o jornalista (?) que compõe estes títulos deve ter muitos calos na cabeça.

sexta-feira, 3 de outubro de 2025

As palavras do dia (60)


 

Melhor do que isto só talvez o Speedy González...


sábado, 30 de agosto de 2025

Escreve, quem sabe

 

Esta carta ao director do jornal Público, vinda de quem vem e de uma especialista da matéria, não deixa de reforçar a justeza da decisão tomada por Isabel Pires de Lima (1952), ex-ministra da Cultura.
Dos tiranetes, que por aí andam dissimulados, vamos sabendo deles...

terça-feira, 26 de agosto de 2025

Ideias fixas 99

 

Crescer ao deus dará dá nisto. A ausência de regras de educação transmitidas, por parte de tutores responsáveis (pais, professores...) que o não são, é, quanto a mim, a causa principal desta escalada de violência que o título do jornal Público, de hoje, denuncia em números.
Até os cães precisam de ser ensinados para não estarem continuamente a ladrar e incomodar a vizinhança...

sábado, 16 de agosto de 2025

Do que fui lendo por aí... 70

 

Transcrevendo, parcialmente, o início da crónica:

" Uma das apostas de Verão de algumas televisões, como a NOW e a CMTV, ambas do mesmo grupo, é a transmissão em directo dos incêndios florestais. O dramatismo do relato assemelha-se, por vezes, ao das transmissões dos jogos de futebol, com a contínua e vergonhosa repetição das mesmas imagens, muitas de horas e dias diferentes. Só lhes falta gritar «gooolo!»."

Pedro Garcias, in Fugas, do jornal Público (16/8/25).


sexta-feira, 1 de agosto de 2025

As palavras do dia (59)

 

O escritor argentino César Aira (1949) acrescenta na entrevista: "A literatura actual foi reduzida a entretenimento, boas intenções e mediocridade."
Eu faria um aditamento realista: à força de quererem tornar a arte acessível ao "povo", desceram a fasquia ao nível do chinelo democrático.