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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

interlúdio 105

 


Entretanto, e durante vários dias em que primou pela ausência, o Sol fez a sua aparição, ainda que ralo e breve.

sábado, 27 de dezembro de 2025

As palavras do dia (63)

 


Depois do Carreira, a escolha é, realmente, uma subida na fasquia da qualidade...

quarta-feira, 29 de outubro de 2025

Mais um capítulo...

 

... exemplar da pequenina justiça à portuguesa:
os agentes já começaram a fazer descontos ao seu estimado colega, para lhe facilitar a vida, certamente.

Humor negro (26)

 ... 

...e o Inocêncio e o Mangas curtas a rirem-se da palermice do pagode nacional!...

segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Ele há cada título...

 

É notória e sabida a perda de qualidade do jornalismo nacional e muito poucos dos seus agentes escapam à mediocridade geral. Mas ainda nos surpreendemos com alguns títulos nos jornais de referência.
Mal enjorcados, desarrumados, crípticos como este, acima. Que estará lá a fazer a redundância?

quarta-feira, 4 de junho de 2025

Profissionalismo



Aqui está mais um bom exemplo do labor intenso da pequenina justiça à portuguesa e dos seus apaniguados... 

domingo, 4 de maio de 2025

Perguntar não ofende (5)

 

Quem terá comido o e deste título do jornal Público de hoje?
Ou foi o revisor que pediu um Porto Ferreira?
(Isto da escrita em jornais vai de mal a pior.
Impensável no tempo de V. Jorge Silva.)

sexta-feira, 2 de maio de 2025

Legendas

 


O dueto inefável  e maravilhoso da foto suscita-me diversas legendas alusivas:

1. Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.
2. O Rieu e o Barreiros conseguiram escapar ao arraial festivo de S. Bento.
3. Há escolhas que definem mentalidades.
4. Ao menos, o 25 de Abril não foi emporcalhado.

sábado, 8 de março de 2025

Protótipo exemplar do nosso nacional-porreirismo

 

Tudo é igual a tudo, para este jovem...

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

Civilização e barbárie, o seu a seu dono

 

A coluna semanal de António Guerreiro na ípsilon do jornal Público contém sempre, ao fundo, uma espécie de P. S., em que o cronista comenta um dito anterior de um publicista; este último, de Miguel Sousa Tavares.
Esqueceram-se ambos, provavelmente, de referir que o tema já tinha sido abordado, de forma competente e mais aprofundada, aqui há alguns anos atrás, pelo ensaísta George Steiner (1929-2020).

terça-feira, 21 de janeiro de 2025

Em aditamento ao poste anterior

 

Ah, ganda  Gandra!
Daqui se conclui que a ubiquidade não é só divina.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

As palavras do dia (58)

 

É uma espécie de eterno retorno em que as modas vão e vem, como na natureza vegetal.
Mas também é certo que, possuindo um novo, eu nunca deixei de usar o meu velho Nokia.



sábado, 30 de novembro de 2024

Vinhos

 


O jornal Público promove hoje, no seu suplemento Fugas, uma lista de vinhos que aconselha para este Natal. Sobre a relação, gostaria de deixar algumas breves notas pessoais:

Dos 30 vinhos (brancos e tintos) seleccionados apenas 1 é produzido por uma adega cooperativa nacional. Do conjunto, os preços vão de 9,49 euros, o mais barato, até ao mais caro, de 100 euros. Creio que não há um único vinho da Bairrada. Não deixa de ser uma desconsideração flagrante. E uma falta de isenção, porventura.

Não sendo eu um especialista na matéria, apenas um amador atento, atrever-me-ia a deixar uma pequena contribuição para uma lista mais inclusa e de preços mais comedidos. E destacar 2 enólogos que prezo, pela sua competência profissional: Jaime Quendera, da Cooperativa de Sto. Isidro de Pegões, pelo seu branco, Colheita Seleccionada. E Miguel Oliveira, da Adega Cooperativa de Silgueiros, pelo seu vinho tinto. Nenhum destes vinhos excede os 3 euros, no preço de venda.

sexta-feira, 15 de novembro de 2024

Palavras para quê?

 

É mais um caso da pequenina justiça à portuguesa. E já não dá sequer para nos surpreender.

sábado, 9 de novembro de 2024

As palavras do dia (57)



"... A esquerda que anda há mais de uma década convencida das suas causas fracturantes, que nos EUA tem consequências práticas, muito mais absurdas do que na Europa, acantonou-se nas elites e perdeu as suas bases sociais, a começar pelos sindicatos. Se lessem Marx, perceberiam que trocar bases sociais por bases intelectuais é derrota certa. ..."

terça-feira, 22 de outubro de 2024

As palavras do dia (56)

 


O título do jornal Público, de hoje, só seria uma surpresa para quem andasse muito distraído...
E a proporção entre as gravidezes no SNS, cerca de metade, das que se fazem nos privados, o dobro, não deixa de ser escandalosa, embora previsível.

quinta-feira, 16 de maio de 2024

A propósito de poesia



O jornal Público tem vindo a publicar, diariamente, um conjunto que será de 50 poemas para celebrar o 25 de Abril de 1974. Os poemas, talvez por serem de encomenda, na minha perspectiva, não prestam, até agora. Se exceptuarmos o que foi publicado a 13/5, e que era de autoria de Mário Cláudio.
Há quem diga, de dentro do métier, que as edições realistas de livros de poesia têm tiragens curtas, porque quase só os poetas lêem e compram os outros poetas. Não sendo uma ciência oculta, a leitura de poesia obriga a um certo traquejo de experiência e sentido crítico, para uma correcta avaliação de qualidade das obras em presença, evitando os versinhos de jornais de província e os vates das desgarradas. Daí, ainda assim, andar por aí muito gato por lebre que uma editora capaz e profissional recusaria publicar, liminar e salutarmente, em nome da higiene e saúde estética do ambiente literário.

terça-feira, 19 de março de 2024

Uma boa notícia



Depois do erro grosseiro de um qualquer funcionário de Cultura (?) português, que permitiu que um quadro maior de Domingos Sequeira (1768-1837) fosse levado para o estrangeiro, para ser vendido, é uma boa nova saber-se que a Fundação Lello tivesse comprado a obra e a venha a depositar num museu nacional, talvez no Norte, para a expor e ser vista pelos portugueses. Nem sempre as histórias acabam mal...

sexta-feira, 24 de novembro de 2023

Miscelânea (11)


Aqui há uns bons anos, um jornal inglês de esquerda, perguntava na capa, com a imagem de Gerhard Schröder (1944), pouco antes de eleições germânicas, se o leitor era capaz de comprar um carro em segunda mão a este alemão. O dito ex-chanceler ganha, hoje, a vida na Gazprom, e muito bem.
Eu creio que, nessa altura, os reclames apresentavam ainda para bom exemplo indivíduos compostos, às vezes de gravata e fato, sérios, limpos e bonitos. Hoje o paradigma mudou radicalmente de estilo. Quanto mais sujo, descomposto e feio, melhor.



É certo que eu tenho grandes dúvidas que os jovens comprem o jornal Público, pelas capas, habitualmente inestéticas, do suplemento ípsilon, mas os directores devem achar que sim, para persistirem no método, de forma teimosa, para não dizer: autista. Pela minha parte, devo confessar que, do anexo hebdomadário, leio apenas, normalmente, a antepenúltima e penúltima página com os artigos de António Guerreiro e Ana Cristina Leonardo. O resto parece-me palha quase sempre, e da pior.

quarta-feira, 25 de outubro de 2023

As palavras do dia (52)



Mais uma diligente e meticulosa proeza da justiça à portuguesa e seus inefáveis agentes - 12 anos!...