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sexta-feira, 21 de abril de 2023

Da provável safra



As perspectivas prometem: lá fora e na varanda a Sul. Quanto a azeitonas e, provavelmente, azeite. Que hão-de vir abundantes, pela amostra.

quinta-feira, 1 de abril de 2021

Adagiário CCCXXI

 


Deixa-te de grelos, que é roubo de azeite. 

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Adagiário CCCVII


Gato que nunca comeu azeite, quando o come, se lambuza.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Postais de Arte (2) : o Azeite


Neste "Postal de Arte", Louise Deletang reproduziu todo o percurso, da natureza até à mesa, que o azeite percorre, como produto essencial da dieta mediterrânica.
Simultaneamente, os interessados poderão enriquecer, através das imagens e legendas respectivas, o seu vocabulário de língua francesa.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Apontamento de viagem: Donelo do Douro




Quando há anos passara pela Quinta de la Rosa, fiquei com vontade de regressar, sobretudo a essa paisagem entre a Régua e o Pinhão. Este ano, e por uma coincidência feliz, poisei uns dias, a uns quilómetros acima, no meio dos montes numa casa belíssima, com vista para Donelo.
De manhã, ouvia-se a buzina do carro do padeiro, a passar lá em cima, a anunciar o pão fresco e a fofa bola que se vê na imagem seguinte. A garrafa de azeite, caseiro, puro e gostoso, recebemo-la à chegada, juntamente com outros produtos da região para a primeira merenda verdadeiramente duriense: enchidos, pão e vinho. As cerejas, belíssimas, juntaram-se mais tarde, vindas do mercado da Régua.



Do encanto da paisagem e do jardim da casa, fixei alguns pormenores, de bom gosto, como as florinhas à volta da oliveira.


A vista de cima, rodeada de montes cuidadosamente cobertos de vinhas e oliveiras, completou-se com um passeio fluvial, num antigo barco rabelo, a apreciar o Douro e as suas margens.



No entanto, nessas “Viagens na minha Terra” não resisto à tentação de encher o carro de produtos regionais. Do café de Donelo, com uma mercearia anexa, veio o vinho, juntando-se-lhe um garrafão de azeite, adquirido a um produtor local, pessoa simpatiquíssima que me encheu os ouvidos com palavras novas e um discurso, rico e sabedor, sobre a fauna e a flora do lugar. Do padeiro andante, parado a fazer negócio no meio dos povoados, saboreei o pão e, sobretudo, a bola, rectangular, embrulhada em papel vegetal e empilhada num canto da carrinha.
Por fim, ainda cheguei a tempo de dar uma volta ao mercado da Régua. Prazer supremo o de olhar para os produtos acabados de colher, e pena de saber o carro já muito carregado ! Contudo, ainda perto de mim tenho as cerejas e o cheiro de uma réstea de cebola nova, conservando, durante uns dias, a riqueza do campo que ficou para trás.

Post de HMJ