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sábado, 5 de outubro de 2013

Reflexões lineares do comum da terra


Diz o simples:
entre a sina maléfica ou determinismo ontológico de estarmos subordinados, pelos séculos além, a uma casta ou família cuja degenerescência se vai acentuando pelo descair do lábio inferior, entre outros sintomas,
e
a possibilidade de ir escolhendo, ciclicamente, novos chefes mesmo que, entre eles, possam aparecer alguns tolos, ou virem a revelar-se alguns silvas, mas que podem vir a ser amovidos, no próximo ciclo eleitoral -
Viva a República!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Em prol das exportações portuguesas


Muito embora no exame de "stress", efectuado por instituições credíveis e rigorosas, os 4 maiores Bancos (CGD, BCP, BES e BPI) tenham passado, confortavelmente, na prova, poucas horas depois os alcoólicos anónimos e cocainómanos da Moody's (Paul Krugman dixit) classificaram estes mesmos Bancos e mais 3, como lixo.
Entretanto, numa louvável iniciativa, as "Cerâmicas Bordalo Pinheiro" (Visabeira) produziram um Zé Povinho actualizado (na imagem) com o seu habitual manguito dirigido àquela agência de ratos americana.
Seria um belíssimo produto de exportação, se bem trabalhado. E deixo a sugestão de alguns países, onde a venda do Zé Povinho terá, com certeza aceitação, procura e boas vendas: Grécia, Irlanda, Itália, Espanha, Bélgica, Inglaterra, Estados Unidos da América... E, já agora, porque não oferecer, gratuitamente, mais 2 exemplares, de presente à Sra. Merkel e ao napoleónico Sr. Sarkozy?

domingo, 23 de janeiro de 2011

As novas corporações : psicólogos e informáticos


Para lá de alguma mágoa política que este dia me deixa, e que saberei digerir, democraticamente, queria abordar um outro assunto que, também, se deverá e poderá relacionar com estas Eleições Presidenciais de 2011. Não quero, antes, deixar de reter e referir a enorme abstenção verificada de que, Rui Rio, tirou a conclusão lógica e clarividente: "...é preciso fazer uma ruptura com este sistema" (político). Mas vamos ao tema do título deste poste. Porque a vida continua...
Nos últimos 30/40 anos, em Portugal, houve 2 segmentos corporativos que ganharam evidência, grande visibilidade mediática e importância, i. e.: as corporações dos psicólogos e a dos informáticos. Deixemos os psicólogos para um outro dia. Os informáticos têm sido os gurus portugueses, nos últimos tempos, mais idolatrados. Mas têm sido, também, responsáveis, por exemplo, por chegarmos a uma dependência bancária, e nos dizerem: "Não temos sistema!"; e nós darmos meia volta e sair, sem resolvermos ou tratarmos aquilo que queríamos. Onde, a eficácia desse Banco? Na minha opinião, nenhuma, pelo menos na escolha da équipa informática por que optou. A sua eficácia ficou demonstrada, amplamente. Mas há que relembrar, também, aqui há uns anos, a ridícula telenovela da colocação dos professores, no consulado de Santana Lopes e ministério Bustorff, da Educação. Ou o Estado não sabe escolher os informáticos, ou os informáticos portugueses são, mesmo, muito maus e pouco eficazes. Valha a idolatria, analfabetismo informático dos portugueses, ou a sua falta de sentido crítico, em relação à informática. E fechemos o círculo, voltando ao princípio. Hoje, muitos dos eleitores portugueses não conseguiram votar. Até a ex-ministra Maria de Belém, para votar, foi obrigada a esperar para "desembrulhar" a dicotomia informática Cartão do Cidadão/ Cartão de Eleitor. Conseguiu votar, depois de 2 horas gastas para resolver a questão. Concluiria: o Governo deveria mudar, totalmente, a sua équipa de informática, ou os informáticos portugueses têm de fazer, rapidamente, um reciclagem de competências, eliminando o lixo abundante desta corporação.