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quinta-feira, 22 de junho de 2023

quinta-feira, 4 de abril de 2019

O titânico desastre



Se, para muitos povos, a última coisa a perder é a esperança, para os ingleses é, seguramente, o humor...

com agradecimentos a AVP.

domingo, 6 de maio de 2018

Amadores e profissionais


Recebi, há pouco, uma anedota enviada por um Amigo.
O seu final oscila entre o paradoxo e a sabedoria concisa de uma máxima. Aqui o reproduzo:

Amadores construiram a Arca de Noé, mas foram profissionais que fizeram oTitanic.



quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Os inefáveis algoritmos e o tolo da aldeia (global)


Eu sei que há quem defenda o uso dos algoritmos, estão no seu legítimo direito democrático. Poupam trabalhadores, células cinzentas, pensar. Uniformizam ao nível da chinela e da grosseira generalização.
Hoje, o Youtube, entre outras baboseiras, infantilidades e parvoíces, recomendava-me um vídeo intitulado Evidence The Titanic Was Sunk on Purpose, que já tinha sido visitado por 1.501.678 inocentes.
Nunca pensei que houvesse tantos tolos de aldeia, no mundo...

terça-feira, 28 de outubro de 2014

quarta-feira, 14 de maio de 2014

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Pequena história (17) : a múmia


Diz-se que, quem conta um conto, acrescenta um ponto, mas eu vou procurar ser sucinto e ater-me à realidade que, já em si, é ficção.
As temáticas sobre a "maldição da múmia" tiveram origem na Inglaterra, o que não admira, pela quantidade destes objectos (?) egípcios que se encontram no Museu Britânico. Ora, na sala onde elas se perfilam, ao alto, do lado direito e esquerdo, dizem que uma delas, em determinada hora do dia, pela incidência da luz solar, parecia desaparecer do olhar do visitante do museu, para voltar a surgir, alguns segundos depois. E quem presenciava este desaparecimento "sobrenatural", pouco tempo depois do facto, vinha a morrer. Por isso, os familiares dos falecidos começaram a queixar-se à direcção do Museu Britânico que, devido a tantas reclamações, decidiu tirar a referida múmia da vitrine e mandá-la arrumar no depósito. O problema é que, passados uns meses, o guarda do depósito morreu, inesperadamente.
E a saga continua.
Por precaução e para quebrar o enguiço, o Museu Britânico resolveu oferecer a dita múmia a um museu norte-americano. E qual foi o meio de transporte escolhido? O transatlântico "Titanic"...
E prossegue o acrescento da lenda, com novas ramificações.
A versão continuada refere que o homem encarregado do acompanhamento da múmia, através de suborno, conseguiu salvar a múmia, fazendo-a embarcar num dos botes salva-vidas dos sobreviventes e, desta maneira, o objecto funerário chegou ao museu americano. Mas, aí, também começaram a morrer visitantes e empregados do museu, subitamente, e a direcção, preocupada, devolveu a múmia ao Museu Britânico. E qual foi o meio de transporte utilizado? O paquete "Lusitânia"...
Como dizem os italianos: "se non è vero è ben trovato".
Esta e outras histórias poderão ser lidas em "The Mummy's Curse", de Roger Luckhurst, editado pela Oxford University Press.

sábado, 14 de abril de 2012

Centenário do naufrágio


O desastre vende, a tragédia atrai. Basta vermos as notícias nos telejornais e nos periódicos que se dedicam aos dramas de faca e alguidar, e que têm sempre um público ávido e certo. Bastará, até, referir que este é o terceiro poste, no Blogue, sobre o Titanic - mea culpa...
Há cem anos, improvavelmente previsto, deu-se o naufrágio do grande transatlântico da White Star Line, nas águas do Atlântico Norte. Apesar das robustas condições da sua construção, na Irlanda, o navio não resistiu mais do que 2 horas, depois do embate com um aicebergue que lhe provocou um rombo no casco, de cerca de 60 metros. Era no entanto um paquete de luxo e o mais moderno para a época. O primeiro pequeno almoço servido a bordo, aos passageiros da 1 ª classe, era constituído por: rins de vitela, bacon, escalopes de cabrito... A orquestra era de qualidade e tinha 8 músicos que tocavam primorosamente os ragtime da época, e não só. Nenhum dos músicos sobreviveu ao naufrágio. Disseram os sobreviventes que a última música que a orquestra tocou terá sido "Songe de Automne" (que se reproduz em vídeo, em versão actual, no fim deste poste).
Inicialmente apoiado por 40 barcos salva-vidas, este equipamento do Titanic foi reduzido a metade, por questões de equilíbrio estético... No interior do navio, havia passageiros de mais de 30 nacionalidades. Da terceira classe, com muitos emigrantes que se dirigiam para os Estados Unidos, apenas um quarto se salvou: a mesma percentagem de tripulantes sobreviventes. A última frase do comandante Smith terá sido, de encorajamento para eles, pouco antes do afundamento: "Be British boys!".
Há cem anos.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Centenário da partida


Há cem anos atrás, precisamente a 10 de Abril de 1912, partia de Southampton o Titanic, na altura, o maior transatlântico do mundo. Em direcção à América, levava 2.224 pessoas a bordo, entre os quais 3 portugueses: dois açorianos emigrantes e um comerciante luso, radicado em Londres. Cinco dias depois, a 15 de Abril, o gigantesco navio, após um embate com um aicebergue que lhe provocou um enorme rombo no casco, afundava-se no Atlântico Norte. Salvaram-se apenas 1.178 pessoas. Nenhum dos portugueses sobreviveu.

domingo, 1 de abril de 2012

terça-feira, 20 de março de 2012

Revivalismo Ligeiro LXIX



Estas são algumas das músicas, recriadas, provavelmente tocadas a bordo do Titanic, em 1912. Na sua viagem inaugural, e final, também.

Despojos


O azul já não é o anémico anil de há um mês atrás. Está mais firme, lá no alto, e o sol já nos aquece num débil ainda calor primaveril.
Vinha eu a pensar nos talheres do "Titanic" que, alguns, foram dar a Ílhavo, em casas de descendentes de pescadores bacalhoeiros. À deriva, um mês e meio depois do naufrágio do transatlântico, encontraram um móvel que tinha dentro vários talheres. Que vieram a ser distribuídos, depois, pelos pescadores do "Trombetas", veleiro da Figueira da Foz.
Vinha eu a pensar nisso quando, na Rua do Carmo, vejo três pessoas a arrumar volumosos pacotes de livros, numa carrinha Volkswagen. Depois, reparei donde vinham: da encerrada Livraria Portugal. Que ainda tinha, nas montras, letreiros a indicar descontos de 70%. O prédio já estava com andaimes e deve ir para obras. Os livros iriam, decerto, para fundos de alguma congénere.
Dos talheres do "Titanic", nem todos foram ao fundo. Há ainda facas, colheres e garfos de prata espalhados por algumas casas de Ílhavo - dizia o jornal.
Despojos...

sábado, 5 de novembro de 2011

MozARTiana, para AVP


Eu desconhecia o humor polaco, até AVP, que diariamente me honra com as suas visitas, me ter chamado a atenção para este MozART GROUP cuja criatividade desmedida e virtuosismo musical são notáveis. Aqui fica uma pequena amostra, com votos de bom fim-de-semana (sem naufrágios) para AVP, especialmente, e para as restantes visitas do Arpose.

Obsv. : meu caro AVP, o navio Titanic não está aqui por acaso. Como deve imaginar...