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terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Adorno e Proust


Recomecei pela enésima vez a leitura do À la recherche..., de Marcel Proust (1871-1922), pelo primeiro volume dos sete que conta a edição da Livros do Brasil. E reiniciei-a, porque tinha repegado numa  outra obra de Theodor Adorno (1903-1969) em que este pensador dedica algumas páginas à interpretação de uma das obras maiores da literatura francesa. A esse livro (Notes sur la littérature) também eu tinha abandonado, há 2 ou 3 anos, por o ter achado massudo e desinteressante.
Será que, de duas recusas anteriores pessoais, vai renascer uma aceitação afirmativa, futura?
É o que irei descobrir, talvez em breve.


quarta-feira, 6 de maio de 2015

Adorno sobre a música de Schubert


Esta é a natureza da dialéctica de Schubert: ele conduz-nos até às empalidecidas imagens da objectividade existencial pelo poder da interioridade subjectiva.

Theodor Adorno (em 1928). 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Adorno, sobre a poesia épica


"A exactidão da palavra descritiva procura compensar a não-verdade de todo o discurso. (...) Emancipar a representação da razão reflexiva, assim acontece com a tentativa sempre desesperada, até aqui, da linguagem que procura, levando ao extremo da sua intenção determinante, curar-se daquilo que há de negativo na sua  intencionalidade, da manipulação conceptual dos objectos, para fazer surgir tudo o que há de real na sua pureza, preservado do domínio da ordem. A estupidez e a cegueira do narrador - e não é por acaso que a tradição fez de Homero um cego - exprimem desde logo a impossibilidade e o carácter desesperado de uma tal empresa. ..."

Theodor Adorno (1903-1969), in Notes sur la Litterature.