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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Últimas aquisições (18)


Os dois volumes da Biblioteca Breve, iniciativa do Ministério da Cultura, pertencem a um conjunto que foi editado durante os anos 70/80, sob a direcção de especialistas das várias temáticas abordadas. Eugénio Lisboa analisa, no nº 22 da colecção, a obra de José Régio, de quem foi amigo e é talvez o maior admirador, vivo, no presente. O nº 47 da Biblioteca Breve é um apanhado descritivo das principais publicações de olisipografia que, ao longo do tempo, se foram editando. 


Trouxe também, usado mas em bom estado, do alfarrabista, um catálogo (1984) extenso mas sucinto da Tate Gallery (Londres), que é talvez, fora de Portugal, o museu que eu mais gosto de visitar. A capa reproduz uma obra de Matisse - The Snail (1953).
Dei pelos três livros 5 euros, o que me pareceu ser um preço muito em conta e justo.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Pinacoteca Pessoal 34 : Philip W. Steer



Vai o mês de Agosto sob o signo das águas, aqui no Blogue, em postes, muito embora, astrologicamente, seja do domínio de Leão, que pertence ao elemento Fogo, como prescrevem os manuais.
Por isso, mais uma vez, é convocado o mar, agora com veleiros, num magnífico quadro de Philip W. Steer (1860-1942), até porque eu gosto muito de marinhas - quando bem executadas. E aprecio bastante este pintor inglês. Já, em 21/8/11, aqui me servi duma bonita aguarela de Steer para ilustrar e sublinhar um texto de férias e da beira-mar.
O Pintor é considerado como um dos representantes do Impressionismo inglês, muito embora uma maior nitidez de traço e cor o afaste da Escola Francesa, do mesmo nome, onde predomina mais a imprecisão sugestiva do desenho. Steer não esquece, totalmente, as influências próximas e nacionais de Turner e de Gainsborough.
Representado na Tate, o pintor inglês foi rejeitado como aluno na Academia inglesa, em tempos de juventude e esteve em Paris, cerca de 2 anos. Mais tarde, já prestigiado, veio a dar aulas na Slade School of Fine Art - a justiça e o bom senso ingleses, às vezes, acabam por prevalecer... Os Uffizi conservam no seu acervo um auto-retrato de Philip W. Steer.

Nota: o retrato que encima este poste foi tirado por George Charles Beresford, em 1922.