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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

Alguns nomes



Alguns, e não serão muitos, nomes conseguem ainda, ao longo da nossa vida suscitar a nossa admiração e o nosso interesse. Winston Churchill (1874-1965) é um dos meus happy few, por si mesmo, mas também porque esteve à altura dos acontecimentos da sua época. Ora, isso nem sempre ocorre com os famosos...
A revista Le Point, fora de série nº 33, de Fevereiro-Março de 1923, dedica o seu número ao estadista britânico. Aqui fica o aviso.


sexta-feira, 8 de abril de 2022

Curiosidades 92



Como se costuma dizer: uns têm a fama, outros o proveito.
Assim como eu, muita gente atribuiria a autoria do V de vitória, feito com os dedos indicador e médio, a Winston Churchill (1874-1965), por alturas da II Grande Guerra. Outros ainda, menos frequentadores da História, são capazes de pensar que terá sido Sá Carneiro quem criou o sinal na campanha de eleições da AD. Não. Nem um, nem outro são os seus autores.





Mas foi-me preciso chegar até a um Le Monde recente (25/2/2022), emprestado pelo meu bom amigo H. N., para numa recensão literária (de Florence Noiville)  do suplemento sobre livros, lhe saber a história e origem. E afinal o gesto, pretensamente político, não tem um autor conhecido - é anónimo. Mas não há nada como eu traduzir o texto inicial do jornal francês, para esclarecer o assunto. Aqui vai:

"Eles avançam. Fazem o V da vitória. Com os seus arcos de 7 pés de comprimento, com os seus terríveis longbows em madeira, eles envolvem o inimigo numa chuva de flechas torrenciais. Os frecheiros ingleses da guerra dos Cem Anos (1337-1453). Quando os Franceses capturaram um deles, apressam-se a cortar-lhe o dedo indicador e o médio para ter a garantia que o arqueiro não mais poderá manobrar o arco. É por isso que, antes de cada nova batalha, por desafio, os frecheiros fazem esse V com os seus dedos. Querendo dizer: as nossas mãos estão intactas, temos os dedos todos, vamos vencer-vos."

Interessante a história, não é?!

domingo, 14 de novembro de 2021

Uma fotografia, de vez em quando... (152)



Bastaria talvez o icónico e célebre retrato de Winston Churchill, aparecido na revista Life, em 1941, para tornar conhecido o fotógrafo Yousuf Karsh (1908-2002). Nascido na Arménia, cedo se fixou no Canadá onde veio a aprender a sua profissão com um tio, já lá estabelecido e radicado. Para além do retrato do estadista inglês, são de referir os de De Gaulle, Picasso, Nehru e Hemingway, pelo menos.




Esses trabalhos, além de muitos outros, associaram-no à qualidade de destacado retratista profissional. São dele, estas palavras claras e significativas sobre a sua arte: "O fascínio interminável pelas pessoas que fotografo reside naquilo a que chamo a sua força interna. Faz parte do segredo de difícil descrição que se esconde dentro de cada um e a tentativa de captá-lo em filme tem sido o trabalho da minha vida."





sexta-feira, 9 de julho de 2021

Conclusões (talvez) prematuras



Vistos 2 dos 6 episódios de De Gaulle - Prestígio e Intimidade, na RTP2, tenho-me ouvido a dizer, para mim mesmo: Se a série fosse britânica, e não francesa, os ingleses tê-la-iam feito com mais qualidade e profissionalismo. Se estou indeciso em avaliar ou não, pela positiva, o desempenho do actor que encarna a figura de Charles de Gaulle, já o canastrão que personifica Churchill, ainda para mais com aquele sotaque palerma, merece todo o meu repúdio crítico. A fotografia, no entanto, é boa, a verdade histórica parece respeitada, os cenários, interessantes. Nem tudo se perde e, por isso, vou continuar a ver os próximos episódios...



quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Bibliofilia 183

 


Há pouco menos de um mês (28/10/2020), a Sotheby's levou a cabo um leilão que integrava obras raras e livros com dedicatórias de Ian Fleming (1908-1964), criador do célebre James Bond. O nome do espião britânico foi inspirado no ornitólogo norte-americano homónimo, que era amigo de Fleming e editou, em 1947, a conceituada obra Field Guide to Birds of the West Indies.


Da almoeda faziam parte livros que tinham pertencido a pessoas tão diversas como Winston Churchill, Robert Kennedy ou até ao escritor policial Raymond Chandler. Grande parte destas obras tinham dedicatórias de Ian Fleming. A primeira edição de From Russia with Love (1957), com dedicatória à esposa Ann, e que tinha uma estimativa de 24.000/35.000, foi arrematada por 47.880 libras.


Já o livro com dedicatória a Churchill (Live and Let Die) atingiu o montante de 189.000 libras e a obra que pertencera a Raymond Chandler, uma cópia de Goldfinger ("To Ray with much affection"), ultrapassou também largamente a estimativa da casa leiloeira, que era entre as 40.000 e 60.000 libras inglesas.



terça-feira, 6 de março de 2018

Uma brilhante tirada política, de humor


Os Balcãs produzem mais História do que aquela que são capazes de consumir.

Winston Churchill (1874-1965).

domingo, 28 de janeiro de 2018

Curiosidades 68


Nem sempre nos sentimos bem representados. Seja por delegação burocrática, numa assembleia de condóminos a que não podemos assistir, quer no Parlamento,  pelo partido em que votámos nas últimas eleições. O mesmo acontece, por vezes, quando nos identificam em qualidades ou defeitos,  por palavras, ou simplesmente nos desenham o retrato, de forma pictórica.



Não faço a mínima ideia, se Isabel II gostou do retrato que Lucian Freud (1922-2011) dela fez. Duvido. Mas admito que sua majestade britânica, sempre politicamente correcta na sua banalidade aristocrática, se tenha calado, anglicanamente compungida por se tratar de um pintor de nomeada internacional. Winston Churchill (1874-1965), porém, tinha outra fibra. Em 1954, por iniciativa da House of Commons e da House of Lords foi decidido encomendar um retrato do político a um pintor inglês de mérito.



Ao ser-lhe apresentado o retrato pintado por Graham Sutherland (1903-1980), Churchill teve uma saida airosa, mas irónica: The portrait is a remarkable example of modern art!
A assistência, pela entoação de voz do grande estadista, percebeu o remoque, e riu copiosamente.
A pintura - veio a saber-se depois da morte do célebre casal inglês - foi destruída poucos dias depois de ter sido entregue, na sua residência oficial.



É o que nos conta, de forma sucinta, o vídeo acima, com o testemunho do neto do Estadista inglês.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

A propósito de um livro de exercícios


Durante muitos anos, pensei, intuitivamente, que todos os meus amigos e conhecidos sabiam nadar e andar de bicicleta. Pareciam-me daquelas competências básicas que, nas palavras do escritor Georges Perec, se pode traduzir (Pedro Tamen) por: a vida, modo de usar. Estava redondamente enganado.
Mas também eu nunca fui muito de exercícios físicos e, nesse aspecto, encontro-me na boa companhia de Churchill.
Na disciplina liceal de Ginástica, cumpria os mínimos, mas a subida da corda ou o salto sobre o fosso, na tropa, sempre me criaram alguma angústia existencial... Não era o caso do tronco, temível para os de pequena estatura corporal, a que eu chegava com extrema facilidade por ser alto.
Para quem tem muitos livros, a existência de nichos escusos de difícil acesso e volumes em segunda fila faz esquecer, com o tempo, obras significativas ou de particular estima que, momentaneamente, vamos arrumando em prateleiras secundárias, à falta de melhor espaço.
É o caso deste O Meu Systema, de I. P. Müller (1866-1938), que me coube por herança de pessoa muito próxima. 
Numa edição da Bertrand (como sempre, manhosa, sem data de impressão...), provavelmente de finais dos anos 30, terá custado a esse meu familiar, uns módicos Esc. 8$00. E, por ele, terá aprendido os rudimentos do exercício da Ginástica Sueca (embora o autor da obra tivesse sido um oficial do exército dinamarquês), muito em moda na época. Que as fotos e imagens são bem elucidativas.


Pois, lubrificado hoje, pela matinal e salutar natação da piscina autárquica, eu consegui debruçar-me, facilmente, para o lado esquerdo da secretária, e encontrar esta preciosidade bibliográfica, na prateleira do fundo.


De que, aqui, fica um pequeno respigo iconográfico, antes que o livro regresse à estante mais térrea...

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Fraquezas líquidas


Com o bicentenário da morte de Jane Austen (1775-1817), os mínimos detalhes da sua vida têm sido estudados e devassados, pelos ingleses. Foi assim que se veio a saber que a bebida preferida da romancista era a Porter, um tipo de cerveja preta muito popular no século XVIII e XIX. Que ainda hoje se fabrica na Grã-Bretanha. O nome por que é conhecida essa cerveja é uma espécie de homenagem aos trabalhadores portuários ingleses.
Dos beberrões ingleses, reza a história recente de Albufeira (Algarve), por lá terem provocado desacatos, por várias vezes, tendo sido necessário chamar a polícia para os conter e manter na ordem. Mas não só os britânicos e nem só as classes baixas. Até os políticos se entregam, por vezes, a excessos alcoólicos. Todos devemos estar lembrados das prestações televisivas deprimentes de Yeltsin, Aznar e Sarkozy. Para não falar de um ex-ministro português de Economia que, na Assembleia da República, começou a debitar, depois do almoço (provavelmente bem regado), parvoíces e banalidades infantis, para surpresa de todos...
Voltando à Inglaterra. Lembremo-nos que Winston Churchill não passava um dia sem consumir 5 ou 6 whiskies, mais uns 3 ou 4 brandies. Em dias especiais, não dispensava o seu favorito champanhe  francês Pol Roger, para comemorar. Terá consumido, ao longo da sua vida, milhares de garrafas.
Recentemente, o jornalista britânico Ben Wright publicou um livro (Order, Order: The rise and fall of political drinking), em que conta algumas cenas idílicas e edificantes sobre o tema. Refere, por exemplo, que o primeiro-ministro Harold Wilson (1916-1995) considerava Roy Jenkins (Finanças) um dos seus melhores ministros, mas só "até às 7 da tarde". Mais caricata, terá sido, no entanto, a prestação de um ministo do gabinete de Macmillan, numa visita oficial ao Peru. George Brown (1914-1985), após a refeição, insistiu em dançar com uma figura, elegantemente vestida de púrpura. Acontece que a orquestra tocava, na altura, o hino nacional peruano, e a personagem era, nada mais nada menos, que o arcebispo de Lima, capital do Peru...

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Pinacoteca Pessoal 126


Nascido em Cambridge, Norman Wilkinson (1878-1971) é, provavelmente, mais conhecido pelos seus posters e minuciosas ilustrações que, no início de carreira, foi fazendo para o Illustrated London News e também para o Illustrated Mail. Tendo servido na Marinha Inglesa, no decurso da I Grande Guerra, são notáveis as suas aguarelas e imagens cobrindo o conflito. Com destaque especial para a Batalha de Dardanelos, ou Campanha de Gallipoli, em que a Marinha Inglesa foi destroçada pela Armada Turca. Tendo Churchill sido apontado, erradamente aliás, como responsável pelo desastre.


Mas já antes, os trabalhos de Norman Wilkinson eram apreciados. Foi-lhe encomendado, por exemplo, um quadro (Plymouth Harbour) para decorar a sala de fumo do transatlântico Titanic. Apaixonado pelo mar, muitas das suas telas são marinhas, de grande qualidade estética. Não sendo, propriamente um revolucionário inovador, vale a pena conhecer a obra deste pintor inglês, cuja obra é vasta, como longa foi a sua vida.



quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Retro (89)


Em 1953, a Esposa de Winston Churchill recebe, em nome dele, o prémio Nobel da Literatura. As democracias (ou Academias) nórdicas sempre tiveram uma forma gentil de se expressarem...

terça-feira, 31 de maio de 2016

Citações CCLXXXVIII


A morte de um homem é sempre uma tragédia. A morte de milhares é apenas uma questão estatística.

Josef Stalin (1878-1953).


Nota: citado por Mary Soames, referindo uma conversa entre o pai (Churchill) e Stalin.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Uma fotografia, de vez em quando (53)


Pioneira das fotojornalistas, a norte-americana Toni Frissel (1907-1988) aprendeu a profissão, muito cedo, através dos ensinamentos do irmão. Colaboradora freelancer da Vogue, da Look e de outras revistas de Moda, notabilizou-se, também, pelas inúmeras fotos que tirou durante a II Grande Guerra.
A segunda fotografia, abaixo, é de 1951 e foi captada em Londres, na Victoria Station. O retrato de Winston Churchill é um dos últimos do grande estadista britânico, e foi tirado no início dos anos 60 .


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Favoritos LXX : Churchill e Welles

Winston Churchill morreu a 24 de Janeiro de 1965. Orson Welles também já não pertence ao número dos vivos. Neste pequeno excerto de entrevista, Welles recorda 3 encontros, que teve, com Churchill, com humor, mas também com grande simplicidade.

domingo, 7 de outubro de 2012

Pequena história (15)

É frequente que figuras célebres polarizem e concentrem em si, sendo-lhe atribuídos, ditos espirituosos e frases que outros, menos conhecidos, pronunciaram. Um dos casos mais curiosos ( e até Sophia Andresen caíu na esparrela) é a célebre frase: "Nunca mais servirei senhor que possa morrer". Que corre atribuída a Francisco de Borja e Aragão (1510-1572), hoje santo, Superior dos Jesuítas, que a teria pronunciado, ao ver morta Isabel de Portugal. O poema de Sophia intitula-se "Meditação do Duque de Gandia sobre a morte de Isabel de Portugal", e é, para mim, um dos mais belos poemas da escritora. Mas a frase não é de S. Francisco de Borja. Foi dita por S. João de Ávila, integrada na oração fúnebre das exéquias da filha de D. Manuel I, esposa de Carlos V.
Saíu recentemente, na Inglaterra, a obra "Churchill in His own words" que, a propósito de citações, indevidamente atribuídas ao grande estadista, consagra um capítulo a "False attributions", onde vêm referidas 2 histórias que, pelos vistos, não terão acontecido com Winston Churchill. Na primeira o PM inglês teria dito, a propósito do político Arthur Balfour: "If you wanted nothing done, Balfour was the man for the task!" (ou seja: "Se se quisesse que nada fosse feito, Balfour seria o homem indicado para o trabalho"). A segunda história, falsamente atribuída a Churchill, teria ocorrido durante um jantar em Blenheim, em 1913, com a participação de Nancy Astor. Esta teria dito ao grande estadista: "Sir, if I were married to you I'd put poison in your coffee." Ao que Winston Churchill, quase de imediato, terá retorquido, imperturbável: "Madam, if I were married to you, I'd drink it."

terça-feira, 17 de abril de 2012

Cultura em tempos de crise


Na campanha das eleições presidenciais francesas, a Cultura tem tido um lugar importante no debate dos candidatos. François Hollande cunhou mesmo um slogan motivador: "a Cultura no coração do comprometimento presidencial". Por cá, é o que sabemos.
Em relação com tudo isto, ontem, ouvi um jovem contar uma história sobre Winston Churchill que sublinha bem a visão e estrutura de um grande estadista. O caso foi o seguinte:
No auge da II Grande Guerra, a direita (a que Churchill pertencia) impacientava-se com o PM inglês porque, enquanto os sacrifícios e restrições continuavam a aumentar para todos, no esforço da guerra, o orçamento para a Cultura continuava alto e sem diminuir. No Parlamento britânico, um deputado questionou Churchill por que razão a Cultura não sofria cortes. O PM, lapidarmente, respondeu-lhe também com uma pergunta:
"- Mas, então, estamos a lutar por quê?"

domingo, 9 de outubro de 2011

Da mediocridade de muitos jornalistas e políticos, até um actor notável


No meu espírito, e para se compreender, a sequência de associações mentais foi esta: da enormidade ignorante do "DN" passei a Dennis Potter que apontou a dedo os malefícios dos media e os seus subservientes empregados; daqui cheguei a "Cold Lazarus" com esse magnífico actor que é Albert Finney.
De Albert Finney cheguei a Winston Churchill que pertencia a uma família de políticos de grande qualidade, que se extingiu por completo. Hoje, na política, o que abunda é a mediocridade, representada por carreiristas que se formaram nos aviários de conveniência dos partidos. Os resultados são bem visíveis, infelizmente, para nosso mal e de todos os cidadãos. E ainda não chegamos à Madeira...

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Os amigos de Peniche


A imagem que encima este poste integrava uma pequena brochura da sucinta biblioteca de meu Pai. Era de propaganda inglesa, em Portugal, no decurso da II Grande Guerra, quando a Alemanha nazi também procurava influenciar a opinião pública nacional a seu favor. Serve-me de base àquilo que quero escrever.
Hoje, foi a vez de Jean-Claude Trichet ( não esquecer que, em francês, tricher significa : fazer batota) que tem, como compinxa e subordinado, o nosso inefável Vítor Constâncio, no BCE, paternalmente (don´t patronize me, please!), afirmar que Portugal deve apressar as suas reformas e cumpri-las com rigor, porque estão atrasadas (curiosamente, nunca ninguém diz, em concreto, quais reformas)...
Quando vejo esta "gente" ou gentalha dar-nos conselhos, lembro-me sempre de um poema fescenino de António Botto, que me apetece citar. Não o faço por respeito por quem me visita, e pela dignidade que tento imprimir ao espaço do Arpose. Mas também me lembro, em simultâneo, de Winston Churchill, pelo seu exemplo de resistência e orgulho nacionais.

sábado, 8 de maio de 2010

Memória 23 : Dia da Vitória

No dia 8 de Maio de 1945, Winston Churchill declara, na BBC, o fim da II Grande Guerra na Europa, e proclama essa data como sendo o dia da Vitória.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Da wikipedia : " animal peludo, longas orelhas, rabo curto e fofo"



Já lhe estão a fazer a cama, ou o ninho, ou a toca. É só ler os jornais, ouvir os babados "pivot" 's, nos seus antecipados e melífluos, discretos juramentos de lealdade, pelo veludo na voz que se derrete quando lhe fazem perguntas. Todos sonham ser mexias ou penedos...
E eu que estava habituado aos líderes feios - mesmo que fossem de direita : De Gaulle, Churchill, Adenaur. E, depois, me fui habituando aos da minha geração... E ainda aos Versace e aos Armani.
Que diabo!, que mal fiz eu a deus?!, para mais um golpe de rins, tão contrariado.
Que se cuide o "nosso filósofo grego" com a cicuta que já lhe verteram na taça. Os nossos jornalistas estão a engordar um coelhinho, com muito mimo, e a menos que apareça, por aí , uma sábia tartaruga, do lado esquerdo...,oxalá!