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sexta-feira, 3 de maio de 2024

Ideias fixas 86

 

Há sobressaltos cívicos, pedradas no charco e obrigações de alma, para quem ainda está vivo, que nos animam. Já nos bastam os chavões palermas sobre justiça, daqueles que não se querem comprometer politicamente.
E este manifesto dos 50 é um libelo contra a hipocrisia quase geral e um acto de coragem de que Rui Rio, honra lhe seja, foi um precursor solitário.
A sra. PGR, mai-la sua ufania oca, bem podia ir dar uma volta, com os seus vistosos e exuberantes vestidos de mau gosto, ao bilhar grande da insignificância. Para sempre.


sábado, 2 de dezembro de 2023

As palavras do dia (53)

 
"... A tudo isto se soma uma cobardia generalizada face ao Ministério Público, quer porque se tem culpas, quer porque se tem medo. O único actor político que nos últimos tempos mostrou que não tinha esse medo foi Rui Rio, mas lembrá-lo é incómodo, quer para o PS, quer para o actual PSD que o quer esquecido, por ser uma sombra incómoda."

José Pacheco Pereira (1949), in A ideologia antidemocática do Justicialismo (jornal Público de 2/12/2023).

quarta-feira, 19 de julho de 2023

Os mercenários da justiça à portuguesa



Congratulei-me e sorri ao saber que Rui Rio tinha feito esperar, 3 horas matinais (das 7 às 10), os descamisados mentais do MP, até lhes abrir a porta de casa, para a devassa matutina.

É evidente que a dignidade de um ex-presidente de um grande partido não se compadece com o caricato de aparecer em pijama na porta da rua, e perante visitas, ainda que foleiras.

Será que os agentes do MP foram tão cedo para ganhar umas horitas extras? 
E a dona gaga, que terá ela a dizer sobre isto?

terça-feira, 2 de novembro de 2021

À desfilada...


Penso que um comentarista de qualidade deve ter, por princípio, algum equilíbrio e rigor naquilo que diz, pensa e escreve, a menos que seja autista ou apoucado maior. Ou ainda irresponsável.
No jornal Público, há um cronista provinciano, e parolo de cabeça, de que o nosso PR se aproveitou, aqui há tempos, para tentar reatar e reinventar o Dia da Raça. Não foi bem sucedido e foi bem feito. O gorducho barbudo - é evidente - não tem as qualidades de um António Ferro.
Agora, o plumitivo desmiolado anda a ver se deita abaixo o Chicão e o Rui Rio, por escrito. Coitado do mentecapto...

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Agendas


À comunicação social portuguesa saiu a sorte grande, embora por falta de organização e metodologia profissional e jornalística, ande por aí como uma barata tonta, sem saber a quem há-de dar prioridade e atenção. Não bastava a Catalunha. Eis que lhe chegam a Filosofia e a Justiça, geminadas e em simultâneo, mais a temática fluvial em contraponto com a hagiográfica, pelas bandas da Buenos Aires partidária. 
Coitados dos nossos pobres tontos plumitivos, que mal conseguem dar conta do recado. E da fartura que lhes caiu no colo... 

Nota: admito o lado críptico deste poste. Aconselho a leitura das etiquetas, para melhor esclarecimento.

domingo, 23 de janeiro de 2011

As novas corporações : psicólogos e informáticos


Para lá de alguma mágoa política que este dia me deixa, e que saberei digerir, democraticamente, queria abordar um outro assunto que, também, se deverá e poderá relacionar com estas Eleições Presidenciais de 2011. Não quero, antes, deixar de reter e referir a enorme abstenção verificada de que, Rui Rio, tirou a conclusão lógica e clarividente: "...é preciso fazer uma ruptura com este sistema" (político). Mas vamos ao tema do título deste poste. Porque a vida continua...
Nos últimos 30/40 anos, em Portugal, houve 2 segmentos corporativos que ganharam evidência, grande visibilidade mediática e importância, i. e.: as corporações dos psicólogos e a dos informáticos. Deixemos os psicólogos para um outro dia. Os informáticos têm sido os gurus portugueses, nos últimos tempos, mais idolatrados. Mas têm sido, também, responsáveis, por exemplo, por chegarmos a uma dependência bancária, e nos dizerem: "Não temos sistema!"; e nós darmos meia volta e sair, sem resolvermos ou tratarmos aquilo que queríamos. Onde, a eficácia desse Banco? Na minha opinião, nenhuma, pelo menos na escolha da équipa informática por que optou. A sua eficácia ficou demonstrada, amplamente. Mas há que relembrar, também, aqui há uns anos, a ridícula telenovela da colocação dos professores, no consulado de Santana Lopes e ministério Bustorff, da Educação. Ou o Estado não sabe escolher os informáticos, ou os informáticos portugueses são, mesmo, muito maus e pouco eficazes. Valha a idolatria, analfabetismo informático dos portugueses, ou a sua falta de sentido crítico, em relação à informática. E fechemos o círculo, voltando ao princípio. Hoje, muitos dos eleitores portugueses não conseguiram votar. Até a ex-ministra Maria de Belém, para votar, foi obrigada a esperar para "desembrulhar" a dicotomia informática Cartão do Cidadão/ Cartão de Eleitor. Conseguiu votar, depois de 2 horas gastas para resolver a questão. Concluiria: o Governo deveria mudar, totalmente, a sua équipa de informática, ou os informáticos portugueses têm de fazer, rapidamente, um reciclagem de competências, eliminando o lixo abundante desta corporação.