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terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Da utilidade e do uso



Pagou-se-me amplamente por si, pela muita utilidade e uso que lhe fui dando ao longo dos anos, este Rifoneiro Português que Pedro Chaves editou em 1928, na Imprensa Moderna, da Rua da Fábrica, nº 80, no Porto. O livro terá sido reeditado em 1945.
E não se pode dizer que tenha sido muito caro: Esc. 680$00 - que bem os mereceu!
Talvez cerca de 90%  dos postes do Adagiário(s), com que inicio, habitualmente, os meses no Arpose, foram dele recolhidos, ao longo destes mais de 12 anos de exercício.

quinta-feira, 17 de junho de 2021

Do rifoneiro castelhano (16)


1. ( Médicos errados, papeles mal guardados y mujeres atrevidas, quitan las vidas. )
    Médicos enganados, papéis mal guardados e mulheres atrevidas fazem perder vidas.

2. ( La olla sin cebolla, es boda sin tamboril.)
    A panela sem cebola, é como boda sem tamboril.

3. ( Ni de puta buena amiga, ni de estopa buena camisa. )
    Nem de puta boa amiga, nem de estopa boa camisa.

4. ( El vino alegra el ojo, limpia el diente y sana el vientre. )
    O vinho alegra o olho, limpa o dente e sana o ventre,

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Do rifoneiro castelhano (15)


1. Lo que no lleva Cristo, lo lleva el fisco.
(O que não leva Cristo, leva-o o fisco.)

2. Más vale dedo de juez que palmo de abogado.
(Mais vale dedo de juiz que palmo de advogado.)

3. Ni villa sin aldea, ni puta sin alcahueta.
(Nem vila sem aldeia, nem puta sem alcoviteira.)

4. Uñas de gato y cara de beato.
(Unhas de gato e cara de beato.)

5. Viejo por no poder y el mozo por no saber, quedase la moza sin lo que puedes entender.
(Velho por não poder e rapaz por não saber, e fica-se a moça sem aquilo que podeis perceber.)

6. No se acuerda la suegra que fue nora.
(Não se lembra a sogra que foi nora.)

7. Dios sea loado, el pan comido, y el curral cajado.
(Deus seja louvado, o pão comido, e o curral estercado.)


Nota pessoal: vai hoje mais comprida a temática dos provérbios espanhóis, e será o último poste por estes tempos mais próximos, certamente, do rifoneiro castelhano.
Deste itinerário, em que fui traduzindo 63 ditados do adagiário do país vizinho, ficou-me a certeza de que os seus rifões são mais atrevidos do que os nossos. Apesar da sua graça intrínseca, evitei incluir alguns que ultrapassavam o limite dos bons costumes...

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Do rifoneiro castelhano (14)


1. A pan duro, diente agudo.
(A pão duro, dente agudo.)

2. Palabra y piedra suelta, no tienem vuelta.
(Palavra e pedra atiradas, não mais regressadas.)

3. Puercos con frio y hombres con vino, hacen gran ruido.
(Porcos com frio e homens com vinho, fazem grande ruído.)

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Do rifoneiro castelhano (13)


1. Asno de muchos, lobos le comen.
(Asno de muitos, lobos o comem.)

2. Al amigo y al caballo, no apretallo.
(Ao amigo e ao cavalo, não há que apertá-lo.)

3. Al loco y al aire, darle calle.
(Ao louco e ao ar, é dar-lhes espaço.)

4. Agua de por san Juan, quita viño y no da pan.
(Água por S. João (24), perde o vinho e não dá pão.)

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Do rifoneiro castelhano (12)


1. Ida por ida, más vale a la taberna que a la botica.
( Ida por ida, mais vale à taberna do que à farmácia.)

2. Quien  lejos va a casar,  o va a engañado o va a engañar.
(Quem  longe vai casar, ou vai enganado ou vai a enganar.)

3. Ira de enamorados, amores doblados.
( Ira de namorados, amores redobrados.)

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Do rifoneiro castelhano (11)


1. El hombre y el oso, cuanto más feo más hermoso.
( O homem e o osso, quanto mais feio mais formoso.)

2. Hombre amaricado, ni carne ni pescado.
( Homem efeminado, nem carne nem pescado.)

3. Hombre besador, poco empreñador.
( Homem beijoqueiro, pouco emprenhador.)

quinta-feira, 16 de março de 2017

Do rifoneiro castelhano (10)


1. En tu casa no tienes sardina, y en la ajena pides gallina.
 (Na tua casa não tens sardinha, mas na alheia pedes galinha.)

2. Holgad, gallinas, que el gallo está en vendimias.
 (Folgai, galinhas, que o galo anda em vindimas.)

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Do rifoneiro castelhano (9)



1. Dijo el asno al mulo: arre allá, orejudo.

    (Diz o cavalo ao burro: arreda para lá, orelhudo.)

2. Caricias de puta y convites de tabernero, siempre cuestan dinero.

    (Carícias de puta e convites de taberneiro, custam sempre dinheiro.)

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Do rifoneiro castelhano (8)


Carnero, castellano; vaca, gallega; arroz, valenciano.

(Carneiro, castelhano; vaca, galega; arroz, valenciano.)

domingo, 13 de novembro de 2016

Do rifoneiro castelhano (7)



Ni barbero mudo ni cantor sesudo.

(Nem barbeiro mudo nem cantor sisudo.)

domingo, 25 de setembro de 2016

Do rifoneiro castelhano (6)


Más son los amenazados que los acuchillados.

(São mais os ameaçados do que os esfaqueados.)


Nota pessoal: este ditado espanhol fez-me lembrar, indirectamente, o provérbio português - "Cão que ladra, não morde."

domingo, 11 de setembro de 2016

Do rifoneiro castelhano (5)


Alegría secreta, candela muerta.

( Alegria calada, candeia apagada.)

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Do rifoneiro castelhano (4)


El que de aire empreña, qué ha de parir sino vento?

( Aquele que pelo ar emprenha, que há-de parir senão vento? )

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Do rifoneiro castelhano (3)


Quien no sabe el arte, cierre la tienda.

(Quem não sabe da arte, que feche a loja.)

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Do rifoneiro castelhano (2)


Al bobo múdale el juego.

( Ao bobo troca-lhe o jogo. )

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Do rifoneiro castelhano (1)


La hermosura de la ramera y el hablar del loco, valen poco.

(A formosura da rameira e o falar do louco, valem pouco.)