Mostrar mensagens com a etiqueta Redes sociais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Redes sociais. Mostrar todas as mensagens

domingo, 18 de outubro de 2020

Divagações 164


Abordar as ordens do dia é a tentação escrita de muitos; comentar os ogres do momento, a matéria prima dos fala-baratos. Em qualquer dos casos, há que pensar que ainda existem especialistas, raros é certo, para ilustrar, superiormente, estas mediocridades universais. Por outro lado, esta gentinha das redes sociais e dos blogues acaba por contribuir para dar publicidade às enormidades e aos anormais de primeira página. Deus os acompanhe, na sua estultícia bacoca!


domingo, 15 de março de 2020

Por favor...


... não me mandem mais nada do Alvim, do Markl, do Zink, do Rieu ou do Trump, nem da Ferreira ou da Júlia - os banhistas da cobra mais pimbas. É que já estou entupido de mediocridade até à borda. E já não me bastavam as tolinhas do Corono, a dar conselhos de almanaque...

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Algumas palavras de ontem, sobre jornalismo e redes sociais


A reflectir:

A tal cobardia anónima é, fatalmente, a primeira tentação irresistível: ofender, insultar, mentir, caluniar, difamar, inventar sobre o outro a coberto do anonimato, podendo tudo dizer sem nada arriscar, deve ser uma verdadeira catarse. A seguir vem o exibicionismo (a par do correspondente voyeurismo, para o qual existem os exibicionistas) e a noção de que se é tão importante quanto se expõe a vida aos outros, por mais idiota que ela seja.
...
A coragem das multidões é facílima, a sua cobardia é inevitável. Nas redes sociais este saudável exercício de ajuste de contas com tudo e mais alguma coisa está ao alcance de um simples teclado de computador...
...
Hoje, assistimos à morte acelerada do jornalismo às mãos daqueles que na sombra descobriram como manipular o sinistro algoritmo capaz de controlar os milhões de brothers das redes sociais.

(os extractos transcritos foram colhidos na crónica de Miguel Sousa Tavares, no Expresso de 16/3/19).

quinta-feira, 17 de março de 2016

Cá de casa, com preâmbulo faccioso e imagem apelativa


Tenho umas vagas ideias sobre o que é que origina e motiva os utilizadores do feicebuque, as redes sociais, e a sua correlativa conversa da treta, muito chã, muito ruana, curta e debruada por exóticos erros ortográficos, abreviaturas preguiçosas, e em que não se consegue distinguir se seguem ou não o A. O.. O vulgo é assim, que se há-de fazer!?... Não é Portugal, na União Europeia, o país com mais analfabetos (outra vez?)?
Sobre as visitações a blogues, os motivos serão outros e, algumas vezes, terão preocupações culturais. Mas não convém esquecer que as imagens, a actualidade dos assuntos, o bizarro, têm uma atracção grande sobre as visitas dos ingénuos e inocentes. E há blogues que são quase só imagens, talvez para apanhar mais gente. Passiva porque, em qualquer dos casos, salvo assuntos polémicos, os comentários são, habitualmente, nulos ou parcos, e residuais, se comparados com os visitantes.
Serve este preâmbulo, porventura tendencioso, mas que não se afasta muito da realidade objectiva, para abordar a lista dos postes do Arpose que, desde o início (2009), mais foram frequentados. Seguem:
1º - Mercearias Finas 28: Castas de uvas portuguesas (29/3/2011) - 1.494 visitas.
2º - Do "Bestiário" de Leonardo da Vinci (28/12/2010) - 1.293 visitantes.
3º - Ainda Julio Camba: em louvor do linguado (24/6/2010) - 1.071 frequentadores.
4º - Pinacoteca Pessoal 6: Vincent van Gogh (27/2/2011) - 913 visitas.
5º - Bibliofilia 53: Eau de Cologne (29/10/2011) - 846 visitantes.
6º - Mexidos, ou Formigos de Guimarães (24/12/2012) - 785 clicantes.
7º - O leão, a águia, o galo de Barcelos (17/3/2010) - 714 visitas.
8º - Mercearias Finas 69: globalização, cavalos e batatas (19/2/2013) - 682 frequentadores.