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sábado, 22 de agosto de 2015

O avoengo A. O. de 1945


Pelo pouco que sei, o AO de 1945 foi muito mais pacífico na sua aceitação, por ambas as partes (Brasil e Portugal), do que o actual, embora também tivesse tido os seus detractores. Mas Getúlio Vargas e Salazar terão tido, com certeza, uma influência pesada e dissuasora, quanto a eventuais veleidades...
Apesar de tudo, parece-me oportuno deixar por aqui, e da Revista de Portugal (Vol. VII - nº 39 / Dezembro de 1945), uma pequena amostra do AO de 1945, através do início do seu texto programático.

com um envoi muito especial a Artur Costa, em seu O Linguado.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

António Nobre caracteriza Lisboa, numa carta de 1894


"... Tu não imaginas quanto Lisboa me entedia e tambem me entristece. É bem uma cidade em funeraes. Por toda a parte cautelleiros, capilé, empregados publicos, e carros do Jacinto... E depois que cheiro a secretaria, que nem a maresia do Tejo consegue disfarçar. ..."

A. Nobre (1867-1900), em carta a Vasco da Rocha e Castro (Revista de Portugal, Outubro de 1938)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

No tempo em que o M. E. N. não era M. E. C.


Esta advertência, sob a forma de Ordem de Serviço, vinha na página 93 da Revista de Portugal (nº 59, Novembro de 1947). Era no tempo em que ainda não havia CEO's...

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

3 regionalismos madeirenses e alguns considerandos pessoais


De semelha, com o significado de batata, sabia eu; quanto a murganhada (de murganhos = ratos), aprendi, em 1968, que era usado pelos madeirenses para nomear os desenhos animados, talvez por influência do rato Mickey.
Folheando um número antigo e avulso da "Revista de Portugal" (Vol. VIII - nº 39, Dezembro de 1945), num artigo de Jaime Vieira dos Santos, deparei com mais 3 regionalismos da Ilha da Madeira, que aqui deixo, com pequenas considerações pessoais:
1. Bardo - sebe feita de cana-vieira, giesta ou ramagens. (Desconheço a sua eventual ligação, continental, com o significado de poeta, que Morais da Silva refere para denominar, inicialmente, entre os Celtas e Gauleses, os sacerdotes incumbidos de excitar o ânimo das tropas com cânticos guerreiros.)
2. Barreiro - terra vermelha que nada produz. (Terá sido essa a razão próxima para o patronímico outrabandista? O mesmo dicionário, referido acima, regista apenas: "Terra alagada". De algum modo, o oposto...)
3. Botas de 5 bicos - pé descalço. (Quanto a este regionalismo madeirense, só o posso considerar um achado, na sua evidência flagrante e bem-humorada...)