No passado, e por obrigação
profissional, consultava, com alguma frequência e também por gosto, os Elementos de Retórica Literária de
Heinrich Lausberg.
Muito aprendi sobre a
“disposição da matéria”, tentando transmitir aos alunos conceitos lógicos e
simples para fugirem ao “prolixo” do discurso vazio, pomposo e profundamente
ridículo. Eis um exemplo a evitar:
“Amei o parlamento.”
Assunção Esteves despede-se “entre o pragmatismo de Sancho Pança e o idealismo
de D. Quixote”
Infelizmente, o discurso financeiro,
aliado à sua vertente política, tem sido extremamente útil para avaliar da
credibilidade – ou falta dela – na tentativa de convencer, ou manipular, a opinião pública.
Fica aqui outra tentativa para tentar “recuperar” algo perdido.
Duas tentativas falhadas para um
discurso que se pretendia elevado e credível. É pena que não tenham lido H.
Lausberg antes de se pronunciarem !
Post de HMJ