A contiguidade geográfica momentânea obriga-me a ouvir um daqueles ruídos martelados e sem imaginação, a que dão o nome de rap. E que é apreciado, ao que parece, por gentinha cujas células cinzentas, ao contrário das de Poirot, não mexem de todo e se contentam com as repetições contínuas. Consola-me porém pressentir que estas mediocres charangas de grunhos não irão durar muito mais do que durou aquela coisa desmiolada a que os franceses literatos deram o nome pomposo de estruturalismo.
Bom final de tarde!
Há 3 horas