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sábado, 23 de agosto de 2025

Desabafo (100)

 
A contiguidade geográfica momentânea obriga-me a ouvir um daqueles ruídos martelados e sem imaginação, a que dão o nome de rap. E que é apreciado, ao que parece, por gentinha cujas células cinzentas, ao contrário das de Poirot, não mexem de todo e se contentam com as repetições contínuas. Consola-me porém pressentir que estas mediocres charangas de grunhos não irão durar muito mais do que durou aquela coisa desmiolada a que os franceses literatos deram o nome pomposo de estruturalismo.

segunda-feira, 7 de outubro de 2024

A música dos outros

 
Cheguei à conclusão que a prática da música, na sua expressão sonora, não é democrática, porque o vulgo,  habitualmente, é duro de ouvido, não teve educação musical e não sabe sintonizá-la com um mínimo de equilíbrio harmonioso.
Entre o chunga dos canários e barreiros e o proxeneta do Rieu da música easy listening, saiu-me, em frente da casa, um grupo de montadores de andaimes, que trabalha ao som de um rap execrável de 3ª categoria - mas que grande azar!...

segunda-feira, 16 de setembro de 2024

Ideias fixas 89

 
Ninguém me tira da ideia que o rap está destinado a criaturas sem imaginação, gente que nunca estudou música seriamente, cantantes sem voz, seres monocórdicos minados por uma abulia crónica do pensamento.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Ideias fixas 4


As ladaínhas monocromáticas do Rap são uma das expressões marteladas da música pimba.
Quanto a grande parte da chamada Arte urbana, acho muito bem que a pratiquem nas paredes de prédios a demolir. Assim se cumprirá melhor o conceito da brevidade e fragilidade da arte. A estética é outra coisa e não é para aqui chamada. Em nenhum dos dois casos.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Interlúdio 53


Eu não quereria chocar os meus visitantes mais fiéis, habituados decerto a ritmos mais suaves, aqui pelo Blogue e, por isso, vou fazer uma declaração de interesses: não gosto, quase nunca, de música Rap, mas sou, quase sempre, tolerante.
Este videoclip, interessante na concepção, foi feito para comemorar o aniversário da geminação entre as cidades de Berlim e Pequim. E, como os patrões das futuras gerações de portugueses vão ser, na sua maioria, alemães e chineses, é bom irmo-nos habituando...