60 anos depois, Paris oferece um espectáculo talvez ainda mais devastador e deprimente. Não se pode dizer senão que a persistência "revolucionária" dos franceses é apenas intervalar. Escapam umas gerações pelo meio, a quem queimam lojas e carros. O interior do Arco do Triunfo é que não merecia um tal vandalismo chunga desta nova ignorância...
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