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segunda-feira, 29 de julho de 2013

O circo


Nestes tempos mais recentes, tenho evitado, conscientemente, abordar a indigência da nossa política do dia a dia ou, até, fazer postes sobre alguns dos muito diversos aspectos ridículos e patéticos que vão ocorrendo, e que mereceriam, certamente, um sublinhado. Mas tenho as minhas razões.
Diziam (as más línguas?) que, dia em que não aparecesse o seu nome, pelo menos num jornal diário, mesmo que fosse a dizer mal, Fernando Namora ficava indisposto. Porque, se dissessem mal, ele podia contraditar. E o escritor sabia bem a força da publicidade.
Seguro cada vez mais se parece com Roberto Benigni, naquele seu ar de menino triste, desconchavado e banal; à pinóquia das finanças não lhe cresce o nariz, mas devia, e o maduro, para ter crédito, deveria perder aquela voz de cana rachada, que não ajuda nada.
Quanto aos palhaços, acho que já, por aqui, falei o suficiente...

sexta-feira, 25 de maio de 2012

AdagiárioXCIII


Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Suicídios cinematográficos

Na segunda-feira passada, 29 de Novembro de 2010, o realizador italiano Mario Monicelli, nascido em 1915, suicidou-se, atirando-se da janela do quarto do hospital San Giovanni, em Roma, onde se encontrava internado, em fase terminal de um cancro da próstata. Autor de I Soliti Ignoti (Gangsters Falhados), "Grande Guerra", "Oh Amigos Meus", entre muitos outros filmes, com ele morre o último dos grandes realizadores da 1ª geração post-guerra de comédias italianas, sempre com um fundo amargo a contrabalançar um humor, por vezes, quase ácido. Dino Risi morrera em 1991. No activo e da segunda geração, mantêm-se Roberto Benigni (1952) e Nanni Moretti (1953).
Hoje, Jean-Luc Godard completa 80 anos (3/12/1930) e, embora não seja dos meus realizadores de cinema predilectos, filmou uma cena de suicídio, com Jean-Paul Belmondo, em Pierrot le Fou (1965) que eu nunca mais esqueci. Aqui fica, a encimar o poste, para quem a não conheça ou já não se lembre dela.