Estes símbolos portugueses que, através dum traço simples e objectivo, a RAR resolveu lembrar nas pequenas embalagens de açúcar, não deixam de ter a sua graça e interesse. Do moliceiro da apanha de sargaço à caravela das passadas glórias lusas, do eléctrico que fez a sua aparição, em Portugal, no já longínquo ano de 1895 até aos populares coretos, hoje em desuso e raros, é todo uma memória que ressurge embrulhando a doçura do açúcar.
Um agradecimento muito especial a AVP que mos foi guardando, e ofereceu.