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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Fait divers


Muito me honrou esta visita de todo inesperada que, pelo Arpose, se demorou 7 minutos e 8, preciosos, segundos, e que foi iniciada às 12h30, de hoje. O seu registo indicava, claramente: IP Adress 194. 65. 31 (Ministro das Finanças).
O(a) ilustre visitante ocupou-se de 2 postes: Uma louvável iniciativa (de 31/3/2014) e Comprados de fresco (de 3/4/2014).
A menos que o Ministério das Finanças funcione de ATL, nestas férias escolares da Páscoa, começo a ficar seriamente preocupado com a produtividade portuguesa...

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Produtividade e gentileza


A loja Louis Vouitton, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, tem no lado interior da entrada um empregado, bem arranjado e com gravata, que tem por função abrir cortesmente a porta aos clientes que queiram entrar, ou sair, carregados ou não de embrulhos.
Em cerca de meia hora verifiquei que exerceu esta nobre actividade por duas vezes. A primeira, com uma cliente, julgo que portuguesa, que saiu; cerca de 15 minutos depois, franqueou a entrada a dois casais de chineses, trintões, que lhe agradeceram fazendo vários salamaleques.
Uma vez por outra, o empregado gentil e engravatado, encosta-se, disfarçadamente, aos umbrais da porta, para descansar.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Duas perguntas


As plantas da varanda do TC parecem ter falta de água. Ausência de quem as regue?
Os juízes do Tribunal Constitucional são obrigados, no regime que os rege, à dedicação exclusiva, ou não?

quinta-feira, 28 de março de 2013

Produtividade Portuguesa


E o BPN, senhores juízes? E o BPP?

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Falemos de coisas práticas


Sempre achei que esta questão da produtividade, de que falam os nossos políticos de aviário e de boliqueime (que, como diz o povo, "nunca vergaram a mola"), era uma falsa questão. É bem possível, também, que as suas cabecitas e falta de experiência da vida prática, não dê para mais...Porque, parece-me, deviam era falar da cupidez excessiva de muitos empresários portugueses e da falta de organização de uma boa parte das nossas empresas. Mas é sempre mais fácil atribuir as culpas aos trabalhadores e operários.
Vamos a casos concretos. Recentemente, cá em casa, precisámos de comprar pinhões para fazer Mexidos à Minhota - doce de colher que não os dispensa. Numa grande superfície (Jumbo), 200 gramas de miolo de pinhão (da Ferbar) custavam 19,90 euros. Ou seja, quase 100 euros, o quilo - e desistimos, porque era demais. No dia seguinte fomos à praça ou mercado do Pragal e, numa das bancas, comprámos 100 gramas, por 6,60. Quer dizer que o quilo ficou a 66 euros - era caro, mas bastante mais barato do que na grande superfície, e era bom. Quosque quantum demonstrandum...
E, já agora, porque é que alguns dos nossos desempregados não vão por esses andurriais abaixo (que normalmente são maninhos), por onde houver pinheiros, começam a colher pinhas, arranjam um armazém de decasque, e montam um negócio?