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terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Boas Festas

 

A todos, Amigos, Comentadores e Visitas que por aqui passem, os melhores votos natalícios, bem como as maiores felicidades para o próximo Ano Novo de 2026.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Votos natalícios


Como tradicionalmente, e tendo como pano de fundo o mini-Presépio já montado, mas visto de cima, para variar, vimos desejar os melhores votos natalícios aos nossos Amigos, aos estimados Seguidores e às ocasionais visitantes (só à receita dos Mexidos Vimaranenses, já cá vieram 144, este mês; uma delas, da Tunísia...).
Adicionemos, com estima, desejos de um 2017 mais pacífico, para todos.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Divagações 105


A fantasia contribui, e não pouco, para a felicidade do mundo. A violência, nas suas múltiplas formas, para a prosperidade da indústria norte-americana. Porque nem tudo vai a par ou é simétrico, na sua simplicidade. Em peso e em estética. Haja em vista, recentemente, este desaguisado islâmico entre sunitas e chiitas, que vai adquirindo consideráveis proporções.
De Gaspar, Melchior e Baltasar, pouco sabemos para além da sua peregrinação estelar, em busca do nascituro rei divino. Teriam regressado, em paz, aos seus reinos? Terão sido agraciados de beatitude e felicidade, no resto das suas vidas? Talvez, mas é bom lembrar que um objectivo, uma vez alcançado, perde sempre força, valor e fantasia...
Pecaminosamente, cá em casa e por razões pragmáticas, já desfizemos o Presépio. O musgo, semprevivo, recolheu à garagem, os pequenos bonecos de barro às caixas respectivas.
E, desta vez, os 3 Reis Magos não atingiram o objectivo. A esperança e o ardor da procura retiveram-se em suspenso, por um tempo indefinido de felicidade cristalizada e tensa de fantasia...

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Boas Festas


Vai o Presépio, este ano, em versão condensada e essencial, por razões várias.
Mas, como habitualmente, é o cenário escolhido para endereçarmos as Boas Festas.
Aos Amigos, pela fidelidade, aos Comentadores, pelo estímulo, e aos Seguidores, pelas visitas.
Um bom Natal de 2015!

sábado, 3 de janeiro de 2015

Recuperado de um moleskine (10)


O novo ano começa a criar raízes, na normalidade dos dias que se vão sucedendo. Das ofertas não suficientemente exploradas até aos restos de bolos e doces que ainda ocupam as mesas enfeitadas, o passado recente começa a ganhar forma estática e futura.
A magia vai-se perdendo, a pouco e pouco, a infância volta ao seu lugar cativo, no fundo da memória, a família dispersa-se, novamente. O diário trabalho da sobrevivência regressa com os seus constrangimentos.
Reinstalamos o piloto automático no comando dos dias. E, ao contrário do passado, já quase nem se celebra o dia de Reis, que vem próximo. Com ligeira melancolia, movo Gaspar, Melchior e Baltazar para mais próximo da cabana do Presépio, como se esta fosse a única realidade que ainda subsiste.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Um tranquilo Natal!


Quando os CTT, de Portugal, eram considerados dos mais eficientes do mundo - e isso ocorreu durante uma grande parte do século XX -, eu costumava mandar as Boas-Festas, pondo no correio os cartões respectivos, a 21 ou 22 de Dezembro, sabendo de antemão que chegariam a tempo. Hoje, não confio...
Com o habitual cenário do nosso Presépio minimalista, daqui enviamos aos nossos Amigos, Comentadores e Seguidores, os melhores votos para este Natal de 2014. O Presépio vai em tríptico, para abranger melhor a totalidade das figuras...

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Presépios e outras fantasias


Esta época anestesiante e natalícia instala, por razões subjectivas e objectivas, um tipo de relação com o Tempo, muito própria e especial. Normalmente vertiginosa, do ponto de vista psicológico e do desejo. Galgar os dias parece sobrepor-se ao próprio tempo dos dias, e o ser humano esquece, até, que quanto mais depressa chegar ao dia 24, mais rápida a véspera do Natal integrará o passado, numa ilusão breve que se desvanece.
Há, também, uma concentração quase obsessiva, muitas vezes, nas compras, nas comidas e guloseimas da Consoada, nos presentes, que faz esquecer as preocupações do momento e o normal viver quotidiano. Só assim se explica que, uma receita de mexidos ou formigos (num poste de 24/12/12, no Blogue) vimaranenses, tenha tido, nos últimos 5 dias, nada menos de 49 visitas; ou que um simplório cartão de Boas-Festas, colocado há 2 anos, com um Pai Natal gorducho, tenha merecido mais de 30 visitantes...
Não nos excluímos, de todo, deste ópio popular, talvez só ultrapassado pela alienação do futebol: o tosco e miniatural Presépio já foi montado, a mesa, para a Consoada, já está posta. De qualquer forma, convém não esquecer o presente, sem miragens nem ilusões - pesado e sem muita esperança. Ele irá voltar, irremediavelmente e sem falta, logo na manhã de 26 de Dezembro. Não valerá a pena correr muito...

domingo, 6 de janeiro de 2013

Osmose (40)


Aproxima, da cabana pobre, os três cavaleiros apeados, mas sabe que o menino vai partir em breve, quase sem dizer adeus. Carpinteiro de versos de cada vez menor ofício, envelhecido, supõe-no seguindo por caminhos de outro sangue, que não seu - outra terra a que os tempos obrigaram.
Afeição também é costume. O hábito de ver todos os dias, transmissão de segredos e saberes, aplainar de caminhos, pregar pregos como marcos, sobre a pele da madeira. Afagar. Sejam lenhos ásperos, ao som de música ligeira, ou um rosto na distância abstracta dos anos esquecidos. Outros afectos foram tomando os lugares desocupados.
Abeira da cabana pobre os cavaleiros apeados... E enxota, como se fora do coração, as montadas inúteis. Sem melancolia, nem pena. Só para que sejam livres e selvagens, de novo.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Ritual

Como se se contasse uma história em que já não acreditamos, os capítulos, porém, não deixam de ser sinceros, na elaboração meticulosa e atávica que procuram respeitar.
A colocação dos protagonistas, na progressão gradual dos Reis Magos, que vão sendo deslocados - simulando a viagem. O lago que, outrora foi um espelho entre o musgo e agora - por mais flexível - é feito da folha de prata de um maço de tabaco já vazio...
E a história volta a contar-se.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Presépio 2011


Apresenta-se a versão sucinta e reduzida deste ano da (des)graça de 2011, pese embora a instalação, relativamente ao ano passado, ter sido acrescida de mais 3 músicos e um Santo Antoninho tonsurado, mai-lo seu Menino, ao colo. Também o tufo central de musgo é especial, e os rebentos terminam em estrelas verdes.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Presépios


Este é o meu terceiro Presépio e, porventura, o último. Do primeiro lembrar-me-ei, sempre. O núcleo duro (S. José, Maria, os Reis Magos, o burro e o boi) inicial era de figuras muito perfeitas, com olhos de vidro, de tamanho médio, a que fui acrescentando, na infância e princípio da adolescência, toscas figuras que eu comprava a Esc. 1$00 e 1$50 ( pastores, ovelhas...). Adquiri, também, o trio de Reis Magos, em camelos, que deslocava, parcimoniosamente, cada dia, até os substituir pelos do núcleo original (porque eram apeados), a 23 de Dezembro. O segundo não tem grande história: cumpriu a obrigação de acompanhar o crescimento dos meus filhos, para passar testemunho de tradição.
O terceiro Presépio é artesanal, com "bonecos" mini-mini, e um pequeno tom naïf que lhes dá um encanto muito especial. Ofereceu-mo HMJ, em 2007, já completo, nas suas 42 figurinhas, e foi comprado na Rua do Loreto. Este ano, ao montá-lo, acrescentei-lhe uma pequena pernada, que cortei, do pinheiro da varanda a sul. Para lhe dar um toque de realismo mais acentuado...