Pela infância anda tudo arrumado, excepto dois ou três brinquedos que ficaram fora da caixa.
Basta abrir, a pedido, um só dos capítulos, dar o nome do tema, mais ou menos a data do caso, a geografia do assunto. E tudo parece vir alinhavado, essencial, nítido gradualmente à memória do que hoje é apenas o pequeno caos do que será o breve futuro que se vai ajustando a ficar.
Convém, no entanto, perguntar muito - acertar o que nos vem de longe, para que tudo coincida e caiba no puzzle, sem destoar do conjunto. Se possível, cruzar ainda os pormenores com alguém próximo que, connosco, sobreviveu, afortunadamente todos estes anos que já passaram. Para uma certificação capaz.