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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Do que fui lendo por aí... 30


Em 2018, Alberto Manguel (1948) foi agraciado com o Prémio Gutenberg. Recentemente saído, o Gutenberg-Jahrbuch de 2019 transcreve o discurso de aceitação do escritor argentino em que ele refere, naturalmente, Jorge Luis Borges, mas também Franz Kafka e a Bíblia. Despertaram-me a atenção algumas considerações que Manguel tece a propósito de leituras, de que vou transcrever um pequeno extracto que me pareceu curioso e mais significativo. Segue:

O ofício da leitura é misterioso. Ninguém sabe (certamente nem os próprios leitores) como é que as palavras da página, captadas pelo olhar, se transformam em experiência, reflexão, memória e, algumas vezes, até em novas criações. 

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Apontamento 113: Johannes Gutenberg (1400-1468)




O ano de 2018 é um ano especial para a Associação Internacional de Gutenberg, sediada em Mogúncia na Alemanha, com o seu logotipo reproduzido acima. Celebram-se os 550 anos sobre a morte de Johannes Gutenberg, infelizmente com um desenho da efeméride pouco estético, mas aqui fica:

Todos os anos reúnem os sócios em Assembleia Geral para, entre outros, entregar o Prémio Gutenberg e apresentar o Anuário de Gutenberg, com artigos em geral muito interessantes e de que já guardo uma colecção razoável de vários anos.

A reunião magna, amanhã em Mogúncia, servirá, portanto, para entregar o prémio do presente ano a Alberto Manguel. Para além da imagem do premiado, segue em baixo uma ligação para uma pequena entrevista ao escritor e Director da Biblioteca Nacional da Argentina.



Gutenberg-Preisträger Alberto Manguel im Interview: "Es ist der Nobelpreis der Nobelpreise":



Post de HMJ