É o jornalista de Le Monde, Harry Bellet (1980) que o refere, e eu traduzo: "Último dos simbolistas ou no grupo dos primeiros pintores abstractos, quem era Piet Mondrian (1872-1944)? Ele detestava a cor verde porque lhe lembrava demasiado a natureza, mas pintava árvores como ninguém, e flores durante quase toda a sua vida, cuja venda lhe assegurava a sua subsistência. Era aparentemente austero, mas também um excelente dançarino e amador de jazz...".
Ao inverso, lá diz o provérbio: "Se não fossem os gostos, que seria do amarelo." Na verdade, podemos procurar em vão, na obra do holandês Mondrian, alguma árvore em que o verde surja, mas não encontramos nunca essa cor. Achamos o cinzemto, aparece o vermelho, mas verde é que não há...