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quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

Quebras de qualidade

 

De há muito que me deixei de revistas e de publicações temáticas periódicas. Umas por perda de qualidade intrínseca (JL, L'Obs), outras por desinteresse (Revista de Vinhos) gradual, outras ainda por continuada interrupção de importação (caso do TLS) para Portugal. De longe a longe, de algumas, ainda volto a comprar um exemplar, para matar saudades e tomar o pulso à qualidade actual. Na minha perspectiva, no entanto, quer o JL, quer L'Obs, por exemplo, mantêm um declínio evidente e notório, seja de artigos, seja de colaboradores...
Mas, às vezes, no dealbar do ano, dá-nos para a generosidade e espavento. Foi um fartar vilanagem! Acabei, hoje, por comprar, incontinente, a Revista de Vinhos, por falar da família Margaça ( que produz bons vinhos no Alentejo) de Pias e a Lire, francesa, que abordava Alexandre Dumas (pai), meu inesquecível escritor de juventude com os seus Mosqueteiros. Só espero que esta minha generosidade acrítica (?) não me saia cara, em relação ao proveito que vou fruir na leitura...

domingo, 30 de julho de 2023

Mercearias Finas 191



Vieram quatro, até porque estavam baratas, a 6,50 euros o quilo, ao preço da sardinha, ao lado. E eu de há muito (40 anos?) que tinha vontade de voltar a provar fanecas que, na infância e juventude, eram frequentes na minha mesa de refeição vimaranense. Vamos ver como se comportam, estas. Para já o acompanhamento está escolhido: um branco de Pias, da família Margaça, do ano passado, com 13º, lotado com Arinto, Antão Vaz e Verdelho, posto a abeberar e refrescar no frigorífico. Mas também um arroz malandrinho de tomate coração de boi se prepara por companhia. Assim:



E ainda aprendi uma coisa curiosa, entretanto, é que, sendo um gadídeo, a faneca ainda é da família do bacalhau. Quem diria, tão pequena ela é!?...