Mostrar mensagens com a etiqueta Philips. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Philips. Mostrar todas as mensagens

sábado, 4 de julho de 2020

Um CD por mês (15)


O meu gosto por Brahms veio antes dos 20 anos, com as Danças Húngaras, mas abrandou depois. Schumann veio muito mais tarde, mas o gosto tem-se mantido fiel e atento. Talvez até acrescido.
Quanto a executantes, se Brendel foi um coup de foudre, Gould e Richter mantive-os à distância, o primeiro pela velocidade rítmica, o segundo pela força dos dedos (excessiva?) sobre as teclas do piano. Até que falei com um pianista (desactivado, profissionalmente, por questões de saúde) que me explicou algumas coisas...


Depois, estas versões autorizadas da Philips são obra de respeito e qualidade. Este conjunto de 3 CD foi editado no ano de 1994, na Alemanha.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Um CD por mês (9)


Contradigam-me se eu estiver errado, mas tenho como certo que o piano é o instrumento musical privilegiado, por excelência. Daí talvez algumas etiquetas discográficas terem criado colecções dedicadas aos grandes pianistas do século XX. A Philips não se excluiu desta iniciativa, editando uma série que abarca um grupo seleccionado de mais de 70 intérpretes que inclui, entre outros, Arrau, Brendel, Cortot, Gieseking, Gilels, Gould, Lipatti, Maria João Pires, Richter, Schnabel, Solomon. E Jorge Bolet (1914-1990).

Com Brendel, o pianista cubano Jorge Bolet é o meu preferido para ouvir a obra de Franz Liszt (1811-1886). Se o canadiano Lortie ou o húngaro Jandó me agradam, as execuções do australiano Howard são, no meu ignorante parecer, para esquecer, simplesmente.


A carreira de Jorge Bolet não foi linear nem isenta de percalços e de críticas, pelo seu aparente e excessivo virtuosismo. E apenas em 1974, depois do célebre concerto no Carnegie Hall, a excelência e qualidade do seu profissionalismo foi de facto reconhecida. Merecidamente, aliás.


O seu repertório era amplo, mas privilegiava sobretudo Bach e Chopin. E Liszt, naturalmente.

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Um CD por mês (3)


Eu creio que não andarei longe da verdade se disser que o meu descobrimento de compositores de música clássica, cronologicamente, foi por esta ordem: Beethoven, Vivaldi, Haydn e Bach. Mozart, Liszt, Schumann e Schubert são já tardios no meu conhecimento. Quanto a intérpretes, pianistas, a sequência ordena-se por Backhaus, Kempff, e inesperadamente o romeno Dinu Lipatti. Alfred Brendel (1931) surge-me apenas nos anos 80 e tem-me acompanhado desde aí, como pianista de eleição preferencial.


Sobretudo para interpretações de Liszt, Schubert e Beethoven. Mas tudo começou por estas 11 sonatas para piano do austríaco Joseph Haydn (1732-1809), gravadas por Brendel em Londres, em Setembro de 1979, para a Philips, e de grande excelência, quer na nitidez da gravação, quer também pelo virtuosismo interpretativo do pianista. O duplo CD creio que foi comprado em Colónia (Alemanha), na Saturn, em finais dos anos 80.