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domingo, 4 de janeiro de 2026

Divagações 213


O inventário, para ser realista, só pode ser de pessimismo, do meu ponto de vista. A menos que acreditemos em fadas e anjinhos da guarda benfazejos.
Vamos assistindo à crescente barbárie do mundo. À sucessiva mediocridade e desarranjo mental dos políticos, cada vez mais fracos e tolos. E à cobardia acentuada das comunidades humanas que quase só sabem grunhir ou rir como as hienas e os atrasados mentais.



sexta-feira, 24 de outubro de 2025

Apontamento 184

A notícia de dois assassinatos recentes, em Portugal, um tentado e outro consumado por um adolescente de 14 anos, sobre a mãe, autarca de Vagos, enquanto o primeiro perpretado sobre um octogenário, pela filha de 40, mas falhado numa pessoa de alta craveira social, permitem-nos concluir que os desnortes mentais estão a subir na escala populacional do país. Enquanto por aí fora também os desgovernos se acentuam na chefia de nações que outrora tinham sido bem geridas e com equilíbrio sensato.
Para não falar dos descendentes de vítimas que se transformaram em carrascos de outros povos, em menos de um século, fazendo jus ao dito bíblico do Velho Testamento que estipulava "olho por olho, dente por dente".
Realmente, parece que o mundo não tem conserto e, ter esperança em melhoras, só por ingenuidade mental.