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segunda-feira, 12 de maio de 2014

De Pero Meogo (séc. XIII)


Ai cervas do monte, vin vos preguntar:
foi-s'o meu amigu'e, se alá tardar,
que farei, velidas?

Ai cervas do monte, vin vo-lo dizer:
foi-s'o meu amigu'e querria saber
que farei, velidas?

domingo, 11 de maio de 2014

Da toponímia regional


Da Consolação (praia) há marcas e vestígios numerosos em poemas de Ruy Belo e J. M. Fernandes Jorge. De S. Bartolomeu dos Galegos ou A-da-Gorda, porque excessivamente ruanos, não conheço memórias em escritos de gente ilustre.  Em relação a Atouguia da Baleia ou Baleal, que fica perto, há referências históricas longínquas, talvez pelos cetáceos que, por esses tempos antigos, visitavam estas paragens marítimas. Mas de Paimogo, palavra e nome de terra de que eu gosto particularmente, pouco se diz. Aprecio-a, porque me lembra o trovador Pero Meogo dos cancioneiros medievais; e, se eu estiver bem disposto, não posso deixar de me recordar das lentes garrafais de Mr. Magoo. Uma coisa não vem sem a outra...
Embora, hoje, Paimogo seja, apenas ou quase só, um forte do séc. XVII, bastante derruído. E é pena.