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terça-feira, 22 de outubro de 2024

As palavras do dia (56)

 


O título do jornal Público, de hoje, só seria uma surpresa para quem andasse muito distraído...
E a proporção entre as gravidezes no SNS, cerca de metade, das que se fazem nos privados, o dobro, não deixa de ser escandalosa, embora previsível.

sábado, 9 de março de 2024

As palavras do dia (54)

 
"Na verdade, quem defende esta nova forma de ignorância agressiva e de deslumbramento tecnológico não são os novos ignorantes, mas os antigos ignorantes, a quem as redes sociais dão uma ilusão de igualdade e uma presunção de saber que transporta todos os preconceitos da ignorância com o ressentimento em relação ao saber e ao esforço do saber. São a forma actual do anti-intelectualismo travestido de modernidade, cujos estragos na educação, no jornalismo, na sociedade, na cultura e na política são desvastadores."

J. Pacheco Pereira, in jornal Público de 9/3/2024.

sábado, 2 de dezembro de 2023

As palavras do dia (53)

 
"... A tudo isto se soma uma cobardia generalizada face ao Ministério Público, quer porque se tem culpas, quer porque se tem medo. O único actor político que nos últimos tempos mostrou que não tinha esse medo foi Rui Rio, mas lembrá-lo é incómodo, quer para o PS, quer para o actual PSD que o quer esquecido, por ser uma sombra incómoda."

José Pacheco Pereira (1949), in A ideologia antidemocática do Justicialismo (jornal Público de 2/12/2023).

quinta-feira, 9 de novembro de 2023

As palavras do dia (52)



A pequena coluna de Helena Roseta (1947), no jornal Público de hoje, diz o essencial sobre as moscambilhas pelintras dos nossos últimos dias... 



quarta-feira, 25 de outubro de 2023

As palavras do dia (52)



Mais uma diligente e meticulosa proeza da justiça à portuguesa e seus inefáveis agentes - 12 anos!... 

quinta-feira, 28 de setembro de 2023

As palavras do dia (51)



Caridade e ganância de mãos dadas, ou os extremos tocam-se, muitas vezes. 

quinta-feira, 10 de agosto de 2023

As palavras do dia (50)



Mais uma proeza da justiça à portuguesa!
(Rima e é verdade.) 

segunda-feira, 3 de julho de 2023

Grandes tiradas



Eis um potencial candidato em tirocínio para meteorologista. Quem perde são os museus nacionais... Ou não?

sábado, 17 de dezembro de 2022

As palavras do dia (49)


Aprender a pensar implica estimular a curiosidade. Não aquela de que habitualmente ouvimos falar, saber a vida dos outros, mas interessar-se por vários assuntos.

José Gameiro (1949), in Expresso (2/12/2022).

sábado, 1 de outubro de 2022

As palavras do dia (48)

 
Uma síntese feliz de J. Pacheco Pereira, no jornal Público de hoje, sobre alguns partidos:

"No PS, existe uma herança da direita da troika, na ideologia das "contas certas", o que torna o clamor contra um "PS de extrema-esquerda" um absurdo. Nem sequer o PS é muito socialista, com uma ala esquerda muito próxima do Bloco e uma ala direita que tem colabordo conscientemente com a direita radical.
(...)
O PCP perdeu toda a influência intelectual e o Bloco de Esquerda entretém-se com causas de gueto e vivia da moda mediática, que perdeu para a IL."

sexta-feira, 1 de abril de 2022

As palavras do dia (46)



Mas será que ainda alguém tem dúvidas?! 

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

As palavras do dia (45)



Entre a pesporrência provinciana da citação d'el bimbo, em baixo, e o início da crónica de António Guerreiro, em cima, vai a distância entre a mediocridade demagógica e a reflexão esclarecida. 

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

As palavras do dia (44)



Mais uma façanha da salvífica justiça à portuguesa...
Irra!

sexta-feira, 3 de setembro de 2021

As palavras do dia (43)


No mundo anglo-saxónico, as instituições moldam aqueles que as servem; nos países latinos, e muito especialmente em Portugal, são as pessoas que fazem as instituições. Uma nomeação errada e todo um projecto fica comprometido.

Marcello Duarte Mathias (1938), in Diário da Abuxarda (pg. 45).

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

As palavras do dia (42)

 


Entre o pivot-clown, o jornalismo obeso e a mesmice, António Guerreiro define bem o miserabilismo mediático, populista e saloio dos nossos dias. Mas ganha-se em ler toda esta crónica ( A mentira no pequeno ecrã) na revista ípsilon do jornal Público de hoje.

sábado, 17 de outubro de 2020

As palavras do dia (41)



Não é o cerne da crónica de José Pacheco Pereira (1948), no jornal Público de hoje, que me importa destacar, mas uma sua breve apreciação sobre a vida literária portuguesa actual que me pareceu pertinente e que transcrevo, para uma mais cómoda leitura a quem aprouver. Aqui vai:

Como hoje não há livros maus, porque ninguém diz que eles são maus para não irritar as múltiplas pequenas cortes culturais que dominam o que sobra dos suplementos "culturais" e os vários grupos de pressão associados, fico-me pela sombra do pássaro sobre a pássara.

quarta-feira, 10 de junho de 2020

As palavras do dia (40)


Um político experimentado não se devia permitir afirmar uma ingenuidade destas.
Nem confundir, puerilmente, o desejo com a realidade.
Já aos jornalistas, fomo-nos habituando a todos os dislates...

sexta-feira, 24 de abril de 2020

As palavras do dia (39)


Se há coisas que proliferam, por aí, são os equívocos sobre poesia. Confunde-se e mete-se, normalmente no mesmo saco, a grande Poesia com a pequena, as quadras populares e os versinhos que as crianças fazem na escola e, às vezes, continuam a fazer na vida adulta... E, depois, ainda há os poetastros, de ambos os sexos, que vão publicando edições de autor e poluindo a net com blogues de pretensa e pretensiosa, luxuriante poesia. A que se juntam as arreitadas comentadeiras efusivas batendo palmas histéricas, verdadeiras santanetes desmioladas sem o mínimo de sentido crítico, capaz. É um fartar, vilanagem!...
Ora, hoje, António Guerreiro, na ípsilon, com a ajuda competente de Paul Valéry, põe o dedo na ferida, a propósito de um poetastro, que por sorte (dele) também é eurodeputado, que resolveu fazer umas rimas indigentes, apesar do motivo merecer outra sorte e  dignidade literária...

sexta-feira, 10 de abril de 2020

As palavras do dia (38)


Nota: o pequeno excerto não dispensa a leitura cabal da crónica de António Guerreiro no jornal de hoje.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Dos Ilustríssimos


Sempre me surpreendeu a forma delicada e com pinças como são tratados os agentes da Justiça no nosso país. Muitíssimo melhor até do que os médicos, que nos tratam da saúde e que, ultimamente, até na imprensa têm sido vítimas de alguns vexames e enxovalhos...
Ora, todos sabemos a lentidão morosa e minuciosa como nos tribunais os processos se arrastam, a sobranceria com que juízes e advogados, mai-lo ministério público trabalham, sem que os próprios políticos se atrevam a chamar-lhes a atenção ou a pedir-lhes contas.
Finalmente, a nossa ministra da Justiça comprometeu, de forma lamentável, o governo democrático actual num acto de homenagem duvidoso a um passado ministro homónimo estadonovista.
Por isso eu subscrevo, inteiramente, e apoio as palavras (Da falta de noção) que Luís Aguiar-Conraria fez hoje publicar no jornal Público, sobre a Justiça portuguesa e seus ilustríssimos agentes.