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domingo, 21 de julho de 2019

Interlúdio 69


Temática menor do nosso blogue, os pacotinhos de açúcar não deixam de ser, por vezes, bem apanhados, nos seus motivos. Como é o caso destes dois, da Tofa, que têm a sua graça...

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Adagiário CCLVI


A indústria, para ser eficaz, tem de acompanhar as flutuações da moda ou os novos interesses do público.
Assim se explica que, actualmente, uma boa parte dos livros que se publicam venham já acompanhados de marcadores alusivos à obra, publicitando também a editora. É a constatação do facto duma intensificação de interesse no coleccionismo de marcadores de livros.
Outro tanto tem vindo a acontecer com os pacotinhos de açúcar que as Cafeeiras vendem com o seu produto principal. Pululam séries temáticas, algumas bem criativas e originais. Outras com design arrojado e bom gosto estético, que nos surpreendem e nos motivam para pequenas colecções que vão surgindo nos mais diversos blogues, através de imagens sugestivas.
Desde sempre me interessei por adagiários, que traduzem a sabedoria ancestral dos povos nos mais diversos aspectos da vida prática, quer nos seus aspectos mais sérios, mas também, por vezes, galhofeiros e atrevidos. Por isso, não posso deixar de saudar esta nova temática dos pacotinhos de açúcar do Café Sical, consagrada aos rifoneiros internacionais.
De uma série de nove, aqui ficam o nº 3/9 (com um adágio indiano) e o nº 4, com um provérbio etíope, que aqui reproduzo, para uma melhor leitura:

3/9 - Um segredo é pouco para um, suficiente para dois, demais para três. (Índia)
4/9 - Um bom nome é melhor que um bom perfume. (Etiópia). 

sábado, 2 de julho de 2016

Uma louvável iniciativa (53)


Se o tema desta série de pacotinhos de açúcar (Descubra o que é nosso) me parece interessante, à partida, a sua concretização prática julgo que ficou aquém - como diria Mário de Sá-Carneiro...
Redutora, em absoluto, e composta por apenas  três motivos de que aqui se apresentam 2: o Fado e, provavelmente, o Eléctrico (28?). Ou será o café, na mesa do casal, ou o açúcar?
Ao pôr de pé a ideia, a Tofa falhou, totalmente, na sua concretização. Ou, como se costumava dizer na tropa: borregou  por completo.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Uma louvável iniciativa (52)


Não haverá muitas crianças que não sejam atraídas pelas "fabulosas máquinas voadoras". Algumas terão até coleccionado a sua reprodução miniatural. Teria eu cerca de 10 anos quando entrei, pela primeira vez, numa frágil avioneta, no rudimentar aeródromo de Braga, mas não voei... O meu baptismo de voo deu-se apenas em Abril de 1969, num Caravelle da TAP e no pequeno percurso Porto-Lisboa. E gostei.
Por isso, achei muito interessante que os Delta Cafés se tenham lembrado da Aeronáutica Militar para ilustrar, com esta temática, os seus pacotinhos de açúcar. Desta série, de grafismo simples, mas bem conseguido, consegui arranjar seis pacotinhos com os números: 2, 4, 6, 7, 9 e 12, que por aqui ficam em imagem. Não sei é por quantos números esta temática se distribui. Mas acho que foi uma boa ideia.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Uma louvável iniciativa (51)


Completa-se finalmente esta colecção de lendas das terras portuguesas, promovida pelos Cafés Chave d'Ouro. O último pacotinho de açúcar sobre Vila Nova de Gaia (13/20), chegou-me hoje às mãos, através da parceria cordial do meu amigo AVP, que mo consegiu, e a quem, mais uma vez, agradeço.
No Porto de antanho, teria vivido um califa que tinha uma filha de nome Gaya. Quando casou, o pai ter-lhe-ia dado em dote uma pequena aldeia, no outro lado do rio... É esta a história. 

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Uma louvável iniciativa (50)


Com estes três penúltimos pacotinhos de açúcar, que acompanham o Café Chave d'Ouro, fica apenas a faltar-me o número 13/20, das lendas portuguesa, que eu não sei a que terra é dedicado.
Se a lenda de Fátima e Ourém (5/20) refere D. Afonso Henriques e a vila anteriormente chamada de Oureana (posteriormente, Ourém), que lhe pertencia, convoca também a moura Fátima, de quem o cavaleiro cristão Gonçalo Hermingues se enamorou. A açoreana terra de Rabo de Peixe (8/20) deve seu nome aos pescadores da zona que observaram uma luta entre dois peixes, tendo o peixe vencedor engolido o vencido, deixando apenas o rabo como vestígio da refeição... Quanto a Odemira (15/20), terá tido origem num alcaide mouro, de nome Ode que, ao ver as tropas cristãs avançarem para assaltar a povoação, através do rio Mira, terá gritado: "Ode, Ode, Mira!". Para alertar os seus companheiros árabes a defenderem-se.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Uma louvável iniciativa (49)


Creio que só me faltarão 4 lendas de terras portuguesas, das 20 que o Café Chave d'Ouro fez registar nas embalagens de açúcar da sua marca, que distribui. Concretamente, os números: 5, 8, 13 e 15/20. Porque, ontem, chegaram-me mais duas: a relativa à Serra da Estrela (14/20) e a referente a Vila Viçosa (20/20). Ambas falam de pastores. Um, que dialogava com uma estrela, outro, que descobriu uma imagem da Virgem, nas cercanias de Vila Viçosa...

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Uma louvável iniciativa (48)


De Belas (19/20), que me convoca, histórica e cronologicamente, D. Pedro I, D. Duarte e António Nobre, para não falar da extinta romaria do Senhor da Serra, na Quinta dos Marqueses da dita vila, até à "piscosa" Sesimbra (10/20) que acabou a referenciar uma edição de "Os Lusíadas", passando pela suburbana Damaia (7/20) de pouca beleza actual e desordenada arquitectura, por aqui anda margem para lendas e sonhos de terras portuguesas. Que raramente excluem o amor, das narrativas. Pretexto que foram para o exercício da imaginação popular, na arte de contar, e que o Café Chave d'Ouro registou, e muito bem, em pacotinhos de açúcar.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Uma louvável iniciativa (47)


Das terras e lendas de Amor e Segodim (6/20), em que entra D. Dinis, aos mouros de Abrantes (3/20), passando por Mumadona ou Dona Muma vimaranense, que teria vivido com seus filhos em Penafiel (4/20), tudo sai explicado, sucintamente, destes pacotinhos de açúcar. E deixei para o fim a lenda mais bonita, a de Machico (12/20), na Ilha da Madeira, com os seus dois apaixonados fugitivos, Ana d'Arfet e Robert Machim, ingleses. História que deu a Francisco Manuel de Melo (1608-1666) motivo para a sua terceira narrativa temática, ou Epanáfora Amorosa.
Um efusivo aplauso a estes pacotinhos de açúcar do Café Chave d'Ouro!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Miscelânea de açúcares


Ou não fosse esta época bem açucarada...
Para condizer, aqui vão mais três pacotinhos de açúcar, em medley, da Sidul e do Café Chave d'Ouro. Este último desastradamente aplicado à lenda da Costa de Caparica (11/20) que a empresa resolveu crismar de Costa da Caparica, erradamente, portanto. Uma maior atenção teria evitado a asneira...
Quanto à Sidul, os temas contemplados são a receita da Sangria à Portuguesa (10/12) e o Fado (11/12), que não tem receita...

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Uma louvável iniciativa (46)


Ainda não é desta que fico a saber a origem de Sobradelo da Goma (freguesia da Póvoa de Lanhoso) que, pelo nome bizarro, eu costumo usar, metaforicamente, para denominar terra de fim do mundo... Mas, com mais estes dois pacotinhos de açúcar do Café Chave d'Ouro, fiquei elucidado no que diz respeito ao nome de Varatojo (17/20) e Bobadela (9/20). E me lembrei, com encanto, desse aventureiro e bravo António da Fonseca Soares (1631-1682), também apelidado Capitão Bonina ( ou, das Boninas), nas guerras da Restauração, que se homiziou nos Brazis, para não ser preso. E, regressado a Portugal, já perdoado, acabou por morrer, como Frei António das Chagas, em cheiro de santidade, no convento de Varatojo (Torres Vedras). Pelo meio, escreveu imensos poemas, os primeiros, quase libertinos, os últimos, quase sagrados.
E que não se diga que um pacotinho de açúcar não serve para nada...


quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Uma louvável iniciativa (45)


Esmeram-se as empresas em encontrar, nesta época de grande consumismo, motivos apelativos que vão de encontro aos desejos mais comuns. A Sidul fez imprimir nos seus pacotinhos de açúcar, para o café, 12 receitas de doçaria portuguesa. Desde o pastel do (ministro) Álvaro (de nata) com o número 08/12, até aos celebrados Sonhos de Natal (12/12).
Adeus dieta!...


terça-feira, 8 de dezembro de 2015

(Adenda a ) Uma louvável iniciativa (44)


É o primeiro (1/20) da colecção dos vinte pacotinhos de açúcar dedicados, pelos Café Chave d'Ouro, às lendas das terras portugueses e que, nalguns casos, lhe deram o nome. De Ulisses, grego de nobre estirpe e incansável viajante, se chegou a Ulisseia (de que Gabriel Pereira de Castro fez o poema épico - Ulysseia), por duvidosamente ele a ter fundado; para se transformar na Olissipo romana e, mais tarde, ser a capital portuguesa, com o nome luso de Lisboa.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Uma louvável iniciativa (44)


Histórias singulares, as lendas nacionais personificam também, ou caracterizam a psicologia dos povos destacando, muitas vezes, a ingenuidade imaginária, mas também a bravura e o sentimento amoroso. Rocha Martins e Gentil Marques, em tempos não muito distantes, publicaram obras sobre essa temática tão interessante. Para não falar de Herculano e as suas Lendas e Narrativas.
Chegou a vez ao Café Chave d'Ouro chamar a si o tema, emitindo um conjunto de 20 pacotinhos de açúcar, diferentes, abordando lendas ligadas a algumas terras portuguesas. De Freixo de Espada à Cinta (nº 18) e D. Dinis, até ao saboroso Eu vi Ana no Castelo (nº 16), passando pelas duas bonitas meninas de Belas (nº 19), por aqui se contam, de forma sucinta, algumas histórias de encantar...

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Uma louvável iniciativa (42)


Estes símbolos portugueses que, através dum traço simples e objectivo, a RAR resolveu lembrar nas pequenas embalagens de açúcar, não deixam de ter a sua graça e interesse. Do moliceiro da apanha de sargaço à caravela das passadas glórias lusas, do eléctrico que fez a sua aparição, em Portugal, no já longínquo ano de 1895 até aos populares coretos, hoje em desuso e raros, é todo uma memória que ressurge embrulhando a doçura do açúcar.
Um agradecimento muito especial a AVP que mos foi guardando, e ofereceu.

sábado, 25 de julho de 2015

Cafés em equação


Vou-me habituando, sofrivelmente, ao sabor acre da torra à espanhola, dos cafés Delta. Dizia-me o Fernando Costa, da Nicola, que o sr. Nabeiro mandava fazer assim para conquistar o mercado da Andaluzia. E parece que o conseguiu...
Na esplanada outrabandista, cheira a erva cortada e aos sabores da manhã. Defronte, tenho a pequena rampa verde humedecida, do lado direito, ouço, amortecidos, os ruidos do Mercado que se vai enchendo de fregueses, pouco a pouco.
A princípio, foi o Sical, que se comprava lá para casa, e que ainda hoje frequento e gosto. Mas a minha mais longa fidelidade terá sido com o Nicola (metade Arábica, metade Robusta), com aquele aroma inconfundível de torra portuguesa equilibrada. Anos e anos foi o nosso preferido, até que, por razões objectivas e de proximidade, optei pelo Lote Presidente, da Carioca. Que tem as mesmas percentagens do Nicola, embora de torra mais acentuada.
Na esplanada, apago o cigarro e regresso. Ainda agora, na boca, o travo amargo do Delta...

quinta-feira, 18 de junho de 2015

A diáspora lusa no país das águias


Que andarão a fazer estes 11 portugueses pelo País das Águias? Alpinismo?...
Ainda pensei no pessoal diplomático, mas cedo abandonei a hipótese, porque Portugal é representado por um embaixador não residente. Nos tempos do sr. Enver Hoxha (1908-1985) e nos anos de brasa portugueses, a Albânia era apontada como exemplo político por dois pequenos partido da extrema esquerda portuguesa. Era uma espécie diminuta de China dos pequeninos... Hoje, deve ser um país feliz, porque quase ninguém fala dela e é dito avisado que a "felicidade não tem história".

sábado, 2 de maio de 2015

O açúcar da diáspora


Diz-me pouco, o Uruguai, mas 467 portugueses, numa população de pouco mais de 3 milhões e meio de habitantes, será uma comunidade emigrante pequena, embora significativa.
Taprobana, no tempo de Camões, depois, Ceilão se chamou, e agora dá pelo nome de Sri Lanka, que é mais exótico. Ao que parece, os portugueses desembarcaram lá, na grande ilha do Índico, ainda no início do século XVI, mais precisamente, em 1505. Mas, hoje em dia, este pequeno grupo de 5 portugueses deve sentir-se bem isolado. Malhas que o Império tece e os políticos canhestros vão favorecendo, no presente...

sábado, 25 de abril de 2015

Bolo de Laranja



O pacote de açúcar foi-me servido com o café no final do almoço. No verso, encontrei a receita:


Apesar de não ser Domingo, nem haver casa da avó ou infantes, lá me tentei, pensando no açúcar amarelo que era preciso gastar. Não deu muito trabalho e cá está o resultado:


O bolinho lá vai arrefecendo, deixando um cheirinho pela casa e esperando pelo chá logo à noite para ser encetado.

Post de HMJ

domingo, 1 de março de 2015

Para todas as estações...

 


Eis uma forma diligente que a Sidul encontrou para garantir o consumo de açúcar, durante todo o ano. Lembrando a sua utilização em diversos momentos, através dos seus pacotinhos de açúcar. De Inverno, no chá, para aquecer as tardes frias, usando o mascavado; de Verão, na sua versão de açúcar amarelo, para adoçar as caipirinhas, que ajudam a refrescar as noites quentes.