A oliveirinha outrabandista, pressentindo a Páscoa, já ostenta muitas dezenas, ou mesmo centenas de brotos.
O Tejo, quando o atravessámos, tinha as águas tranquilas e mais parecia um lago.
A igreja de Alcântara tinha a porta ladeada por duas grandes palmas, para lembrar a época.
E, para nossa surpresa, fomos encontrar no Chiado, gentil e fruto do labor amigo da Paula, um inesperado coelho Limiano, todo florido a dar-nos as boas vindas e a desejar-nos uma Boa Páscoa.*
* Que, cordialmente e aqui, retribuímos!