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quarta-feira, 13 de maio de 2020

Estatísticas domésticas



Naturalmente, o segundo país donde nos chegam mais visitantes ao Arpose é o Brasil, que representa cerca de 8,57% do total das visitas apuradas, até hoje. Ora, daquelas(es), mais de 50%, invariavelmente, dirige-se, por esta ordem, a dois postes, simplórios, que são, talvez por isso mesmo, dos mais frequentados, no geral:

1º : Uma santa barbuda : a Santa dos Milagres, editado em 17 de Maio de 2011.
2º : "A Incerteza do poeta" de Giorgio de Chirico, de 20 de Novembro de 2011.

Se não tenho grandes dúvidas quanto ao chamariz, não intencional da minha parte, ter sido também as imagens que acompanham os postes, do ponto de vista iconográfico, por uma questão de delicadeza e discrição caridosa, calo, pelo menos, as razões que, no meu entender, motivam esta atracção avassaladora e inusitada das gentes sertanejas brasileiras...

terça-feira, 7 de maio de 2019

Recepção e interacção


Após a publicação de um poste, às vezes, pergunto-me que aceitação irá ter ou que tipo de comentários irá provocar. As minhas previsões saem praticamente sempre erradas. Mas há casos em que os resultados são demasiado insólitos e me parecem misteriosos.
Um caso curioso foi o ocorrido com o último da temática Filatelia (número de série CCXXIX) de 2/5/2019 que, dos 100 postes mais recentes, foi o mais visitado: 143 visitantes, até agora, muito embora só tivesse tido 1 comentário, mais o meu re-comentário.
Para termo de comparação, o poste da cantora francesa Zaz, de 1 de Maio, teve 50 visitas, mas colheu 3 comentários (acrescido de mais 3 meus re-comentários). Por aqui se pode ver a desproporção, bem como a baixíssima percentagem de visitantes a interagirem.
Num dos casos, nem sequer 1%, no outro, não chegou a 10% o número das reacções. A passividade  e o silêncio dos visitantes é de norma, pelo menos, por aqui. Muito embora eu creia, à partida, que a filatelia é um nicho que colhe poucos interessados. Mas neste caso parece que sucedeu, precisamente, o contrário... Porque seria? 

terça-feira, 26 de março de 2019

Clarificando


Se dantes, só a partir de Alcácer do Sal, eu começava a dar pela existência de ninhos de cegonhas, no alto dos campanários das igrejas ou de torres e árvores mais altas, agora eles aparecem, para meu contentamento, logo depois de passar o Tejo, em direcção ao Sul (creio que a Norte, também), nos postes de electricidade da REN, instalados pela empresa para facilitar a vida e a nidificação dessas grandes aves elegantes, que quase associo, por imaginação interior, a estranhas girafas aéreas...
Não sou um purista, mas na esteira exemplar dos nossos irmãos brasileiros, prefiro, a usar palavras estrangeiras, servir-me de um termo português, ou adoptar o estrangeirismo à nossa língua, para nomear as coisas, os actos, as actividades de todos os dias. Sinto-me assim mais em casa. Foi deste modo que, logo no início do Arpose, comecei a usar a palavra blogue, em vez do inglês blog. Em coerência do mesmo princípio, crismei de poste, cada novo registo que vou acrescentando, no blogue.
Há quem mantenha o anglicismo post, talvez por preguiça ou conservadorismo respeitador. Quem lhe prefira posta, de que eu não gosto, por me sugerir a posta (de carne) mirandesa. Enquanto que poste me lembra alguma coisa cravada no chão ou, por extensão imaginada, um poste de electricidade juncado de ninhos de cegonhas felizes e aéreas...

sábado, 1 de setembro de 2018

Métodos


Serei formal, admito. Mas sou incapaz - ou não consigo - de lançar um poste novo, sem primeiro responder aos comentários que já existem, anteriores, no Arpose. Ou, até, de fazer comentários num outro blogue, sem primeiro re-comentar no meu. Será uma questão de princípios, talvez demasiado rígida, concedo. E tudo isso eu podia evitar se não achasse curial e humano, o diálogo com os meus estimados comentadores amigos. 
Mas, para mim, é também uma questão essencial de boa educação e ordem, arrumar por prioridades.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Ilusões


Julgo que todos nós, ao lançarmos um poste no blogue, temos a veleidade de pensar que o tema ou assunto interessa ou pode interessar a muita gente. Apesar de tudo, quanto mais banal e mais imagens ele tiver, mais visitas há-de ter, comprovadamente. E, talvez, mais reacções e/ou comentários.
Pragmaticamente, é conveniente pensarmos que o nosso universo tem muito de pessoal e intransmissível. E é sempre saudável evitarmos um excessivo autismo, nestas pequenas coisas simples e perecíveis de todos os dias. A bem da nação...

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Números vistos por dentro, em jeito de balanço


A fortuna, sobrevivência, assiduidade de visitas e favoritismo dos postes depende de muitos factores. Um dos mais importantes, creio, é a iconografia usada. A preponderância da imagem, em detrimento do texto e sua leitura, explica talvez a preferência, por vezes, de muitas visitas pelo insólito e inesperado. E a sua pressa... Abundam, na net, os blogues bissextos, congelados, acabados para sempre; mas há também os que mudam de nome (?). Fidelidade e persistência são virtudes raras. Dão trabalho e cansaço.
O Arpose, que recentemente ultrapassou quatro anos e meio de vida, tem um histórico de 6.413 (incluindo este) postes publicados e 16.566 comentários, dos quais cerca de metade pertencem aos colaboradores, que habitualmente re-comentam. Com cerca de 600.000 visitas às páginas (incluindo as espúrias, dos computadores mecânicos, que procuram inçar o Blogue de publicidade parva, mas que vão directos para o spam), os visitantes verdadeiros, por nacionalidade têm o seguinte Top5:
1. Portugal (como seria natural): com 302.359 visitas.
2. Brasil: 146.066.
3. Estados Unidos (muitas das quais do Google): com 67.285 visitantes.
4. Rússia: 28.175.
5. Alemanha: 18.189.
Quanto a postes, o seu favoritismo pode resultar de múltiplos factores que podem ir da imagem apelativa ao texto curioso e que desperte interesse. Mas também a reprodução da iconografia em lugar cimeiro de um motor de busca, a inclusão num qualquer feicebuque ranhoso (e vem logo imensos carneirinhos...) e, porque não, por razões insondáveis da procura da mainstream dos cibernautas. Seja como for, aqui vão os postes mais visitados do Arpose:
1. Mercearias Finas 28: Castas de uvas portuguesas (29/3/2011) com 1.493 visitantes.
2. Do "Bestiário" de Leonardo da Vinci (28/10/10): 1.297 visitas.
3. Ainda Julio Camba: em louvor do linguado (24/6/10), com 1.063 visitantes.
4. Pinacoteca Pessoal 6: Vincent van Gogh (27/2/11) - 913.
5. Bibliofilia 53: Eau de Cologne (29/10/11), com 846 visitas.

E é tudo, por hoje.

domingo, 18 de agosto de 2013

Visto por dentro: algumas constatações e considerações sobre o Blogue


É notória a queda abrupta do número de visitas diárias ao Arpose, no pico do Verão, com particular incidência desde meados de Julho. A preferência pelo ar livre, praia e lazer, em detrimento do interior das casas, só atesta uma saudável opção. Mas, mesmo neste período, a minha observação permite concluir, sem qualquer sombra de dúvida, que o que mais atrai os visitantes sazonais ou bissextos, são as imagens insólitas ou a iconografia mais espectacular, os textos curtos e as citações que colhem, maioritariamente, o fascínio dos cibernautas.
Se, durante o dia, o maior número de visitantes é de origem portuguesa, à noite são maioritários os brasileiros - mera questão de diferenças horárias, provavelmente. Em qualquer dos casos, a permanência das visitas, a ver o Blogue, raramente excede os 2 minutos. Cerca de 90% nem sequer fica 1 minuto. O que comprova a pressa, a avidez da ligeireza e a efemeridade dos interesses, neste nosso tempo de voragem pela novidade, de leveza, de superficialidade.
A intensidade das visitas concentra-se, sob o ponto de vista numérico, no período que vai das 19h00 às 20h00, bem como entre as 23 e as 24.00 horas. E, dos 5.273 postes do Arpose, nestes quase 4 anos de actividade, os mais visitados (afora 1, que é obsessivamente frequentado por um robot marcano, para propagandear as suas parvas foleirices ianques, enviadas, automaticamente, para o spam) são os seguintes:
1 - Mercearias Finas 28 : Castas de uvas portuguesas (29/3/2011)........................com 1.496 visitas.
2 - Do "Bestiário" de Leonardo da Vinci (28/12/2010)..........................................com 1.354 visitas.
3 - Ainda Julio Camba : em louvor do linguado (24/6/2010)................................com 1.063 visitas.
4 - Pinacoteca Pessoal 6 : Vincent van Gogh (27/2/2011)......................................com    913 visitas.
5 - O leão, a águia, o galo de Barcelos e a cabra (ou vaca de Míron) de 17/3/10......com    714 visitas.
E, por hoje, é tudo.