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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

Retro (113)



 Um atrevido poilu de 14-18 e a sua prometida...

quinta-feira, 2 de junho de 2022

Correspondência



As nossas caixas de correio já foram mais frequentadas... Alturas em que raros eram os dias em que não havia correspondência. Agora são mais as facturas e/ou a publicidade.
Mas é uma surpresa bem agradável receber um belo postal como (acima) este com grafismo elegante do checo Alfons Mucha (1860-1939), alto expoente da arte nova, publicitando cerveja. Veio da Bélgica.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

Memória 141



A correspondência antiga na sua forma clássica  e formal é, muitas vezes, uma fonte inesgotável de informação e pormenores ligados à realidade. Presente e futuro, pelas circunstâncias conhecidas, não prometem grandes correspondências...
O postal (em imagens), datado de 12/7/1933, foi enviado de Bruxelas pelo diplomata e poeta Alberto d'Oliveira (1873-1940) para a sua filha, Maria d'Oliveira Reis, em Lisboa (rua da Escola Politécnica 195), tendo sido reexpedido (13/7/1933) para o Estoril (Hotel Palácio), onde porventura a dita Senhora passava férias de praia, nessa altura do Verão.
Adquiri o bilhete postal, nos anos 80, na rua do Alecrim, porque na época ia a meio de um pequeno trabalho sobre o poeta António Nobre (1867-1900), de quem Alberto d'Oliveira fora grande amigo. E ambos tinham habitado, enquanto estudantes da universidade de Coimbra, a conhecida Torre de Anto, que Oliveira conservou alugada até 1939. A Torre vem impressa, em jeito de ex-libris, no verso do postal. Na caligrafia, algo críptica de Oliveira, consegui descortinar uma referência ao escritor Carlos Malheiro Dias (1875-1941).


sexta-feira, 31 de julho de 2020

Osmose 116


As cadeiras, de sólida estrutura artesanal embora simples, das seis originais, resistem cinco, apesar de uma delas ter duas pernas claudicantes. Essa, raramente a usámos e está encostada à parede da cozinha.
Creio que não é já manufactura dos Neves, ainda familiares, mas talvez dos Pimenta que compraram a marcenaria ao meu Bisavô vimaranense. Que de Braga, paterna, pouco trago eu à colação.
As casas, cada vez mais pequenas, vão-se resumindo de passado e heranças, que o gosto, raramente se transmite, e há que ser pragmático nas escolhas afectivas, ainda que respeitáveis.
O futuro é, desapiedadamente, cruel. Ou indiferente, pelo menos, nestas coisas particulares.

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Algaravias (8)


Castiços pela criação original ou em deslizes de corruptelas populares de mais fácil pronúncia dos termos clássicos, os regionalismos acabam por enriquecer a linguagem local, tornando a fala uma marca identificadora dos nativos de determinada região. No caso vertente, do Algarve.
Damos hoje seguimento a palavras começadas por m, colhidas no Dicionário do Falar Algarvio.

1. Má relé ou màrrelé - irritação; zanga.
2. Maçarico - que é de raça pequena, mas de muita vitalidade.
3. Machio - que é estéril; que não produz.
4. Machote - rapariga com modos de rapaz.
5. Mais contente que uma pega sem rabo - diz-se de pessoa que fica satisfeitíssima com algo que lhe acontece.
6. Marouvaz - biltre; patife; malandro, mariola.
7. Matadela - acto de matar o bicho de manhã com vinho ou aguardente.
8. Moçalho - rapazito; criança; pessoa muito nova.
9. Moxama - tira seca de lombo de atum (Do árabe muxam'a = seco).

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Comic Relief (148)


Há uma anedota portuguesa antiga, talvez menos asséptica, mas aplicada ao reumatismo masculino, em que se fala de tomates de chumbo... E a frase final da anedota é praticamente igual à da estalajadeira, do postal em imagem.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Retro (100)


Especialmente dedicado aos hipocondríacos da nossa praça...

P. S.: uma chamada de atenção para o Papo Sêco e para o Moléque. O primeiro, termo hoje em desuso, para significar o ultra-elegante; o segundo, que se integra na nossa campanha contra os puritanos inquisitoriais e fastidiosos infantis do politicamente correcto.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

De acordo com a estação...


A tendência para a uniformização está patente no adolescente da extrema esquerda: seria um interno do Colégio Militar, em saída de férias graciosa para a época balnear, mas que manteve o uniforme?
E as meninas estão bem compostinhas... Mas eu destacaria o pater familias, sobretudo e apesar do calor,  por não ter abdicado do seu traje de cerimónia. E que, decerto, não tomaria banho.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Retro (99)


Livros há com pedigree. Pela sua rareza, estão normalmente adornados com ex-libris, anotações ou marcas de posse manuscritas e, por aí, ficamos a saber o nome dos seus anteriores proprietários ou as mãos por que passaram. Outras vezes, e sendo edições normais ou modestas, no interior da obra existem rastos e pequenos sinais que permitem identificar alguém que, com elas, tivesse tido contacto.
Foi o caso recente. Num conjunto de revistas que comprei, no interior de uma delas, inesperadamente, fui-me deparar com um postal de 1965, vindo de Sófia (Bulgária) e enviado para Lisboa, em Novembro desse ano já longínquo da Guerra Fria... Assim fiquei a saber o nome do muito provável anterior possuidor das revistas, que comprei no alfarrabista.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Uma boa Páscoa!


As explicações para justificar a ligação do Coelho à Páscoa, não me convencem muito. Quantos aos ovos, talvez possamos associá-los aos diversos bolos tradicionais, que se fazem e comem nesta época: Pão de Ló, Folares, Troncos...
Seja como for, aqui vai uma foto-postal antiga, com votos de uma boa Páscoa para todos aqueles que cá vierem, a visitar o Arpose. 

domingo, 18 de dezembro de 2016

Retro (91)

De ontem? Ou de sempre?

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Comic Relief (130)


Como as temperaturas começaram a baixar, aconselham-se pratos com outra sustância...

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Retro (87)


Não costuma ser usada a expressão postal de amor, consagrada que está a generalização de cartas de amor para classificar este tipo de missivas mais ou menos ardentes. Mas é, na verdade, um postal de amor este que o Júlio Mendes remeteu à Anna, de Monte Real, há cerca de 98 anos (29/8/918).
Contém alguns erros ortográficos, o postal apaixonado, mas perdoe-se o facto pela vulcânica emoção que o terá ditado. Quem sabe, se num Agosto tão ardente quanto tem sido este de 2016... Terá este amor frutificado, como o Júlio pretendia? São coisas que eu nunca saberei, mas imagino que sim. Para bem de todos...


terça-feira, 17 de maio de 2016

Comic Relief (124)


O ângulo perfeito do lirismo floral. Ou, o difícil equilíbrio na defesa e protecção ambiental...

domingo, 3 de abril de 2016

Retro (83)


Exactamente centenário, este postal, sob o ponto de vista de propaganda, era um desafio a que Portugal entrasse na I G. G. contra a Alemanha, ao lado da Grã-Bretanha. Demorámos 1 ano... Mas com consequências desastrosas.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Retro (73)


Que melhor sugestão para o próximo fim-de-semana, que se anuncia canicular, senão este abandono (secular) ao bronze da beira-mar?
Embora com uma actualização para 1 ou 2 peças mais ligeiras, no fardamento...

agradecimentos a H. N..

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Retro (72)


O Sol outrabandista mal se via, fechado numa penumbra vaporosa, mas, na Ponte, pelo tabuleiro Norte-Sul, em fila cerrada, centenas de lisboetas iam ao engano. Que, em Lisboa, está um Sol radioso e persistente. A tarde, provavelmente, vai ser de ananazes...
À falta de banho, os migrantes alfacinhas que façam exercício, como estas seis beldades flamengas, sob a luz pífia do Mar do Norte.

agradecimentos a A. de A. M..

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Do passado para o futuro


Este postal de 1918 para agradecer: aos Amigos, a fidelidade, aos Comentadores do Arpose, o estímulo, e aos Seguidores a paciência com que nos foram acompanhando ao longo de 2014. E para desejar, cordialmente, a todos, o melhor possível para o Novo Ano de 2015, que amanhã começa.

P.S.: uma menção especial às 328 esforçadas e anónimas donas de casa obsessivas, que neste mês de Dezembro, vieram visitar o poste (de 2012!...) sobre mexidos vimaranenses... Ufa!...

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Uma geminação com o Prosimetron


Para MR, que tem consagrado alguns postes ao Chá das 5, no amigo blogue Prosimetron, com uma profusa selecção de chávenas insólitas...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Retro (60)


Fruta da época, este postal de 1919, vindo de França, foi dirigido à "queridinha  Clara" que morava em Portugal. Nesta altura do mês de Dezembro, presume-se que o Presépio ou a Árvore de Natal já estejam montados nas casas portuguesas. Entende-se, também, que sendo a França mais laica do que Portugal, a opção da imagem tenha sido pela Árvore natalícia, como cenário desta família composta por quatro elementos...