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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023

Ácaros



Sem dúvida que são rastejantes, embora alguns tenham aprendido a voar, com o tempo. Desprezíveis, porém.
Aparecem-me no Arpose por revoadas, intermitentes, a princípio oriundos de zonas eslavas, depois, talvez para disfarçar, de todo o lado. Nunca percebi a sua insistência de visita, sobretudo por um poste que até já apaguei, há muito do blogue. Mas, provavelmente, é pela sua natureza asinina e maquinal algorítmica, que insistem. 
Em tempos mais recentes tem vindo um novo enxame de hackers, da Polónia e da França, sobretudo. Aqui dou as coordenadas, para quem os queira evitar ou spamar:

IP 188. 165. 17. 68   OVH, Warsaw
IP 51. 91. 204. 60  OVH, Mitri-Mory
IP 217. 182. 38. 143 OVH, Roubaix
IP 92. 222. 251. 227 OVH, Paris.

Aqui ficam, assim, alguns dos palermas da blogosfera.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2022

Variações sobre visitas



Ao começo da noite, chegam-me ao Arpose as visitas de Varsóvia, de há uns tempos a esta parte. Antes porém já se tinham multiplicado os visitantes gauleses de Velizy-Villacoublay, de Mitry-Mory e até mesmo de Paris. Estes(as) últimos(as) da plena praça Jean-Paul II, que me enche de respeito cristão, pela catedral de Notre Dame. Pergunto-me se estas vindas (sazonais?) não surgem de descendentes luso-franceses, saudosos das berças natalícias...

sexta-feira, 21 de maio de 2021

Anote-se, para que conste

A globalização até nos kit-Medina (oferta da Câmara M. de Lisboa), post-recobro da vacina para o Covid, se notava. Os saquinhos simpáticos para HMJ e para mim, só diferiam na fruta. Igual o pacotinho de bolachas de água e sal, da fábrica Vieira de Castro, de V. N. de Famalicão e a embalagem aerodinâmica de água colhida algures na U. E., relativamente anódina. Quanto à fruta, calhou-me mais uma vez uma maçã, mas oriunda da Polónia; HMJ recebeu uma pêra da África do Sul...

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Adagiário CCLXI


A Primavera é uma virgem, o Verão, pai, o Outono um viúvo e o Inverno um padrasto.

(Provérbio polaco)

domingo, 17 de abril de 2016

Filatelia CXIII


Não é todos os dias que se recebe um postal dos Países bálticos, nomeadamente da Lituânia, cuja capital dá pelo nome de Vilnius, onde esteve um bom amigo meu. Que de lá me mandou notícias. A ideia imaginada que eu tinha era de que eram repúblicas com bastante claridade atmosférica e frequentemente invadidas pelos povos próximos ou vizinhos: polacos, alemães e russos... Daí o facto da Lituânia ter tido selos próprios apenas em 1918 (até esse ano, eram estampilhas russas que tinham curso no território). Durante a II Grande Guerra, e com a invasão nazi, passou a usar selos alemães; tornou a usar selos soviéticos depois da Guerra para, finalmente, voltar a ter selos próprios somente em 1990, e até aos nossos dias.
O meu amigo confirma a claridade do ar da Lituânia, pelo menos em comparação com a Polónia. É possível que não passe de impressão nossa. Mas parece que os habitantes são afáveis e simpáticos.
O postal motivou-me a que fosse revisitar os selos que tenho da Lituânia. São muito poucos (apenas 9) e, desses, escolhi 5 dos mais bonitos para deixar em imagem, a acompanhar o postal recebido de Vilnius.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Filumenismo (3)


A temática é columbófila, e estes rótulos polacos de caixas de fósforos, são dos anos 60/70. O grafismo é delicado e, talvez, realista, porque o pombo representado no meio da fila superior é muito semelhante aos  congéneres portugueses. Imagino que Golebie é a palavra polaca para significar pombo ou pomba. Aqui fica a imagem, porque acho os desenhos bonitos.

sábado, 5 de novembro de 2011

MozARTiana, para AVP


Eu desconhecia o humor polaco, até AVP, que diariamente me honra com as suas visitas, me ter chamado a atenção para este MozART GROUP cuja criatividade desmedida e virtuosismo musical são notáveis. Aqui fica uma pequena amostra, com votos de bom fim-de-semana (sem naufrágios) para AVP, especialmente, e para as restantes visitas do Arpose.

Obsv. : meu caro AVP, o navio Titanic não está aqui por acaso. Como deve imaginar...