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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Pot-pourri, torres de marfim, ou a temática do dia


Às vezes, a dispersão de espírito tem a sabedoria empírica de convergir, ao começo da noite, naturalmente, para conclusões simples, talvez um pouco rudes que se aproximam do irracional aparente, mas que não deixam de ser verdade e traduzem, liminarmente, a colheita do dia. Sigamo-las:
a) O Primeiro-ministro belga, Elio di Rupo, denunciou publicamente que há emigrantes portugueses, na Bélgica, a trabalhar por 2,06 euros/hora, quase como escravos. O embaixador português, em Bruxelas, questionado, respondeu que não sabia de nada.
b) Juntando-se, fervorosamente, às salvíficas soluções do nosso PR, a ministra Cristas afirmou, há pouco tempo, que um dos nossos futuros é o Mar. O branco ministro Aguiar assinou, ontem ou hoje, a sentença de morte dos estaleiros de Viana do Castelo, entregando-os à Martifer que, depois da construção de 3 estádios portugueses para o Euro 2004 e da Torre Vasco da Gama, soma milhões de euros de prejuízos...
c) Não consegui ainda fortalecer uma opinião robusta sobre o novo Papa. Mas não tenho dúvidas em considerar o pontífice Francisco, até por ter passado incólume pelos anos de chumbo de Videla, um homem esperto. Mas também me sinto capaz de dizer que Bento XVI era um homem inteligente. O diabo não é chamado aqui, para escolher.