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domingo, 28 de setembro de 2025

Mau gosto

 


Esta capa da revista do Expresso (19/9/2025), pela sua epifania bacoca, fez-me lembrar o "Menino da Lágrima", de Giovanni Bragolin (1911-1981), que todos os lares kitsch ostentavam, em imagem, com compaixão e caridade cristã numa parede das suas casas, orgulhosamente. Melhor do que isto, só a escolha do nosso presente PM, quanto ao seu cantor preferido de música ligeira...

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Consortes de PR e PM, em Bruxelas


À força de querermos ser originais e diferentes, corremos o risco de podermos vir a ser ridículos - foi a frase que me ocorreu, ao ver esta fotografia. (Por pudor, evitei incluir o poste na rubrica Comic Relief, do Arpose.)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

S. Valentim


Não deixa de ser curioso, ou irónico, que quase um ano depois de coabitação, os namorados tenham tido o seu primeiro grande arrufo, precisamente, no próprio dia deles.
Os padrinhos devem estar desolados...

domingo, 3 de maio de 2015

Breve


Vai, em parte, com iniciais, este poste, para eu me poupar a escrever os nomes da vergonha...
Porque há, no mínimo, qualquer coisa de obsceno, neste elogio do PM, feito há dias, em Aguiar da Beira, ao ex-conselheiro de Estado, que tinha integrado a cúpula do BPN/SLN.


quarta-feira, 26 de março de 2014

Isto, sim, é que é produtividade...


Andam os nossos Pês (PR, PM...), mai-los economistas televisivos a encher a boca e a falar da necessidade do aumento da produtividade portuguesa, quando a solução, pelo menos, na Justiça, seria muito simples...
Bastaria que a justiceira loura do ministério luso se decidisse a pagar um curso de reciclagem, no Egipto, aos sonolentos juízes nacionais, para que talvez eles conseguissem evitar a prescrição de alguns processos dos seus compadres banqueiros, reformados e abonados.
Aceitemos, no entanto, que há Justiça e justiça...

sábado, 6 de abril de 2013

O dia seguinte


Não tenhamos ilusões. Porque eu não tenho grandes dúvidas que este ambiente de (aparente) desnorte, que se vive no país, interessa a muita gente. Antes de mais, convém à estratégia de caos pretendida pelos senhores do mundo e da finança; aos comentadores políticos, para a sua banal incontinência verborreica que vai pagando a sua vidinha videirinha. Mas interessa também, e muito, aos gurus estabelecidos, vulgo professores karamba, aos assessores desempregados, às agências de consultadoria, à Santa Casa da Misericórdia, aos anarcas renitentes - enfim, interessa a muita gente que, na prática, de útil nada produz. Para além de permitir intermináveis e suaves diálogos cristianíssimos nos feicebuques de várias paróquias provinciais. Que mais se poderia pretender?
Mas, hoje, eu estava sobretudo interessado em observar a encenação e o dramatismo ensaiado pelos agentes políticos, e quejandos, face à decisão de ontem, do Tribunal Constitucional. E a estratégia que iriam encetar, desenhando (pensei eu) uma tragédia à grega, ou uma tragicomédia à italiana, que viesse a permitir ainda mais abusos e desmandos. Tenho de confessar que saí desiludido: o nosso PM, pedindo previamente audiência, limitou-se a ir ao sarcófago de Belém, onde um mirífico faraó mumificado vai apodrecendo.
O que, como pose e estratégia governamental, me parece um ensaio mal preparado ou representação medíocre de uma companhia de teatro amador, de terceira ordem. Como se dizia nas casas nobres, em dias de festa: "Guardem as pratas, que vêm aí os cómicos!..."

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Missa Luba : Glória

Esta música autóctone, em sequência do poste "As salvíficas mensagens", e à glória do nosso PM de Massamá.

As salvíficas mensagens


Quando Jorge de Sena, no início dos anos setenta, se queixava da pequenez do país (Portugal), não se referia obviamente ao território geográfico (ainda havia colónias...), mas às mentalidades medíocres e pequeninas, aos estreitíssimos horizontes dos políticos e a muita da chamada elite nacional.
Não mudámos, entretanto, quase nada. Quando, hoje, vejo e ouço o elegante (e cada vez com menos cabelo) homem de Massamá, por alcunha PM, falar no "regresso aos mercados", como a salvífica panaceia da ressurreição nacional da Pátria, fico aterrado. Até parece que fala de Fátima e de milagres.
Como disse, aqui, há meses, sinto que vou dentro de um táxi totalmente desgovernado. E o motorista ou está bêbado ou é maluco.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Desabafo metafórico, politicamente incorrecto

Há uma coisa de que estou seguro: é que Seguro nunca será PM de Portugal. O PS teve um erro de casting, acontece - mas parece-me imperdoável. É certo que, às escâncaras, ninguém o contesta, mas os militantes devem arrepelar-se, em privado, a cada nova declaração do secretário-geral. Devem suspirar, ardentemente, por ter costa à vista. Qualquer coisa de mais consistente, mais sólido. E menos gelatinoso.

domingo, 27 de novembro de 2011

Aviso à navegação, e aos amigos, sobre a falta de profissionalismo lusitano ou do Google

Tenho constatado com preocupação, e lamento que os meus Amigos tenham tido dificuldade ou mesmo impossibilidade de postar comentários no Arpose, no presente mês. Por catalepsia do Google, ou Alzheimer progressivo, ou por inaficácia da Vodafone, o nosso Blogue, tem andado incontactável, ultimamente. Sobre a PT e o seu serviço, que utilizei até há cerca de um ano, já não tinha dúvidas: é abaixo de cão, e o profissionalismo não existe. Mais uma vez, hoje, fizemos 2 reclamações à Vodafone (Sra. Juliana Pinto e Sr. Paulo Silva, telefonicamente) e uma outra, entregue em mão, e por escrito, em sede própria. (Nestes 2 últimos fins-de-semana, colocar um poste no Arpose tem sido um Inferno, ou impossível, quase.) Será que vai adiantar?
Que os PR e PM, não me voltem a falar em produtividade, porque fico irado. Se nem profissionalismo e eficácia existem nas "praias de Portugal", por favor,  nem falem da nau Catrineta...
Aos amigos, um abraço!