domingo, 2 de novembro de 2025
Memória 156
segunda-feira, 13 de janeiro de 2025
Osmose 141
domingo, 8 de outubro de 2023
Divagações 189
quarta-feira, 15 de março de 2023
Regionalismos poveiros XI (últimos)
quarta-feira, 8 de março de 2023
terça-feira, 7 de março de 2023
Regionalismos poveiros X
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023
Regionalismos poveiros IX
Iniciados por R, cá vão nove regionalismos seleccionados da obra Poveirinhos pela graça de Deus (2007), da autoria de José de Azevedo (1935):
terça-feira, 21 de fevereiro de 2023
Supercalifragilisticexpialidocious...
E como estamos ainda no Carnaval, aqui vai uma tirada erudita, de um livro luxuoso. Sic:
"Eduardo Paz Barroso
domingo, 19 de fevereiro de 2023
Regionalismos poveiros VIII
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023
Adagiário CCCXLVII
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023
Regionalismos poveiros VII
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023
Regionalismos poveiros VI
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023
Adagiário CCCXLVI
sábado, 28 de janeiro de 2023
Regionalismos poveiros V
sábado, 21 de janeiro de 2023
Regionalismos poveiros IV
segunda-feira, 16 de janeiro de 2023
Regionalismos poveiros III
domingo, 8 de janeiro de 2023
Regionalismos poveiros II
quinta-feira, 5 de janeiro de 2023
Regionalismos poveiros I
quinta-feira, 19 de agosto de 2021
Mercearias Finas 172
Francamente não me lembro se, na tenra infância, gostava muito de comer fruta. Recordo, porém, que colhi, algumas vezes, maçãs, tangerinas e ameixas (das vermelhas) directamente das árvores, para as saborear à socapa. E não esqueço os morangos naturais e pequeninos, do quintal, que a minha Tia me mandava num bonito açafate pelos aniversários. Para não referir as merendas de praia, poveiras, que, em agostos juvenis, compreendiam uvas, pêras, ameixas, figos, eu sei lá... E das cascas de melão e melancia que os lavradores domingueiros deixavam no mar a boiar e apareciam nas segundas-feiras seguintes, à tona, para nossa irritação natatória.
O Verão, quanto a fruta, é habitualmente pródigo, sobretudo nos meses de Julho e Agosto. E, este ano, temo-nos abastecido em variedade e qualidade, para além das sobremesas fora, em que temos privilegiado os frutos. Assim, às espécies em imagem hoje, haveria que acrescentar duas belas pêras bêbadas que comi, anteontem, com imenso gosto e proveito, num restaurante modesto, à beira-mar, que tem uma cozinha caseira e muito bem apaladada. Coroaram lindamente um pato assado no forno, com arroz de miúdos. O vinho branco, da casa, pelo sabor frutado, teria no lote, com certeza, a casta Fernão Pires, que, como se sabe, na Bairrada, muda de sexo para se chamar Maria Gomes...
sexta-feira, 4 de dezembro de 2020
Da rua Tenente Valadim, na Póvoa, à rua do Alecrim, em Lisboa
Já aqui falei dela (16 de Junho de 2010), desta obra extensíssima, creio que com 51 volumes pequenos, editada pela Typografia Rollandiana, intitulada O Viajante Universal... De uma temática que as universidades classificariam hoje, imediatamente, de literatura de viagens. Iniciei-me na obra, no princípio dos anos 70, na Póvoa de Varzim, na Livraria Académica, donde trouxe cerca de 40 voluminhos.
Ora o meu estimado Bernardo Trindade, à rua do Alecrim 44, tinha a sua loja, há dias, abundante de livros, sobretudo modernos, mas também ostentava na vitrine, próxima da sua mesa, uma rara primeira edição (1644) da Crónica de D. João I, de Fernão Lopes, que fez questão de mostrar-me, e os Cuidados Literários..., de Cenáculo.