Quem nunca foi vítima de um ataque de riso incontinente, em momento(s) impróprio(s), que atire a primeira pedra. Que, muitas vezes, pela ausência de motivo suficiente acaba por ser extremamente contagioso.
E creio que nem Bergson, que abordou o riso de forma filosófica e ampla, terá conseguido explicar essa inconveniência humana da situação.
Erupção espontânea, o facto atesta não só a independência da emoção, como também a transgressora tentação do politicamente incorrecto - é esse, pelo menos, o meu entendimento pessoal.